quinta-feira, 20 de julho de 2017

UMA DAS PIORES NOVELAS DE TODOS OS TEMPOS... OU TERIA SIDO A PIOR?


      A Globo tinha apenas dois anos quando exibiu a novela mais desastrosa da história da TV: Anastácia, a Mulher Sem Destino. A trama estreou em 28 de junho de 1967 e tentou contar a trajetória de uma moça pobre que se descobria filha de um czar russo. Porém, o rumo de Anastácia e dos outros personagens se tornou tão confuso e preocupante que a emissora teve que tomar as medidas mais drásticas possíveis para tentar salvar a novela de um fracasso completo.



      Pela trama rocambolesca e distante da realidade brasileira, a produção já começou mal: Anastácia (Leila Diniz) descobria sua herança real e se refugiava em uma ilha vulcânica nas Antilhas para esconder sua identidade.



      Diante das reclamações dos telespectadores, a Globo pediu socorro a Janete Clair, autora já consagrada na Tupi. Ela inventou uma solução radical: matou mais de 100 personagens em um terremoto. A história avançou 20 anos e recomeçou com apenas sete personagens. O público aceitou melhor a trama, e Janete virou estrela da teledramaturgia da Globo.

      "Anastácia foi importante exatamente por mostrar a flexibilidade do gênero. Janete Clair, com imenso talento para o folhetim, conseguiu salvar a novela", opina o autor e especialista em teledramaturgia Mauro Alencar. Mas, segundo a história televisiva, essa foi a pior novela de todos os tempos.

quarta-feira, 19 de julho de 2017

A SALA SECRETA



      Atrás da cabeça do presidente Abraham Lincoln no Monte Rushmore, há uma sala misteriosa à qual, infelizmente, o público não tem acesso. Dentro dela, uma cápsula do tempo, idealizada por seu construtor, Gutzon Borglum, guarda algumas das relíquias mais importantes da história dos Estados Unidos: um exemplar da Constituição do país, a Declaração da Independência, a Declaração de Direitos, a biografia de Borglum, além de breves descrições sobre cada um dos quatro presidentes norte-americanos esculpidos no monumento.

FONTE: MEGACURIOSO

terça-feira, 18 de julho de 2017

TDAH NA VIDA ADULTA - PARTE 2




      O avanço nas pesquisas em adultos portadores de TDAH tem trazido à tona a importância de um correto e preciso diagnóstico sobre a doença depois da infância, já que os tratamentos disponíveis trazem resultados quase imediatos quando o assunto é melhorar a qualidade de vida. Uma das últimas novidades na área foi a atualização dos critérios de diagnóstico, modificados para a mais recente edição do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais (DSM-5) — publicação da Associação Americana de Psiquiatria adotada como principal guia internacional para a determinação das doenças mentais. Nesta atualização, de 2013, houve uma redução em relação à quantidade de sintomas necessários para o diagnóstico em adultos, já que eles tendem a atenuar alguns dos traços comportamentais.

      — Manifestações de hiperatividade, como correr, escalar móveis e outros sintomas característicos de crianças, não são necessários para identificar o transtorno em adultos, por exemplo. Eles sofrem mais da sensação de inquietude, como não conseguir relaxar em momentos de descanso — explica o psiquiatra Paulo Mattos.

      Além disso, a idade limite para o início da manifestação dos sintomas também foi alterada. Antigamente, eles deveriam aparecer até os sete anos. Hoje, este limite foi estendido para os 12 anos já que, segundo o especialista, muitos adultos portadores da doença têm dificuldade de se lembrar dos comportamentos atípicos antes dos sete anos.

      Os tratamentos realizados hoje para pacientes portadores do transtorno, tanto adultos quanto crianças, são baseados em medicamentos psicoestimulantes, como a ritalina e a anfetamina. O psiquiatra Eugenio Grevet explica que, apesar de não ter cura, o TDAH é uma doença que ainda precisa de muitos estudos, pois em torno de 15% dos pacientes que realizam um tratamento contínuo por cerca de sete anos param de apresentar os sintomas mesmo depois de deixar de tomar o medicamento.

