sexta-feira, 30 de março de 2012

OS CANIBAIS DA CAPITAL - 240 ANOS DE PORTO ALEGRE





      Você já ouviu falar no caso do linguiçeiro da rua do Arvoredo? É uma história antiga, que sobreviveu por anos a fio pela tradição oral e por muito tempo, acreditou-se que se tratava apenas de uma lenda urbana. A história oficial em vão buscou abafar a história, mas a verdade é que a cidade entrou para a galeria dos crimes mais hediondos por causa de um homem insuspeito, bon vivant — na verdade um verdadeiro chacal escondido com peles de um dândi, e talvez o maior facínora de seu tempo. Tudo começou em 1863, na provinciana Porto Alegre dos tempos do Segundo Império. Naquele tempo, a capital era a quarta maior do Brasil, com cerca de 20 mil habitantes, 4 mil casas, 18 edifícios públicos e sete igrejas. Foi na cidadela que se encastelava na península central de ruas sem calçamento e cheia de tocas de tatu de escravos fugidos que nasceu o mito de José Ramos, o insuspeito açougueiro que fazia lingüiça de restos humanos.
     Ramos era considerado como um discreto gentil-homem, elegante e viajado, como se saísse das páginas de um romance de Alexandre Herculano. Era visto em casas de ópera da cidade e consta que tinha excelente gosto musical. Na verdade, ele era uma espécie de inspetor de polícia que foi obrigado a fugir de Santa Catarina após matar o próprio pai. Em Porto Alegre, o assassino se tornou um homem da lei. Foi quando ele conheceu Catarina Pulse, magiar descendente de alemães, nascida na Transilvânia (é verdade!). Casada, viu o marido se matar na própria frente durante a viagem ao Brasil. Essa mulher de personalidade enjeitada conheceu o nobre José Ramos. O amor bandido de ambos deu origem à lenda dos carniceiros. As primeiras vítimas — sempre gente de fora — eram fisgadas por Catarina no Beco da Ópera (hoje a rua Uruguai, no coração de Porto Alegre).
      Atraídos pelos dotes físicos da mulher, eles iam para o cadafalso por um trajeto obscuro de ladeiras, do velho Beco do Poço até a rua da Igreja (hoje Duque de Caxias), até a casa dele — um sobrado que ficava atrás da antiga Matriz, na rua do Arvoredo, hoje Fernando Machado. Curioso é que aquele sobrado era aziago. Ali ocorreu o primeiro latrocínio, segundo registros da época. Pior que isso, nos fundos da Igreja da Matriz (onde hoje resiste bravamente a Catedral) ficava o cemitério da cidade. Como a chuva amiúde lavava o terreno, não era raro encontrar fêmures e caveiras rolando sorridentes pela rua do Arvoredo. Como ninguém queria alugar aquela casa, Ramos e Catarina se mudaram para lá, transformando aquele pardieiro refugado pela sociedade no seu ninho de amor e lascívia. Era ali, naquele ambiente íntimo, que eles matavam as suas vítimas, com requintes de crueldade...
      Com técnica refinada, cada corpo era degolado, esquartejado, descarnado e cortado com capricho e em fatia, para serem acondicionados em baús. Para o trabalho, o açougueiro contava com a ajuda de Carlos Claussner — que pouco tempo depois seria transformado em lingüiça pelo comparsa. Com o moedor, ele fazia guisado da carne e preparava o produto, oferecido para toda a cidade em seu açougue da rua da Ponte (hoje Riachuelo, fundos da Igreja Nossa Senhora das Dores). Consta que a lingüiça de José Ramos era muito apreciada.  Ramos foi condenado à forca e Cataria morreu louca num hospício. Mas o imperador Dom Pedro II voltou atrás, e deu a pena de prisão perpétua ao açogueiro, que José veio a falecer na cadeia em 1893. A despeito de todo o escândalo, os crimes da rua do Arvoredo foram propositalmente ignorados pela imprensa de época. Em sua pesquisa, porém, Décio Freitas constatou que a história repercutiu em jornais da França e do Uruguai!


