segunda-feira, 25 de setembro de 2017

QUAL A IDADE MÁXIMA QUE UMA PESSOA PODE VIVER?



      Um estudo recente, realizado na Holanda, revelou que o tempo máximo de vida para uma mulher é de 115,7 anos. Como sempre, o máximo para quem é homem é um pouco menos: 114,1 anos – ainda assim, não se pode negar, estamos falando de muito, muito tempo.
      Os resultados foram obtidos com base em estudos que avaliaram dados de 75 mil pessoas que morreram nos Países Baixos nos últimos 30 anos. De acordo com um dos autores da pesquisa, o professor John Einmahl, existe realmente uma maior expectativa de vida na sociedade moderna, mas há também certo ponto que as pessoas não passaram nas últimas décadas, e a idade máxima de vida continua a mesma.
      A pesquisa levou em consideração o tempo útil de vida, que é aquele em que uma pessoa vive com a capacidade de cuidar de si mesma. Na América, outro estudo havia chegado a um resultado semelhante: 115 anos.
      Sempre bacana lembrar que existem pontos fora da curva, como é o caso da Francesa Jeanne Louise Calment, que nasceu em 1875 e morreu em 1997. Ela é a pessoa mais velha de quem se tem registros, tendo vivido impressionantes 122 anos. Haja velinha para colocar no bolo!
FONTE: MEGACURIOSO

domingo, 24 de setembro de 2017

CINEMA EM TIRAS - E.T., O EXTRATERRESTRE - PARTE 1



      E.T. é considerado um dos maiores sucessos de bilheteria de toda a história do cinema, sendo o segundo filme a ultrapassar a marca 700 milhões de dólares depois de Star Wars. Foi a maior bilheteria da história do cinema (sem correção da inflação) por onze anos até ser derrubado por Jurassic Park (outro filme de Spielberg) em 1993. Atualmente ocupa a 34º entre os mais bem sucedidos.

      Em 2002, o filme foi relançado nos cinemas como parte das comemorações de seus vinte anos de lançamento, em uma nova versão que continha cinco minutos de novas cenas (que tinham ficado de fora na versão original), além de novos efeitos especiais e uma remasterização digital realizada em todo o filme. As armas dos agentes do FBI também foram substituídas por walkie-talkies, através da intervenção de computadores no filme original. Na ocasião do relançamento, entendia-se que a presença de armas num filme infantil seria inadequada, justificando-se a intervenção.

FONTE: WIKIPÉDIA












CONTINUA...




sábado, 23 de setembro de 2017

C0MO UM FISIOTERAPEUTA PODE ATUAR COM AUTISMO?



      O profissional de fisioterapia atua diretamente em funções determinantes para a vida da criança e adolescente com autismo; e até mesmo adultos. É importante ressaltar que quanto antes o tratamento iniciar, maiores são as chances de uma evolução bem-sucedida existir. No caso das habilidades motoras, o fisioterapeuta atua em funções básicas, como andar, sentar, ficar de pé, jogar, rolar, tocar objetos, engatinhar e a se locomover de maneira geral.

      Vale salientar que no caso da coordenação motora fina, o psicomotricista exerce mais influência. O fisioterapeuta fica por conta da coordenação motora grossa e do desenvolvimento da força muscular.

Importância dos fisioterapeutas para os pais

      Um detalhe que não pode passar despercebido é que o profissional de fisioterapia pode informar aos pais sobre os exercícios que são fundamentais para a criança. Dessa forma, pais e responsáveis podem gerenciar a execução dos exercícios feitos em casa, caso o terapeuta passe alguns deles para serem realizados no ambiente doméstico. O fato de fazer as atividades dentro de casa pode dar mais confiança ao pequeno. A familiaridade com o local é sempre um ponto positivo para o autista.