      Para Cleber Ferrari, o tratamento de dois anos com medicamentos e acompanhamento de especialistas significou uma mudança radical em sua vida. Sentindo-se mais “enquadrado” na sociedade, ele adquiriu a confiança para ingressar em cursos de pós-graduação e, principalmente, de estudar para um concurso, do qual já foi aprovado.

FONTE: http://tutores.com.br/blog/

sábado, 15 de julho de 2017

OS PÉS DA ESTÁTUA




      Símbolo da democracia dos Estados Unidos, a Estátua da Liberdade é um dos monumentos mais visitados de todo o mundo e, certamente, um dos mais fotografados. Só que, mesmo assim, poucos turistas reparam em um detalhe encravado nos pés da estrutura de bronze: as correntes quebradas, que representam o fim da escravidão e a libertação dos tiranos e opressores.

FONTE: MEGACURIOSO

quinta-feira, 13 de julho de 2017

TDAH NA VIDA ADULTA




      Tem aquele amigo que não consegue prestar atenção na conversa por muito tempo. E outro que sempre se esquece dos prazos de entrega no escritório. Aquela prima que nunca é bem sucedida quando o assunto é namorar, e também a colega de trabalho que está sempre balançando os pés e as mãos, mesmo quando deve ficar parada. Todo mundo conhece alguém assim, não? Ainda que possam parecer meras características — muitas vezes atribuídas à preguiça, à ansiedade ou à falta de interesse —, elas podem representar um problema que vai além dos traços de personalidade. É o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH), um distúrbio neuropsiquiátrico que, durante muitos anos, foi estudado e diagnosticado primordialmente em crianças, mas que cada vez mais tem ganhado a atenção de pesquisadores ao redor do mundo pelos efeitos e problemas que pode causar na vida adulta.

      Veja alguns sinais que podem identificar o Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade na fase adulta:

      Conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), estima-se que o transtorno atinja em torno de 4% a 5% das crianças mundialmente. Destas, já se sabe que uma média de 50% mantém a doença na vida adulta, explica o psiquiatra Eugenio Grevet, chefe do Ambulatório de Déficit de Atenção em Adultos do Hospital de Clínicas de Porto Alegre (HCPA) e professor da Faculdade de Medicina da UFRGS.

      A dificuldade de se focar em tarefas cotidianas foi o sintoma que mais atrapalhou o engenheiro de sistemas Cleber Ferrari durante quase três décadas. Diagnosticado com TDAH aos 31 anos, ele lembra que descobrir a doença significou mais um alívio do que uma preocupação, já que a dificuldade de concentração fazia de um hábito relativamente simples, o da leitura, uma tarefa quase impossível em sua vida.

— Quando tinha um livro nas mãos, ficava pensando em três ou quatro coisas enquanto passava os olhos nas páginas. Às vezes, até esquecia que estava lendo, de tão longe que minha cabeça ia.

      Hoje, aos 34 anos, Cleber relembra que as fases do colégio e da faculdade não foram fáceis. Foi por ter um QI acima da média, conforme avaliação psicológica, que conseguiu vencer os estudos sem atrasos. Mas, em outros aspectos, foi ficando para trás:

      — Eu era muito irritado, inquieto. Não conseguia absorver direito as informações, nem interpretá-las. Sentia que tudo tinha que ser imediato, e isso me prejudicou bastante socialmente.

Histórico é primordial

      Ao buscar a avaliação de um especialista, um dos critérios que ajudaram Cleber no diagnóstico foram suas recordações de infância. O engenheiro relembra que, entre as frases mais evocadas por sua mãe quando criança estavam “para!”, “senta, te acalma!” e “desacelera e te concentra”. Com o passar do tempo e a chegada da adolescência, a agitação externa diminuiu, mas a interna só aumentou.