Rua do Arvoredo


"CADEIRA DE RODAS NUNCA MAIS" - INVENÇÃO TURCA



      Uma sensacional invenção criada por cientistas turcos, que irá fazer revolução na vida das pessoas com deficiência física. Com o slogan “No More Wheelchairs” (Cadeira de rodas nunca mais) o equipamento permite que cadeirantes voltem a ficar em pé e até mesmo se locomover mantendo a postura ereta. Com a divulgação recente, o Tek RMD (Robotic Mobilization Device) funciona como um apoio cervical totalmente mecânico, que se adapta a várias formas, além de se movimentar.
      Por ser um modelo experimental, o aparelho ainda está em fase de testes, e não tem preço ou prazo para chegar ao mercado.


Fonte: http://www.uhull.com.br/ e Deficiente Ciente http://www.deficienteciente.com.br/

quinta-feira, 29 de março de 2012

MÚSICA - RAUL SEIXAS: COWBOY FORA DA LEI

video

UM PRÍNCIPE AFRICANO EM PORTO ALEGRE - 240 ANOS DE PORTO ALEGRE


      Quem passa pela rua Lopo Gonçalvez na Cidade Baixa, nem imagina que na metade da sua quadra (onde hoje existe um condomínio), ficava a casa do Príncipe Custódio Joaquim de Almeida, ou Osuanlele Okizi Erupê.
      Nascido na Nigéria em 1831, seria filho de um rei, destronado pelos ingleses no final do século XIX. É comum afirmar que a vinda do Príncipe ao Brasil seria resultado de um acordo com os ingleses, que lhe ofereceram uma renda permanente para que não apresentasse resistência, abdicando seu trono e se exilando em outro país. Veio, então, como príncipe para o Brasil, sendo muito reconhecido como o consolidador das religiões de matriz africana no Rio Grande do Sul. Inicialmente fixou-se em Rio Grande e Bagé, vindo para Porto Alegre com 70 anos de idade. Falava fluentemente francês e inglês e era cercado de muitas histórias, freqüentando, inclusive a alta sociedade da época. Sua casa, na Cidade Baixa, era frequentadíssima. Sua festa de 100 anos durou três dias, ao som de tambores africanos.
      Depois de peregrinar em vão pela Bahia e Rio de Janeiro, os búzios indicaram ao príncipe exilado de sua terra, Benin — entre a Nigéria e o Togo —, pela coroa inglesa, o Rio Grande do Sul como uma espécie de terra prometida. Alcançou o porto de Rio Grande em 1864 e chegou a Porto Alegre no início do século passado. Circulou como um branco livre, em plena escravatura, pela corte rio-grandense, de braços dados com ilustres líderes políticos, de Júlio de Castilhos a Getúlio Vargas, que durante seu governo perseguiu os seguidores das religiões afro.
      Seus conhecimentos de idioma português não eram muito corretos, porém podia expressar-se fluentemente em inglês e francês, além de falar ainda vários dialetos das tribos africanas que havia governado. As festas a que levava a efeito periodicamente em sua casa - notadamente na data de seu aniversário - duravam três dias com a casa sempre cheia de gente, da manhã à noite, se comia e se bebia do bom e do melhor ao som dos tambores africanos que batucavam sem parar naquelas setenta e duas horas. E nesses dias o príncipe recebia a visita da gente mais ilustre da cidade, inclusive do presidente do Estado, Borges de Medeiros que, conhecendo a ascendência daquele homem sobre a população de cor, ia felicitá-lo, talvez mais por motivos políticos do que por outra coisa. 
       A casa do príncipe vivia sempre lotada de gente, de visitantes e de pessoas que ele encontrava nas ruas e lhe pediam auxílio. No verão, em janeiro, o programa era conhecido. Ia todo mundo para a casa de propriedade de Custódio Joaquim de Almeida, na Praia de Cidreira. A viagem para o velho balneário era qualquer coisa de sensacional e folclórico. Embora fosse dono de carruagem e tivesse dinheiro para alugar quantas diligências quisesse, o príncipe gostava de viajar em carretas puxadas por bois na maior calma e na mais incrível lentidão. 
         Custódio plantou o Bará, orixá que, segundo a tradição, abre e fecha os caminhos, em 7 pontos da capital gaúcha. Entre esses lugares estaria o Palácio Piratini e o Mercado Público, que trouxe a figura do príncipe negro de volta durante a reforma do prédio histórico, em 1993. O prédio é um lugar místico para os adeptos dos terreiros há mais de cem anos. 
      Na prática, há os que dizem que a figura do príncipe negro não passe de uma lenda; e os que procuram desenterrar uma história bem escondida. Morto aos 104 anos, em 1936, Custódio deixou um legado espiritual que tem pesado por mais de um século sobre o Rio Grande do Sul.