Fisioterapia para a vida escolar

      A fase que a criança entra para a escolinha é determinante para se trabalhar os movimentos dela. Correr, pular e jogar é importante para o bem-estar de qualquer pessoa e pode sê-lo para o  autista, pois, além de desempenhar a função motora, também é responsável pela interação da criança com seus coleguinhas. O fisioterapeuta tem um papel fundamental nisso com a orientação de exercícios fundamentais para os movimentos do pequeno.

Atuação do fisioterapeuta no autismo: o método Bobath

      Dentre vários exercícios voltados para a melhora do autista, muitos fisioterapeutas trabalham com o método Bobath, responsável por resultados muito satisfatórios. Importante salientar que tal técnica não surgiu para a intervenção no autismo, mas para casos envolvendo derrames cerebrais e paralisias infantis. Além disso, o método pode ser empregado em crianças e adultos.


Mas o que esse método tem em comum com o autismo?

      Os fisioterapeutas entram com o método Bobath para a atuação em detalhes imprescindíveis na vida do autista. O trabalho na coordenação é uma das prerrogativas. Além disso, a adequação do corpo a uma postura (física) mais saudável é o ponto-chave da técnica Bobath. Ela é responsável por:

– Dar simetria ao corpo;
– Administrar as posições do indivíduo;
– Dar firmeza ao tronco;
– Promover alongamentos;
– Trabalhar o tônus muscular;

      É válido reiterar que cada caso é único, então os resultados só podem vir a cada um de forma distinta. O autista pode ter uma vida muito melhor quando as intervenções são realizadas por profissionais multidisciplinares e acompanhamento dos pais.

FONTE: http://entendendoautismo.com.br

quinta-feira, 21 de setembro de 2017

SENHORA DO DESTINO




      Senhora do Destino traz referências biográficas de Aguinaldo Silva, um nordestino que também deixou sua cidade natal (Carpina, em Pernambuco), para viver na região Sudeste do país. O nome da protagonista, Maria do Carmo Ferreira da Silva, e o do personagem Sebastião são homenagens à sua mãe e a um tio, irmão dela.

      Senhora do Destino foi a primeira novela em que o autor Aguinaldo Silva e o diretor Wolf Maya trabalharam juntos. Os dois voltariam a fazer dobradinha em outros trabalhos.


      Alguns atores fizeram aulas específicas para compor seus personagens, como Marcello Antony e Dan Stulbach, que tiveram noções de culinária. Susana Vieira e Carolina Dieckmann e ganharam uma professora de fonética, para que a construção da fala de Maria do Carmo seguisse os mesmos tom e ritmo nas duas fases.

      Senhora do Destino é considerada um marco na história da telenovela. Foi a líder de audiência no horário nobre da TV Globo, considerando-se os nove anos anteriores. Na média relativa ao número de capítulos, só perdeu para O Rei do Gado, exibida em 1996.

      A novela obteve altos índices de audiência também em Portugal, onde foi exibida na emissora SIC, em horário nobre. A história foi vendida para mais de 20 países, como Albânia, Argentina, Bolívia, Cabo Verde, Canadá, Costa Rica, Cuba, Equador, Eslovênia, EUA, Guatemala, Moçambique, Moldávia, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Portugal, Romênia, Rússia, Uruguai e Venezuela.

      A trama principal da novela remeteu o público ao “caso Pedrinho”, como ficou conhecido o caso de Pedro Rosalino Braule Pinto, bebê sequestrado em 1986 pela empresária Vilma Martins Costa.

quarta-feira, 20 de setembro de 2017

FALTOU LÓGICA NOS DESENHOS ANIMADOS?




O pai dos Três Porquinhos era uma linguiça??





Comemorando o Natal antes do nascimento de Jesus? 





Por que eles não fogem?





Pateta e Pluto são cães...


terça-feira, 19 de setembro de 2017

ALTAS HABILIDADES E INTELIGÊNCIAS MÚLTIPLAS: SERÁ QUE TODOS OS ALUNOS SÃO GÊNIOS?