      O psiquiatra Grevet explica que, para um correto diagnóstico da doença, o paciente precisa manifestar pelo menos alguns sintomas desde a infância. Nessa fase, os portadores podem apresentar, basicamente, três espectros mais evidentes. O primeiro, em que predomina a hiperatividade; o segundo, a desatenção; e o terceiro, uma combinação de ambos. Durante muito tempo, acreditou-se que eles desapareciam espontaneamente ao final da adolescência, e por isso os tratamentos, quando realizados, não eram continuados. De fato, existe uma tendência de os sintomas da hiperatividade declinarem, explica o psiquiatra, já que os adultos aprendem a “domesticar” os comportamentos mais impulsivos e hiperativos. As descobertas mais recentes dão conta que, em muitos casos, a desatenção tende a persistir, pode se agravar e acaba trazendo inúmeros prejuízos à vida dos portadores.

      — O TDAH é uma doença que tem um forte componente genético. O que se sabe hoje é que, quanto maior a participação genética no paciente, ou seja, quanto mais ele têm um histórico familiar da doença, maiores são as chances de o transtorno persistir na vida adulta — explica o psiquiatra Paulo Mattos, professor da Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e pesquisador do Instituto D´Or de Pesquisa e Ensino (Idor).

      Mas isso não quer dizer que todos adultos inquietos ou desatentos sejam portadores de TDAH. O diagnóstico da doença é bastante complexo e leva em consideração diferentes aspectos comportamentais do paciente. Principalmente, o surgimento dos sintomas durante a infância.

      — Muitas pessoas sofrem por serem desatentas, mas isso não quer dizer necessariamente que tenham TDAH. Quem dorme mal ou tem o hábito de beber álcool antes de dormir, por exemplo, pode ter prejuízos no dia seguinte, como ficar mais desatento. O transtorno, entretanto, é caracterizado quando, entre outras coisas, acarreta prejuízos significativos em atividades e relacionamentos cotidianos por um longo período — explica Grevet.

      Pesquisas recentes indicaram que adultos com o distúrbio apresentam mais problemas conjugais, enfrentam dificuldades profissionais, demissões frequentes e trocas mais repetidas de emprego. Isso porque portadores de TDAH que mantêm a doença após a adolescência têm de fazer um grande esforço para se aproximarem das expectativas da sociedade em relação a um adulto, e normalmente falham. Eles esquecem compromissos, falam coisas sem pensar, não lembram de pagar as contas, não prestam atenção no trabalho. Essas falhas, quando não diagnosticadas e tratadas, acabam gerando frustração, baixa autoestima e outros transtornos psiquiátricos mais graves.

      — A principal queixa destes adultos quando procuram o médico é, sem dúvidas, quanto à memória. Reclamam que não guardam informações, são rotulados equivocadamente de preguiçosos. Além disso, têm dificuldade para organizar seu ambiente de trabalho e vida pessoal, assim como priorizar tarefas mais importantes. Finalmente, podem apresentar problemas para resolver questões corriqueiras como planejar uma viagem de lazer ou organizar uma apresentação de trabalho — explica o neurologista André Felício, membro da Academia Brasileira de Neurologia.

FONTE: http://tutores.com.br/blog/tda-e-tdh/

domingo, 9 de julho de 2017

GABRIELA


      Daniel Filho conta que, durante a procura pela mulher ideal para viver Gabriela, tentou uma escolha inusitada: fez um convite a Gal Costa. A cantora baiana, entretanto, declinou, alegando não saber representar. Em seguida, inúmeros testes foram feitos para a personagem; mas o diretor decidiu que o papel teria de ser de Sônia Braga desde que viu seu desempenho em Caminhos do CoraçãoCaso Especial escrito e dirigido por Domingos Oliveira em 1971 –, e insistiu com Boni para que ela fosse escolhida. A atriz acabou consagrada no papel, que voltaria a representar em 1983, no filme Gabriela, de Bruno Barreto, atuando ao lado do italiano Marcello Mastroianni, intérprete de Nacib.