Bará no Mercado Público

      A importância simbólica que o Mercado tem para os seguidores das religiões afro-gaúchas se dá pelo fato de acreditarem que no “cruzeiro” central do prédio esteja assentado o Orixá Bará, que na concepção africana, é a entidade que abre os caminhos, sendo também o guardião das casas e cidades. Ali estaria “assentado” o Orixá (divindade cultuada pelo batuque) em forma, imagina-se, de uma pedra. Este objeto, também chamado pelos religiosos de Ocutá, estaria enterrado na área central do Mercado, significando que o Orixá está ali, para ser visitado, cultuado e receber oferendas. O Bará representa também o trabalho, a fartura e o início de todas as coisas. Por isto é muito comum ver religiosos em seus ritos jogarem moedas no centro do Mercado, principalmente perto da Banca Central.

quarta-feira, 28 de março de 2012

CADEIÃO DO GASÔMETRO - 240 ANOS DE PORTO ALEGRE

     

      Esta foto é de 1962 e é do falecido fotógrafo José Abraham, o Espanhol, e mostra o Cadeião na Volta do Gasômetro, junto ao Guaíba, entre a Rua da Praia e a Duque de Caxias. Chegou a abrigar 580 presos. Em 1954, foi destruído por incêndio provocado pelos próprios encarcerados.

FONTE: Jornal do Comércio - http://jcrs.uol.com.br/

terça-feira, 27 de março de 2012

DEFICIÊNCIAS - MARIO QUINTANA


DEFICIÊNCIAS, Mario Quintana (escritor gaúcho nascido em 30/07/1906 e morto em 05/05/1994 .

"Deficiente" é aquele que não consegue modificar sua vida, aceitando as imposições de outras pessoas ou da sociedade em que vive, sem ter consciência de que é dono do seu destino.

"Louco" é quem não procura ser feliz com o que possui.

"Cego" é aquele que não vê seu próximo morrer de frio, de fome, de miséria, e só tem olhos para seus míseros problemas e pequenas dores.

"Surdo" é aquele que não tem tempo de ouvir um desabafo de um amigo, ou o apelo de um irmão. Pois está sempre apressado para o trabalho e quer garantir seus tostões no fim do mês.

"Mudo" é aquele que não consegue falar o que sente e se esconde por trás da máscara da hipocrisia.

"Paralítico" é quem não consegue andar na direção daqueles que precisam de sua ajuda.

"Diabético" é quem não consegue ser doce.

"Anão" é quem não sabe deixar o amor crescer.

E, finalmente, a pior das deficiências é ser miserável, pois:

"Miseráveis" são todos que não conseguem falar com Deus.

"A amizade é um amor que nunca morre."