   As rodas de conversa de professores, principalmente aquelas travadas na sala de convivência durante o intervalo entre as aulas, assumem quase sempre um debate acerca do mesmo tema: como aquele aluno ou aquela turma é ruim ou insuficiente no processo de aprendizagem.

    É público e notório que as escolas e seus mestres se ocupam há anos de qualificar métodos e técnicas para fazer com que o baixo rendimento seja revertido. Todavia, existe um aluno para quem a escola talvez não esteja tão bem preparada: aquele que possui altas habilidades.

   Albert Einstein recitava um pensamento perturbador. Ele dizia que todos somos gênios, mas se julgarmos um peixe por sua capacidade de subir em árvores, ele passará a vida inteira pensando ser estúpido. Esse pensamento de Einstein inicia uma discussão acerca da percepção que temos sobre esse bom aluno, sobremaneira porque geralmente é dotado de boas notas, disciplinado e não dá trabalho, podendo o professor se ocupar de suas mazelas, como a indisciplina em sala de aula, por exemplo.

      O MEC trata as altas habilidades no roll de educação inclusiva, ou seja, até para o órgão pensador da educação em nosso país o bom aluno é exceção e precisa ser tratado como tal.

De modo geral, a superdotação se caracteriza pela elevada potencialidade de aptidões, talentos e habilidades, evidenciada no alto desempenho nas diversas áreas de atividade do educando e/ou a ser evidenciada no desenvolvimento da criança. Contudo, é preciso que haja constância de tais aptidões ao longo do tempo, além de expressivo nível de desempenho na área de superdotação. Registram-se, em muitos casos, a PRECOCIDADE do aparecimento das HABILIDADES e a resistência dos indivíduos aos obstáculos e frustrações existentes no seu desenvolvimento. (MEC,2006)

     Ao analisarmos o conceito citado, é contrassenso imaginarmos que as altas habilidades sejam uma exceção, pois, como visto, são manifestas em diversas áreas de atividade.

      Esse pressuposto fez com que Howard Gardner propusesse um modelo de inteligências múltiplas em face ao anterior de inteligência única, medido pelo QI.

           Lewis Terman criou o Santfrod-Binet Q.I. test, para estudar crianças com superdotação. Em  suas pesquisas, conseguiu a seguinte distribuição estatística:


        Não precisamos ser nenhum gênio em estatística para entender que a média de QI da população mundial é muito próxima, oscilando muito pouco, o que vários autores atribuem ao baixo acesso à leitura e aos problemas com os índices de desenvolvimento humano. Para você que ficou curioso, o QI médio do povo brasileiro é 87 enquanto o do povo japonês é 113.


Como atender esses alunos?


      Entretanto, se a média de QI da população mundial é 100, o que faz com que alguns povos possuam melhor desempenho do que outros, ou que aquele bom aluno se destaque tanto dos outros de sua classe? Gardner identificou e definiu oito tipos diferentes de inteligência: lógico-matemática, linguística, espacial, musical, corporal-sinestésica, intrapessoal, interpessoal e naturalista.

      Esse conceito vai ao encontro da premissa de Einstein, elevando nossas expectativas à boa performance do peixe pela sua habilidade natatória enquanto evitamos frustrá-lo exigindo dele uma competência que sua natureza não permite.


Finalizo deixando três dicas para o desenvolvimento de competências dos nossos alunos:


1 – Valorize o conhecimento prévio: o aluno já tem algum tipo de informação sobre o assunto a ser tratado, cabe ao professor ajudá-lo a compreender a diferença entre a informação verdadeira e a errada.

2 – Utilize meios diversos de exposição: se possuímos órgãos do sentido que abrangem todas as inteligências, por que utilizar apenas um no processo de ensinar?

3 – Não abra mão de ser afetivo: a equação é simples, um professor que inspira é copiado. Seja farol de conhecimento em mares turbulentos de contrainformação.


FONTE: https://www.iespe.com.br/


domingo, 17 de setembro de 2017

NOSSA, ESTAMOS EMBASBACADOS...