      Elizabeth Savala ganhou o papel de Malvina depois de um teste ao lado de Marcelo Picchi, seu marido na época. Diante de Walter Avancini e Ziembinski, os dois representaram uma cena da novela Escalada (1975). Avancini os fez repetir várias vezes a cena, implicando com a pronúncia da atriz em uma fala na qual tinha que dizer “Veuve Cliquot”, nome do champanhe francês. Na quarta repetição, depois de ter se esforçado ao máximo para pronunciar corretamente a palavra, a atriz perdeu a paciência e confrontou o diretor, dizendo estar mais preocupada em representar direito do que em ter uma aula de francês. Depois do teste, foi informada de que ganhara o papel. A personagem era rebelde e contra as convenções, e o diretor a provocara de propósito.
      Os atores tiveram dificuldades para gravar a cena do velório de dona Sinhazinha, personagem de Maria Fernanda. Participavam da gravação os atores Armando Bógus, Ary Fontoura e Elizabeth Savala. A atriz conta que estava dizendo suas falas quando foi interrompida por um ruído estranho. É que Maria Fernanda dormira e estava roncando. Os três começaram a rir, mas foram repreendidos pelo diretor Walter Avancini. Não adiantou. Todas as tentativas de reiniciar a cena terminavam em risos. O jeito foi parar para o almoço, acordar Maria Fernanda e continuar a cena depois.

      Gabriela foi um dos maiores sucessos da Rede Globo. Além dos altos índices de audiência, a novela foi escolhida pela Associação Paulista de Críticos de Arte (APCA) como a melhor produção de 1975. Por conta da ótima repercussão da trama, os atores participaram de eventos em Ilhéus, sendo recepcionados por multidões de fãs.
FONTE: MEMÓRIA GLOBO

sábado, 8 de julho de 2017

IMAGENS DO PASSADO

Homem flagrado vendendo múmias no Egito, em 1875





Silvio Santos quando foi candidato à Presidência da República, em 1989; poucos dias depois, o apresentador teria sua candidatura impedida pelo TSE por apresentar irregularidades no registro da chapa eleitoral




Monte Rushmore, em 1927, antes de os rostos de quatro presidentes dos Estados Unidos serem esculpidos ali




Populares caminhando sobre a cobertura do Congresso Nacional na inauguração de Brasília, em 1960

FONTE: MEGACURIOSO

sexta-feira, 7 de julho de 2017

RUAS DE PORTO ALEGRE - PROTÁSIO ALVES




      Protásio Antônio Alves foi médico e político. Nasceu em Rio Pardo, no Vale do Rio Pardo, em 1859. Morreu em Porto Alegre, em 1933, aos 74 anos. Ele foi vice-presidente do Rio Grande do Sul duas vezes. Primeiro, de 1918 a 1923. Depois, de 1923 a 1928.

      Em 1897, ele e outros médicos fundaram o primeiro Curso de Partos, na Santa Casa de Misericórdia. Um ano depois, participou da fundação da Faculdade Livre de Medicina e Farmácia de Porto Alegre, hoje Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

      De 1893 a 1908, Protásio assumiu a Diretoria de Higiene, que integrava a Secretaria do Interior e Exterior. Na época, defendia a construção de hospitais de isolamento para tuberculosos.

      Antes de se chamar Protásio Alves, a avenida teve os nomes de Estrada da Capela, Caminho de Viamão, Caminho do Meio e Estrada do Capitão Montanha.