O INCÊNDIO QUE ORIGINOU A CIDADE BAIXA - 240 ANOS DE PORTO ALEGRE



Na foto, o Solar do Barão e da Baronesa do Gravataí, onde hoje é o Colégio Pão dos Pobres
 
     
      Sim, segundo a história oficial de Porto Alegre, foi assim mesmo que aconteceu. Ali, onde hoje fica o Pão dos Pobres, em meados do século 19 ficava o deslumbrante Solar do Barão do Gravataí. O rio Guaíba vinha até onde hoje é a Avenida Praia de Bellas. João Batista da Silva Pereira era casado com Maria Emília, e ambos eram donos da maioria da extensão de terras que hoje corresponde a Cidade Baixa. João Batista ganhou o título de Barão do Gravataí após uma visita ilustre em sua casa: em 1845, o Imperador Dom Pedro II hospedou-se no rico solar, e como gratidão, concedeu ao seu anfitrião o título de nobreza. Um ano após a visita do Imperador, o Barão do Gravataí morreu de forma misteriosa. Naquela época, o título de nobreza não era extensivo, ou seja, a esposa do barão não era uma baronesa. Mas, como forma de fazer uma gentileza, Dom Pedro II conferiu à Maria Emília o título de Baronesa do Gravataí.
      Sem saber lidar com os negócios do falecido marido, a Baronesa do Gravataí acabou por perder toda a vasta fortuna que possuía. Aí começa a parte mais interessante da história: no que alguns historiadores consideram ter sido uma boa jogada, a Baronesa do Gravataí entendeu que a solução para não ficar na miséria era lotear suas terras e vendê-las para a prefeitura. Após um misterioso incêndio que destruiu completamente o Solar da Baronesa do Gravataí numa tarde de por do sol laranja, ela enviou para a Câmara de Vereadores um mapa detalhado dos terrenos daquilo que viria a ser o bairro Cidade Baixa. Nascia assim a Cidade Baixa como bairro, após um misterioso incêndio que alguns historiadores especulam ter sido causado pela própria Baronesa do Gravataí, como forma de comover a opinião pública e sensibilizar a Câmara de Vereadores a lotear a sua propriedade.

segunda-feira, 26 de março de 2012

ESCRAVOS NA LIMA E SILVA - 240 ANOS DE PORTO ALEGRE



      Uma história muito interessante de Porto Alegre é sobre os escravos da Lima e Silva. No século 19, quando a Cidade Baixa era um bairro povoado sobretudo por negros foragidos, prostitutas e pequenos comerciantes, vários proprietários de escravos que viviam na rua Lima e Silva entraram num consenso revolucionário para a época. Quatro anos antes da abolição da escravatura que viria a ser assinada pela Princesa Isabel em 1888, os donos de escravo decidiram dar cartas de alforria a todos os seus cativos.
      Era o dia 7 de agosto de 1884, e uma grande comemoração ecoou por aquela que viria a ser a mais popular das ruas da Cidade Baixa. Naquele dia mesmo, coroando as comemorações dos negros e dos abolicionistas que viviam por aquelas bandas, foram colocadas várias placas nas esquinas da Lima e Silva onde letras garrafais anunciavam: "NA RUA LIMA E SILVA TODOS SÃO LIVRES"...
      Coincidência ou não, hoje, mais de 120 anos depois, a Lima e Silva ainda conserva uma energia diferenciada de liberdade, onde emos, punks, gays e demais moradores se expressam e transitam em harmonia.

sábado, 24 de março de 2012

MORRE O HOMEM COM SÍNDROME DE DOWN MAIS VELHO DO MUNDO


      Normalmente, um obituário não seria causa para uma boa história da semana, mas ler sobre o Sr. Bert Holbrook (olhe para a foto dele!), você vai sorrir e concordar!
      Um homem de Minnesota, Estados Unidos, reconhecido pelo Guinness World Records como o homem mais velho com Síndrome de Down, morre aos 83 anos.
     Bert Holbrook foi identificado como o homem mais velho do mundo com síndrome de Down em novembro de 2008. Residente em Minnesota morreu na quarta-feira (14/03) de causas naturais.
      Aqueles que conheciam Holbrook atribuiam sua longa vida a seus bons genes.