      Olha só quem está chegando no Cinema em Tiras!!!

QUEM FOI HERÓDOTO





      Também conhecido como o "Pai da História". Enquanto muitos homens recebem o crédito de terem "moldado" a história, há um de quem se pode dizer que a "criou". Heródoto desenvolveu os meios pelos quais nós, do mundo ocidental, podemos saber e avaliar a história e seus momentos mais importantes. Nascido em Halicarnasso, na Ásia Menor, ele teve um papel importante na revolução contra o tirano Lídames. 

      Posteriormente, mudou-se para Atenas, onde começou a anotar sistematicamente a história de sua própria época – particularmente as guerras entre Grécia e Pérsia – e os fatos que a precederam. Embora acontecimentos anteriores já houvessem sido registrados, Heródoto é considerado o "Pai da História", por ter sido o primeiro homem a tentar um estudo ordenado e objetivo das inter-relações entre os eventos históricos. Heródoto viajou para o Egito e percorreu o Mediterrâneo, estudando as culturas dessas regiões e registrando os fatos do modo mais fiel possível para a época. Ao teorizar sobre a História, ele aplicou a tradicional idéia grega da moderação, ou meio termo, segundo a qual o equilíbrio é desejável, e o excesso e o desequilíbrio são a receita para o desastre. Devido a essa teoria, o arrogante Xerxes I estava inevitavelmente condenado à derrota.


    Mais tarde, Heródoto ajudou a fundar o povoado grego de Turim, na Itália, onde ele provavelmente morreu.

FONTE: http://www.sohistoria.com.br/

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

TERAPIA COM CAVALOS AUXILIA NA SOCIALIZAÇÃO DE CRIANÇAS COM AUTISMO



      Em 1988, Dustin Hoffman popularizou o personagem Raymond no filme Rain Man, tornando conhecido, mundialmente, o transtorno do autismo e apresentando os problemas enfrentados por quem sofre de uma doença cujas causas são ignoradas, afetando 2 milhões de brasileiros e 70 milhões de pessoas no mundo. Para tratar essa complexa questão, conta-se, atualmente, com um tratamento inovador – a terapia com cavalos, ou equoterapia, indicada na socialização e integração emocional e educacional de pessoas com vários tipos de transtornos ligados ao contato pessoal com o meio em que se vive e com o outro.
 
      O objetivo dessa técnica e método terapêutico é motivar a inclusão social de quem vivencia essas dificuldades. Bender e Guarany, em artigo recém-publicado na Revista de Terapia Ocupacional da USP, buscam estudar o efeito da equoterapia no desempenho social de crianças e adolescentes com autismo, doença que acomete mais os meninos, e comparar com aqueles que não passaram por essa terapia. O diagnóstico para o Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) só é concluído quando da constatação de deficiências sociais e de comunicação e quando se observa a presença de comportamentos repetitivos e restritivos nos indivíduos.

      Estudos atuais têm demonstrado que o autismo é causado por vários fatores e depende de componentes genéticos e ambientais, interferindo na vida diária como “lazer, sono e descanso, no brincar, na escola, na participação social e no trabalho”. O artigo mostra a pesquisa das autoras no Rio Grande do Sul, com cuidadores que utilizam e os que não utilizam, em crianças e adolescentes autistas, a técnica da equoterapia, a qual, embora tenha se consolidado nos últimos anos, “ainda não é acessível à população como um todo, devido ao custo elevado da prática e a escassez do serviço em algumas regiões do país”. A equoterapia apresenta resultados positivos em relação ao autocuidado, tais como as práticas alimentares e as de higiene pessoal, estimuladas pelos terapeutas ocupacionais e, claro, pelos cavalos, pois os pacientes alimentam, escovam e participam do banho desses animais.
 