FONTE: http://diariogaucho.clicrbs.com.br/

quinta-feira, 6 de julho de 2017

NOVA REDE SOCIAL CONECTA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA



      A “D+ EFICIÊNCIA” é uma plataforma social virtual para pessoas com deficiência, familiares e profissionais da saúde, promove a transferência de conhecimento entre as pessoas com deficiência e seus familiares, apoiando o processo de reabilitação, participação social e autonomia.

      A rede conta com comunidades que permitem uma maior organização de publicações por temas específicos, como Mielomeningocele, Lesão Medular, Paralisia cerebral, Autismo, Inclusão, cidadania e capital social, entre outros.

      Imagine uma rede social em que pessoas com deficiência e familiares podem compartilhar experiências, conhecer pessoas e encontrar informações de qualidade.

      A proposta é do projeto D+eficiência, desenvolvido pela Escola de Enfermagem da USP de Ribeirão Preto, em parceria com as universidades federais de Minas Gerais, do Pará e do Oeste do Pará, além da Universidade de Dortmund, da Alemanha.

      Cuidadores e profissionais da área também podem participar da nova interface. Para navegar, é necessário apenas criar um perfil para interagir com as pessoas por meio de postagem de fotos, vídeos, reportagens e artigos. O principal benefício da plataforma é a presença de conteúdos confiáveis, com supervisão constante de representantes do setor.

Toda a estrutura do “D+EFICIÊNCIA” foi elaborada para alcançar o maior número de interessados possível, por isso contamos com a sua participação.

  Acesse: http://www.demaiseficiencia.com, faça seu cadastro e compartilhe com os amigos essa nova oportunidade de interação e informação.

FONTE: casa adaptada

quarta-feira, 5 de julho de 2017

IMAGENS DO PASSADO


Parte do elenco de “Chaves” acena para os fãs do seriado durante desembarque em aeroporto



O cineasta Steven Spielberg e a miniatura de um cenário do filme “Indiana Jones: Os Caçadores da Arca Perdida”, lançado em 1981


Anúncio da Coca-Cola veiculado em 1906; na época, o slogan da companhia era “Revigora e Sustenta”



Mick Jagger, vocalista da banda Rolling Stones, comendo algodão-doce durante um passeio pelo Rio de Janeiro, em 1968


FONTE: MEGACURIOSO







segunda-feira, 3 de julho de 2017

FOTO DO DIA... ENCONTRADA A VERDADEIRA CHAPEUZINHO VERMELHO



Esta foto é de 1907.
Interessante é que ela é colorida, o que não era comum para a época.
A menina, com capinha vermelha lembra, é claro, a famosa personagem dos contos de fadas...

domingo, 2 de julho de 2017

RUAS DE PORTO ALEGRE - BENTO GONÇALVES




      Foi líder da Guerra dos Farrapos, ou Revolução Farroupilha, que se estendeu de 1835 a 1845.

      Ele foi preso, levado pelo império ao Rio de Janeiro e à Bahia, de onde conseguiu fugir e voltar à província. Em 1936, enquanto ainda estava na Bahia, foi aclamado presidente da República Rio-Grandense.

      Bento e a elite pecuarista do Estado constituíam um grupo muito prejudicado pela política fiscal do império. A corte imperial, por exemplo, sobretaxou a produção de carne sob forma de charque, base da economia gaúcha, para aumentar a arrecadação.


      Ele nasceu em 1788, em Triunfo, e morreu em 1847, dois anos após o fim da guerra, em Guaíba (na época, Pedras Brancas).

FONTE: http://diariogaucho.clicrbs.com.br/

sábado, 1 de julho de 2017

SOFTWARE PARA PESSOAS COM PARALISIA CEREBRAL FOI APRESENTADO NA GRÉCIA




     
      Um estudo pioneiro em Santa Catarina, sobre a usabilidade de uma interface cérebro-computador aplicada a pessoas com paralisia cerebral, realizado por pesquisadores Universidade do Vale do Itajaí (Univali), e Fundação Catarinense de Educação Especial (FCEE), foi apresentada, na 10ª Conferência Internacional sobre Tecnologias Pervasivas Relacionadas a Ambientes de Vida Assistida (PEtra, na sigla em inglês), que ocorreu, entre os dias 21 e 23 de junho, na Ilha de Rodes, na Grécia.
 