Fonte: http://www.pediastaff.com/
Tradução Livre realizada pelo Blog Deficiente Ciente

sexta-feira, 23 de março de 2012

PEDREIROS PASSAM POR CADEIRANTES PARA TESTAR AS CALÇADAS QUE FIZERAM


      ‘Calceteiros’ conheceram os problemas de locomoção dos deficientes físicos. Curso da prefeitura de Curitiba será aplicado em outros funcionários.
      Os pedreiros que fazem as calçadas de Curitiba estão aprendendo em um curso quais as dificuldades enfrentadas por deficientes físicos para cruzar os caminhos construídos por eles mesmos. O objetivo do curso é mostrar aos trabalhadores a importância de dar acessibilidade a todos. De acordo com a prefeitura, entre 200 e 300 pessoas – entre pedreiros, mestres de obra, fiscais e engenheiros – deverão passar por esse treinamento.
      A primeira etapa do curso é aplicada em uma sala de aula, onde os pedreiros têm lições sobre as características das pessoas com deficiência e as dificuldades de locomoção que elas possuem. “Quando eles vivenciam, eles percebem que uma pedrinha torta desequilibra a cadeira de rodas, encontra uma barreira na bengala do cego”, diz Denise Moraes, professora do curso.
      Em seguida, eles vão às ruas, para ver e sentir a realidade dos deficientes. Primeiro, eles dão um passeio com uma cadeira de rodas. Depois, é a vez de vendar os olhos e sentir as irregularidades do piso que atrapalham a vida dos deficientes visuais.

FONTE: Deficiente Ciente

quinta-feira, 22 de março de 2012

EXPOSIÇÃO COM AUDIODESCRIÇÃO EM PORTO ALEGRE

     
       A abertura da exposição *"O Solar que Virou Museu"
será no próximo sábado, dia 24, às 17 horas.

      O Museu Joaquim Felizardo, localizado no Solar Lopo Gonçalves, no bairro Cidade Baixa, guarda grande parte da história de Porto Alegre. Trata-se de um prédio centenário que teve uma longa trajetória desde sua construção, como sede de chácara, até sua restauração e transformação no museu histórico da cidade.
       A exposição "O Solar que Virou Museu" conta a história desse lugar e homenageia intelectuais gaúchos que lutaram pela sua preservação. A exposição também destaca a figura de Joaquim Felizardo, que dá nome ao museu.
      Fotografias, reportagens da época, linhas de tempo e objetos arqueológicos do acervo ganham acessibilidade para pessoas com deficiência visual através de audioguia com texto e descrição de imagens, além de catálogo em braille. O Museu conta, ainda, com elevador e banheiro adaptado para pessoas com mobilidade reduzida.
      A exposição “O Solar que virou Museu: memórias e histórias” faz parte das comemorações dos 240 anos de Porto Alegre e será aberta em 24 de março, às 17h. A mostra integrará a  exposição permanente do museu. A entrada é franca e as visitações podem ser feitas de terças-feiras a sextas-feiras, das 9h às 11h30 e das 14h às 17h30 e aos sábados, das 13h30 às 17h30.

descrição do convite:
O Solar que virou Museu: memórias e histórias.
Abertura exposição 24 de março de 2012, 17 horas
Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo
Rua João Alfredo 582, Cidade Baixa, Porto Alegre
Telefones: 51 3289.8096 e 3289.2788
      O convite, em tons de bege e cinza, tem formato retangular na horizontal. É ilustrado por duas fotografias do Solar Lopo Gonçalves. A primeira, em preto e branco, apresenta uma vista da fachada principal, com a pintura envelhecida e o jardim mal conservado. Como pano de fundo, uma imagem antiga e esmaecida de uma rua da cidade. A segunda fotografia, colorida, mostra o Solar reformado e tem como pano de fundo uma imagem recente da cidade. No rodapé, os logotipos do Museu de Porto Alegre Joaquim Felizardo e da Prefeitura de Porto Alegre.