      As autoras também salientam a importância da estimulação de habilidades motoras, como caminhar, correr e pular, por exemplo, nos indivíduos autistas, visando à qualidade de vida destes últimos, que pode ser proporcionada pelo cavalo, “como um agente facilitador durante as atividades, mas utilizando-se das potencialidades do cavalo como estimulador dos componentes motores”. Apesar de não serem constatadas diferenças significativas entre os autistas praticantes e os não praticantes da terapia em relação à interação social, os estudos atuais apontam respostas otimistas como melhoras no humor, no contato visual, na expressão verbal e no comportamento em grupo.

      A grande dificuldade do autista é a sociabilidade, sendo esta uma necessidade fundamental na vida de todo ser humano.

      Nesse âmbito, de acordo com Bender e Guarany, por serem animais extremamente sociáveis, “que irão responder a estímulos humanos muito sutis”, os cavalos passam a ser uma alternativa produtiva de auxílio terapêutico para crianças e adolescentes com o transtorno, visto que “é no contexto das relações sociais que emergem a linguagem, o desenvolvimento cognitivo, o autoconhecimento e o conhecimento do outro”.

Daniele Dornelles Bender é graduada em Terapia Ocupacional pela Universidade Federal de Pelotas e terapeuta ocupacional no Hospital Escola da Universidade Federal de Pelotas, RS.
Nicole Ruas Guarany é doutora em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e docente no curso de Terapia Ocupacional da Universidade Federal de Pelotas, RS.


FONTE: http://jornal.usp.br/


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

ORIGEM DO NOME DAS CIDADES DO RIO GRANDE DO SUL - CANOAS




  

      Criado em 27 de junho de 1939, o município de Canoas teve sua origem por conta da construção da ferrovia São Leopoldo - Porto Alegre. 

       Neste período, onde hoje é a parada da Viação Férrea, eram vendidas canoas construídas com madeira das árvores usadas para a abertura da estrada.  Estas canoas serviam para transporte de pessoas e de materiais. 

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

FALTOU LÓGICA NOS DESENHOS ANIMADOS?





Patos comendo frango assado.




Minie com medo de rato???



Criado na selva, mas depilado???



A gravidade que só funciona quando olhamos para baixo.

domingo, 10 de setembro de 2017

ORIGEM DOS NOMES DAS CIDADES DO RIO GRANDE DO SUL - ALEGRETE




   Criado em 25 de outubro de 1831, o nome Alegrete remonta aos idos do início do século XIX. 

      Um povoado formado às margens do Inhanduí foi atacado por tropas uruguaias. Os uruguaios só se retiraram do povoado atacado quando as forças   comandadas por Dom Luiz Telles da Silva Menezes, 5º Marquês de Alegrete, em 1811. 

   Foi então que os habitantes do povoado destruído foram para às margens do Ibirapuitã, onde em 1817, ergueu-se a capelade Nossa Senhora da Conceição Aparecida de Alegrete, em homenagem ao título honorífico do governador Marquês de Alegrete.

sábado, 9 de setembro de 2017

CURIOSIDADES SOBRE O UMBIGO



1 – Tecnicamente falando, os umbigos são cicatrizes — já que eles se formam a partir do tecido deixado depois que o cordão umbilical que conecta os bebês à placenta é cortado após o parto;
2 – Eles não são uma exclusividade dos humanos: todos os mamíferos que têm placentas possuem umbigos;
3 – Geralmente, quando os umbigos começam a se formar, eles têm aquela aparência mais exposta, mas acabam adotando o formato de “buraquinho” com o passar do tempo. Estima-se que entre 5%% e 10% da população mundial tenha umbigos “para fora”;