      A pesquisa, de autoria de Alejandro Rafael Garcia Ramirez, professor e pesquisador do Programa de Pós-graduação em Computação Aplicada (MCA/Univali), em parceria com Jéferson Fernandes da Silva, pesquisador do MCA/Univali, e a Ana Carolina Savall, da FCEE, apresenta dados sobre o desenvolvimento de um sistema chamado de Interface Cérebro-Computador, que vem sendo utilizado na FCEE por pessoas com múltiplas deficiências.
 
      O sistema é formado por um hardware em formato de fone de ouvido com sensores para a região frontal do cérebro e um software desenvolvido pela equipe do MCA/Univali. Na parte física do equipamento, sensores captam expressões, como piscar de olhos ou levantar a sobrancelha, enquanto o software traduz a captação destes movimentos para formar palavras e frases.
 
 
      O mecanismo é fruto de diversas pesquisas realizadas em conjunto pelas duas instituições, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina (Fapesc). As instituições vêm trabalhando conjuntamente, desde 2012, para o desenvolvimento de soluções de comunicação para crianças que sofrem de paralisia cerebral e enfrentam desafios ocasionados por distúrbios motores, especialmente casos complexos, quando a comunicação só é possível por meio de movimentos oculares e o piscar, bem como por meio de pequenos movimentos nas mãos e nos pés.
 
Outras informações: (48) 3247-8233/99102-9107, com Alejandro Rafael Garcia Ramirez, professor e pesquisador do Programa de Pós-graduação em Computação Aplicada da Univali.
 
Fonte: Software  para pessoas com paralisia cerebral será apresentado na Grécia – O Regional Sul

sexta-feira, 30 de junho de 2017

CINEMA EM TIRAS - A LAGOA AZUL - FINAL



DE VOLTA A LAGOA AZUL
      Richard e Emmeline partem para alto mar numa canoa, levando o seu pequeno filho, chamado Paddy. Enquanto isso, perto dali, um veleiro navega em direção a São Francisco, na Califórnia. Quando o veleiro encontra a pequena canoa, Richard e Emmeline já estão mortos, mas Sarah, uma viúva que estava no veleiro com a sua pequena filha chamada Lilli, resolve ficar com o filho do casal morto, o pequeno Paddy. Estabelecido no primeiro filme, a única palavra que Paddy já diz é "Richard", de modo que a tripulação assume que Richard é o nome da criança.
      Após um surto de cólera no veleiro, Sarah, as duas crianças e um marinheiro são deixados em um barco, onde passam alguns dias no oceano até que o marinheiro decide matar Richard (Paddy) e Lilli para economizar água. Sarah não admite tal atitude e mata o marinheiro. Depois de uns dias, o barco vai parar em uma bela ilha, aparentemente deserta, de onde o pequeno Richard (Paddy) havia saido com os seus pais poucos dias atrás.
      Na ilha, Sarah educa as duas crianças com esperanças de que voltem à civilização um dia. Contudo, após uma gripe, Sarah morre e Richard (Paddy) e Lilli, com cerca de oito anos cada, passam a viver sozinhos naquele local. Os dois vivem como irmãos enquanto crianças, até que a maturidade e as mudanças corporais os fazem se apaixonar e "casar-se".
      Nessa mesma época de mudanças, um navio aporta na ilha em busca de água e a tripulação do mesmo descobre a maneira de vida peculiar de Richard (Paddy) e Lilli, bem como os dois descobrem o estilo diferente daquelas pessoas estranhas. O sentimento entre os dois se abala após a chegada daquela embarcação, pois Richard começa a ceder aos encantos da jovem filha do capitão. Ao mesmo tempo, um marinheiro começa a se interessar por Lilli e uma pérola que a jovem leva consigo, até que um dia ele a ataca, rouba a pérola e tenta estuprá-la. Após uma briga com o marinheiro, Richard leva a melhor e consegue salvar a sua "esposa".
      Quando a embarcação parte de volta à São Francisco, Lilli conta à Richard que está grávida e os dois decidem ficar por ali e criar seu filho.
FONTE: WIKIPÉDIA
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quinta-feira, 29 de junho de 2017