FONTE: Comunicação ACERGS comunicacao@acergs.org.br , Mil Palavras http://www.milpalavras.net.br/

quarta-feira, 21 de março de 2012

DIA DA SÍNDROME DE DOWN


     
      O Dia Internacional da Síndrome de Down foi proposto pela Down Syndrome International como o dia 21 de Março, porque esta data se escreve como 21/3 (ou 3-21), o que faz alusão à trissomia do 21. A primeira comemoração da data foi em 2006.
      No Brasil, houve muita repercussão na mídia desta data em 2007, pela presença do jogador de futebol Romário e da novela Páginas da Vida.
      A Cor eletrônica (321000) foi proposta por Gaston Schwabacher. Também fazendo alusão à trissomia do 21.
      Síndrome de Down ou Trissomia do cromossoma 21 é um distúrbio genético causado pela presença de um cromossomo 21 extra total ou parcialmente.
      Recebe o nome em homenagem a John Langdon Down, médico britânico que descreveu a síndrome em 1862.  A sua causa genética foi descoberta em 1958 pelo professor Jérôme Lejeune, que descobriu uma cópia extra do cromossoma 21.
      A síndrome é caracterizada por uma combinação de diferenças maiores e menores na estrutura corporal. Geralmente a síndrome de Down está associada a algumas dificuldades de habilidade cognitiva e desenvolvimento físico, assim como de aparência facial. A síndrome de Down é geralmente identificada no nascimento.
      Pessoas com síndrome de Down podem ter uma habilidade cognitiva abaixo da média, geralmente variando de retardo intelectual leve a moderado. Um pequeno número de afetados possui retardo mental profundo. É o distúrbio genético mais comum, estimado em 1 a cada 800 ou 1000 nascimentos.
      Muitas das características comuns da síndrome de Down também estão presentes em pessoas com um padrão cromossômico normal.

      Elas incluem a prega palmar transversa (uma única prega na palma da mão, em vez de duas), olhos com formas diferenciadas devido às pregas nas pálpebras, membros pequenos, tônus muscular pobre e língua protrusa. Os afetados pela síndrome de Down possuem maior risco de sofrer defeitos cardíacos congênitos, doença do refluxo gastroesofágico, otites recorrentes, apneia de sono obstrutiva e disfunções da glândula tireóide.
      A síndrome de Down é um evento genético natural e universal, estando presente em todas as raças e classes sociais.

sábado, 17 de março de 2012

MÁQUINA DO TEMPO - CHUVAS EM PORTO ALEGRE

PORTO ALEGRE, MAIO DE 1941






PORTO ALEGRE, MARÇO DE 2012


PESSOA COM DEFICIÊNCIA E NÃO PORTADOR DE DEFICIÊNCIA

      Praticamente todas as notícias que leio na internet ou que vejo na TV classificam ainda as pessoas com deficiência como portadores de deficiência. Aí decidi postar no face essa foto abaixo... Trabalho de formiguinha, eu sei... mas, de algum jeito temos que começar!

ATLETA COM DEFICIÊNCIA CONSEGUE ÍNDICE PARA LONDRES




      Primeiro atleta com deficiência deficiência a disputar um Mundial de Atletismo, está bem próximo de fazer história novamente. Neste sábado, o sul-africano conseguiu o índice para participar dos Jogos Olímpicos de 2012, ao percorrer 400 metros no tempo de 45s20, em prova disputada em Gauteng North (África do Sul).

      “Estou extremamente feliz por ter conseguido a classificação olímpica. É um grande momento para mim e tentarei dar meu melhor", afirmou Pistorius, quem classificou de "momento mágico" o instante em que cruzou a linha de chegada. 