4 – O formato (“para dentro” ou “para fora”) dos umbigos está associado com a maneira como o cordão umbilical é cortado e cicatriza  após o nascimento. Normalmente, os que têm aparência mais exposta são assim porque esse processo não aconteceu como deveria;
5 – Existem pessoas que não têm umbigo — e isso geralmente ocorre porque, como eles são cicatrizes, pode acontecer de elas desaparecem com o tempo conforme o bebê vai crescendo ou, ainda, como resultado de cirurgias abdominais e corretivas durante a infância;
6 – Também pode acontecer de os umbigos em forma de “buraquinho” ficarem para fora. Essa é uma curiosa “transformação” que pode ser observada durante a gravidez;
7 – Os umbigos servem de lar para uma enorme variedade de microrganismos: um estudo realizado com 60 voluntários identificou 2,368 espécies de bactérias no interior dos umbigos — dessas, 1.458 eram desconhecidas para a Ciência;
8 – No caso de gêmeos idênticos, é possível diferencias os irmãos a partir dos umbigos, uma vez que as cicatrizes não são provocadas pela genética;
9 – Michelangelo foi chamado de herege por dar um umbigo a Adão em sua famosa pintura criada no teto da Capela Sistina. Por quê? Considerando que Adão e Eva foram os primeiros humanos a caminhar sobre a Terra e não nasceram de ninguém, eles não poderiam ter umbigos;
10 – Dizem que a contemplação do próprio umbigo já foi considerada uma forma de meditação. Segundo algumas fontes, antigos monges gregos seguidores de uma tradição de oração chamada hesicasmo se concentravam em seus umbigos na busca de um melhor entendimento da glória divina;
11 – Existe uma fobia associada aos umbigos! Chamada onfalofobia, ela engloba aqueles que não suportam a ideia de ter as suas “cicatrizes umbilicais” tocadas e sentem verdadeiro pavor de olhar para as suas ou as de outras pessoas.
FONTE: MEGACURIOSO

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

O NOVO CONCEITO DE DEFICIÊNCIA



      Bengkala é uma pequena aldeia localizada ao norte de Bali, na Indonésia, e que apresenta uma peculiaridade bastante interessante: por causa de uma questão congênita, praticamente 2% de toda a população é composta de pessoas surdas. Trata-se de uma média altíssima, tornando única a experiência dessa vila.

      Lá, as pessoas surdas desenvolveram uma língua de sinais chamada Kata Kolok, que é utilizada não apenas por elas próprias, mas também pelos ouvintes.

      O jornalista norte-americano Andrew Solomon esteve em Bengkala em 2008 e, no livro Longe da Árvore (Companhia das Letras, 2013), relatou que todos por ali “cresceram com pessoas surdas, e todos conhecem a língua de sinais exclusiva usada na aldeia, por isso a distância entre a experiência das pessoas surdas e não surdas é menor do que talvez em qualquer outro lugar do mundo”.

      Ainda de acordo com Solomon, em Bengkala as pessoas tratavam a surdez e a audição da mesma forma como, em outras sociedades, a altura ou a raça eram concebidas, como simples atributos dos indivíduos. Após a visita, o jornalista concluiu que “onde a surdez não prejudica a comunicação ela não é uma desvantagem”.

      Façamos um interessante exercício de abstração a fim de analisar a questão seguinte: se submetêssemos os habitantes surdos de Bengkala à legislação brasileira, é certo que eles seriam enquadrados no conceito jurídico de deficiência?

      E, conforme estabelece o art. 2º da nova lei, “considera-se pessoa com deficiência aquela que tem impedimento de longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial, o qual, em interação com uma ou mais barreiras, pode obstruir sua participação plena e efetiva na sociedade em igualdade de condições com as demais pessoas”.

      Trata-se de conceito aberto e dinâmico, cujos contornos dependerão sempre da análise dos elementos existentes no caso concreto, não sendo possível, assim, uma definição apriorística da questão.

      É preciso destacar, antes de mais nada, que a lei distingue a limitação funcional apresentada pela pessoa da deficiência. A ausência de visão, a surdez ou a condição física do cadeirante, por exemplo, são limitações funcionais, reconhecidas como atributos da pessoa e inerentes à diversidade humana. A deficiência, por sua vez, tem caráter relacional, por consistir na interação de tais atributos com barreiras existentes no meio social, cujo resultado é a dificuldade ou o impedimento para o acesso e exercício de direitos em igualdade de condições com as demais pessoas.