MÁSCARAS MORTUÁRIAS

MÁSCARA MORTUÁRIA DE DANTE ALIGHIERE





MÁSCARA MORTUÁRIA DE ROBESPIERRE


 

MÁSCARA MORTUÁRIA DE NAPOLEÃO BONAPARTE


 

MÁSCARA MORTUÁRIA DE BENJAMIN FRANKLIN

quarta-feira, 28 de junho de 2017

CINEMA EM TIRAS - A LAGOA AZUL - PARTE 3






CURIOSIDADES


Carrie Fisher, na época com 24 anos, recusou o papel de Emmeline para fazer a Princesa Leia em “Star Wars - O Império Contra-Ataca”.



Era para Christopher Reeve, na época com 28 anos, ser o Richard, mas ele teve de recusar pois estava no elenco de "Super-Homem II - A Aventura Continua".



O que nos faz pensar que a Princesa Leia e o Super-Homem poderiam ser o casal da "Lagoa Azul".

Vários outros atores famosos fizeram testes para participar do filme, entre eles, Sean Penn, John Travolta, Richard Gere, Kim Basinger, Jamie Lee Curtis, Bridget Fonda, Anjelica Huston, Sarah Jessica Parker, Jodie Foster e Michelle Pfeiffer.



Os críticos de cinema da época odiaram a produção. A atriz Brookie Shields ganhou até o prêmio de pior atriz na primeira edição do Framboesa de Ouro.



Já o público gostou muito. O filme foi muito bem nas bilheterias, sendo o nono mais visto daquele ano, com mais de US$ 58 milhões arrecadados nos EUA e Canadá.



O ator Christopher Atkins foi indicado ao Globo de Ouro de Melhor Revelação Masculina, mas não venceu.



O longa também foi indicado ao Oscar, em apenas uma categoria: melhor fotografia. Ele perdeu para o filme “Tess - Uma Lição de Vida”.



FONTE: https://www.buzzfeed.com/










continua...


segunda-feira, 26 de junho de 2017

CINEMA EM TIRAS - A LAGOA AZUL - PARTE 2





CURIOSIDADES



      Brooke Shields tinha apenas 14 anos quando fez o filme. Seu parceiro em cena, o ator Chistopher Atkins já tinha 18. Como no filme os personagens passam boa parte do tempo com pouca roupa e se envolvem em uma relação amorosa, seu lançamento causou muito burburinho.

      A jornalista americana Rona Barret chegou a comparar o filme à pornografia infantil. A atriz e a equipe do filme sempre garantiram que ela usava dublês de corpo para cenas de nudez e tinha sempre seus seios cobertos por seus cabelos - eles colaram os fios de uma peruca no corpo da atriz- nas gravações.


Sucesso de público

      Os críticos detestaram "A Lagoa Azul" e Brooke Shields foi até indicada ao prêmio de Pior Atriz na primeira edição do prêmio Framboesa de Ouro, que premia os piores filmes - uma espécie de Oscar às avessas. Apesar disso, o público lotou os cinemas da época para ver o romance na ilha paradisíaca e o filme arrecadou mais de US$ 58 milhões nos EUA, sendo o nono filme mais visto do país naquele ano.

      O filme foi filmado em Fiji na ilha Turtle e o local é aberto a visitação do público. Isso, é claro, se você puder pagar. A ilha é particular e pode acomodar apenas 28 pessoas por vez, em 14 praias privativas.