      Pistorius tem 26 anos e corre com próteses nas duas pernas. O sul-africano é recordista mundial nos 100m, 200m e 400m raros para pessoas com deficiência na classe T44. Ele teve as duas pernas amputadas quando tinha 11 meses idade.

      No Mundial de Atletismo, em 2011, Pistorius chegou até as semifinais dos 400m, quando foi eliminado. Antes, em 2008, ele tentou se classificar para as Olimpíadas de Pequim em 2008. O caso virou polêmica, já que a IAAF (Federação Internacional de Atletismo) o proibiu de competir em provas fora do calendário paralímpico.

      “Está proibido o uso de qualquer dispositivo técnico que incorpore molas, rodas ou qualquer elemento que dê a seu usuário vantagem sobre outro atleta que não possui tal dispositivo”, diz o regulamento da entidade. Em maio do mesmo ano, após apelação do corredor, a CAS (Corte Arbitral do Esporte) anulou esta decisão.

      Neste ano, o sul-africano foi homenageado com o Prêmio Laureus, considerado o Oscar do esporte.


sexta-feira, 16 de março de 2012

JOVEM COM SÍNDROME DE DOWN É APROVADO EM UNIVERSIDADE DO RS


      Desde o dia 5 de março, os almoços da família Nogueira ganharam uma alegria diferente em Pelotas, no sul do Rio Grande do Sul. É na mesa, ao lado dos pais, que o estudante Gabriel conta com empolgação cada detalhe de sua nova façanha: a aprovação para o curso de teatro na Universidade Federal de Pelotas (Ufpel). O jovem de 24 anos tem Síndrome de Down e foi um dos selecionados pelo Programa de Avaliação da Vida Escolar (Pave), que analisa o currículo escolar dos alunos.
      "Está sendo uma emoção permanente", conta a mãe de Gabriel, Joseane de Almeida, que vibra com cada uma das histórias que o garoto traz das aulas. Em vez de isolar o menino, os pais optaram por outro caminho. Desde a infância, o jovem participou de atividades que despertassem sua criatividade e aptidões. Integrante de um projeto da Ufpel, o Carinho, Gabriel fez aulas de natação e também de dança. “Sou faixa preta em Taekwondo”, conta o estudante que pratica a atividade há alguns anos.
      O primeiro filho de um casal pelotense sempre estudou em escolas normais. “Ele nunca repetiu o ano, sempre foi muito esforçado”, diz Joseane. Quando sua irmã mais nova decidiu cursar jornalismo, Gabriel entusiasmou-se com a idéia e também quis virar calouro. “A ideia foi dele. Nos questionávamos se ele iria conseguir, mas ele não se deixa intimidar, é de bem com a vida e conseguiu uma nota suficiente para entrar”.
      O Pave é um programa da Ufpel paralelo ao Enem, que avalia o desempenho escolar durante todo o ensino médio, possibilitando o ingresso de diferentes pessoas na universidade. A coordenadora do curso de teatro da faculdade explica que diversas provas são desenvolvidas ao longo da vida letiva do concorrente. “O edital tem uma série de peculiaridades. Mas o positivo disso tudo é que mais pessoas estão tendo acesso às universidades”, fala Marina de   Oliveira. Os professores e os colegas de Gabriel também estão entusiasmados com a convivência. “Ele é muito carismático e espontâneo. O maior desafio é dos próprios professores, já que é uma novidade para todos. Estamos construindo novas formas de relacionamento, de construir o conhecimento”, retrata a coordenadora.
      Em um curso dividido em três eixos, pedagógico, prático e teórico, a maior dificuldade de Gabriel, segundo sua mãe, será as matérias com caráter mais subjetivo. “Apesar de adorar filosofia, o desafio dele será na compreensão.
      Ele demora um pouco mais para acompanhar as coisas”, explica. Já no olhar do próprio aluno, estar na universidade tem sido um grande presente. “Eu acho interessante teatro. A matéria que mais gostei até agora é a de improvisação”, conta. Na infância, Gabriel participou de algumas peças na escola. Amante de violão, lançou-se em 2011 na sua primeira interpretação no filme “Down City”, que conta a história de uma pessoa que nasce normal em uma cidade de portadores da Síndrome de Down. Com a vaga garantida na faculdade, o garoto agora faz planos com a namorada. “Comemoramos dois anos em abril. Quero casar e constituir família”, completa, feliz, Gabriel.