      A deficiência, portanto, é externa à pessoa, por advir da inacessibilidade encontrada no meio, que resulta em uma desvantagem econômica ou social para pessoas que estão fora do padrão de pessoa média, standard de pessoa. Em última análise, decorre da incapacidade de toda a sociedade em se organizar adequadamente para ensejar a convivência de pessoas que estão fora dos padrões dominantes.

     E, na medida em que se trata de um problema estrutural, é responsabilidade do Estado e de toda a sociedade eliminar os obstáculos existentes para que pessoas com limitações funcionais participem ativamente da vida em sociedade.

      Apenas para aprofundar um pouco mais essa reflexão e para reforçar a ideia de que as limitações físicas, sensoriais, mentais e intelectuais não se confundem com o conceito de deficiência previsto no direito brasileiro, atente para o fato de que uma pessoa que apresente uma limitação física severa em um ambiente acolhedor e aberto à diversidade, talvez não vivencie a experiência da deficiência (por não sofrer o problema da exclusão social), ao contrário de alguém com uma limitação física branda que esteja submetida a um meio inacessível e fechado ao “diferente”, marcado por grande preconceito.

      Neste ponto retomamos o caso dos habitantes surdos de Bengkala que, se fossem submetidas ao regime jurídico previsto na Lei Brasileira de Inclusão, provavelmente não seriam reconhecidas como pessoas com deficiência. Ao que tudo indica, nesta pequena aldeia a surdez não se revela uma desvantagem econômica e social, na medida em que as pessoas surdas e os ouvintes se comunicam sem dificuldades e participam da vida social em uma situação de paridade. Em Bengkla, ao que parece a surdez é valorada de forma neutra, sem que lhe seja atribuída um caráter negativo ou de “defeito”.

      Conforme a lei pátria, portanto, a deficiência não se confunde com as limitações funcionais referidas anteriormente, sendo fruto da vivência de exclusão social e econômica imputada às pessoas que apresentam essas mesmas limitações funcionais. E essa exclusão, é importante destacar, advém não de fatores intrínsecos a tais pessoas, mas da recusa de adaptação do meio e da intolerância, como a ausência de rampas de acesso para cadeirantes, falta de adaptação física do transporte público, recusa de matrícula em escolas públicas ou particulares para crianças e jovens autistas ou com síndrome de Down, recusa de acesso ao emprego ou pagamento de salários indignos tão somente por se tratar de pessoa cega ou surda, etc.

      Por isso ter a exata noção do conceito de deficiência é tão importante. É o primeiro passo para compreender toda a sistemática jurídica de proteção a esse grupo populacional em nosso país.

      Infelizmente não é raro, no meio jurídico, entre pessoas que teriam o dever de conhecer o direito e a ciência do direito, o emprego de expressões como “deficientes” ou “portadores de deficiência”, fato que não representa mera confusão terminológica ou falta de rigor técnico, sendo mesmo fruto de desconhecimento da matéria e apego a parâmetros ultrapassados na concepção do tema.



FONTE:  http://justificando.cartacapital.com.br


 

quinta-feira, 7 de setembro de 2017

PERSONAGENS HISTÓRICOS X DRAMATURGIA



      A novela "Novo Mundo" conseguiu segurar o público com bons índices de audiência com uma trama histórica movimentada e interessante. Não foi a primeira vez que a teledramaturgia ocupou-se da vida da família real no Brasil, mas a proposta ousada de trazer as aventuras amorosas de Dom Pedro para o horário das 18 horas, sem dúvida, agradou e muito o público.

      Sendo assim, aí vão alguns dos personagens da novela que saíram das páginas dos livros de História:

1) DOM PEDRO I




2) IMPERATRIZ LEOPOLDINA




3) DOMITILA (MARQUESA DE SANTOS)




4) CHALAÇA




5) JOSÉ BONIFÁCIO




6) DOM JOÃO VI




7) CARLOTA JOAQUINA