      As tarifas não são divulgadas no site do local, mas incluem passeio de barco para ver o pôr do sol na "lagoa azul", piquenique na praia, bebidas e refeições incluídas, praia privativa e performances culturais da ilha.

      Na tentativa de fazer os protagonistas desenvolverem uma química boa em cena, o diretor Randal Kleiser colocou uma foto de Shields perto da cama de Atkins. Deu tão certo que os dois tiveram um romance fora das telas, mas que não durou muito.

      Em entrevista à revista "People", em 1980, Atkins disse: "Brooke se cansou de mim. Ela achava que eu levava a carreira muito a sério. Eu sempre estava concentrado para fazer as cenas e ela preferia ficar com a equipe fazendo piadas."

FONTE: http://ego.globo.com/

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continua...

IRMÃOS CORAGEM





      Em Irmãos Coragem foram criadas várias tramas, dando prosseguimento à renovação da linguagem das telenovelas iniciada com Véu de Noiva (1969), também de Janete Clair, e Verão Vermelho (1969), de Dias Gomes. O formato permitiu à autora maior liberdade para modificar a narrativa em função da pressão da Censura Federal ou da insatisfação da trajetória de algum personagem.

      Janete Clair escreveu a novela sozinha, sem o auxílio de qualquer outro colaborador. A autora afirmou ter se inspirado no romance Os Irmãos Karamazov, de Fiodor Dostoiévski, para dar vida aos irmãos Coragem. Baseou-se, ainda, no livro As Três Faces de Eva, de Corbett H. Thigpen e Hervey M. Checkley, para compor a tripla personalidade de Lara (Glória Menezes). E recorreu à peça Mãe Coragem, de Bertolt Brecht, para construir o papel de Sinhana (Zilka Sallaberry), a mãe de João (Tarcísio Meira), Jerônimo (Cláudio Cavalcanti) e Duda (Cláudio Marzo).

      Segundo Daniel Filho, o casal Jerônimo e Potira (Lúcia Alves) foi inspirado no filme Duelo ao Sol (1946), estrelado por Gregory Peck e Jennifer Jones.


      Para gravar na fictícia Coroado, o elenco e a equipe de produção da novela enfrentaram vários problemas. Era comum os atores e produtores se depararem com animais, como cobras e jacarés. Com as chuvas, a área ficava completamente inundada, o que atrapalhava as gravações. Não raras vezes, o elenco teve que virar a noite trabalhando para não atrasar o cronograma de trabalho.


      Irmãos Coragem foi a segunda novela mais longa da TV Globo, durando praticamente um ano no ar. A história reuniu o maior elenco em telenovelas até então, e obteve mais audiência do que a final da Copa de 1970, entre Brasil e Itália – o jogo foi apresentado num domingo e, no dia seguinte, a audiência da novela foi maior. Atribui-se à junção de bangue-bangue com futebol o interesse do público masculino na trama: pela primeira vez, os homens admitiram que assistiam a uma novela.


      Para compor a tripla personalidade de Lara (Glória Menezes), a autora recorreu à assistência do neurocirurgião Pedro Sampaio.

      Durante uma enchente no Rio de Janeiro, um helicóptero fotografou a cidade fictícia de Coroado. A imagem foi publicada na primeira página do jornal carioca O Dia, com o título: “O Rio está inundado”. O cenário parecia tão real que confundiu os repórteres.

      A novela marcou a estreia de Sônia Braga na TV Globo e reuniu as duas duplas mais famosas da emissora na época: Tarcísio Meira e Glória Menezes, Cláudio Marzo e Regina Duarte. Os dois últimos saíram antes do final das gravações para estrelar a novela que viria em seguida no horário das 19h, Minha Doce Namorada, de Vicente Sesso.


FONTE: http://memoriaglobo.globo.com/