quarta-feira, 14 de março de 2012

CADEIRA SUTRA - SEXO EM CADEIRA DE RODAS


      Quem vê uma pessoa na cadeira de rodas pode até achar que a vida sexual dela é pouco ativa e limitada. Mas você pode estar muito enganado, viu? A pessoa com deficiência física já redescobriu, há muito tempo, como manter uma relação bem quente.
      Recentemente, o mexicano Arturo Valdez escreveu o livro: “Silla Sutra – Sexualidade Activa”, que ensina uma variedade de posições inspiradas no Kama Sutra para serem reproduzidas e praticadas pelo cadeirante.
      Fabiano Puhlmann é psicólogo, psicoterapeuta e especialista em sexualidade humana. Ele se tornou paraplégico aos 18 anos, depois de mergulhar em uma piscina e quebrar o pescoço. Para o especialista, o deficiente físico precisa reencontrar a intimidade com o próprio corpo e com o corpo do parceiro.
      “A proposta da cadeira de rodas como mediadora de posições sexuais ousadas (cadeira sutra) é adotada pela grande maioria dos deficientes. Todo cadeirante, mesmo aqueles que ficaram deficientes físicos a pouco tempo, acabam incorporando a cadeira de rodas como uma extensão de seu corpo”, comentou Puhlman.
      Para o psicólogo, em um mundo inclusivo com acessibilidade, comunicação e atitudes favoráveis, as pessoas com deficiência se expressam plenamente nos relacionamentos afetivos, sendo paixão ou amor, com outros deficientes ou não. “Pessoas com deficiência aprenderam a lidar com os preconceitos e sabem como reverter o olhar negativista da sociedade”, disse ele.
      “O envolvimento afetivo é sinônimo de maturidade afetiva. Consegue se envolver quem não tem medo de sofrer, quem não quer fazer ninguém sofrer.
      Homens e mulheres maduros afetivamente cuidam dos relacionamentos, têm empatia com o parceiro e expressam os sentimentos de modo claro e assertivo. É a capacidade do ser humano de se abrir para desfrutar a atividade sexual com total desprendimento, sem temores, vergonha, culpa ou preconceitos”, ressaltou.
      Puhlmann é autor do livro “A Revolução Sexual sobre Rodas” e nele o psicólogo conta histórias verdadeiras de seus clientes, para compartilhar e estimular o deficiente a encarar sua situação sem receio. Além disso, o escritor abre o leque para falar da sexualidade do portador de deficiência física, unindo os conceitos da moderna terapia sexual com as histórias verídicas, e através dos contos mitológicos gregos vai dando recados e dicas para melhorar a vivência erótica.
      Ao contar suas próprias experiências, o psicoterapeuta afirma que é possível inovar nas posições para apimentar ainda mais a relação, desde que estejam na fantasia do casal, mesmo algumas sendo bem difíceis de executar. E acrescentou: “A fantasia é a mola propulsora da realização sexual e todos nós temos.
      Aqueles que acham que não as tem estão reprimindo-as. As fantasias sexuais são inevitáveis, e saudáveis, tendo grande importância na vida ativa do casal, pois alimentam uma parte do desejo e das motivações sexuais.”

Por Stefane Braga (MBPress)a
Fonte: Via Mulher

segunda-feira, 12 de março de 2012

BRITÂNICA DESCOBRE QUE SEU NAMORADO E EX-NAMORADO ERAM A SUA AMIGA


Jessica


      Quando Jessica Sayers terminou com o namorado Luke, depois que ele tentou apalpá-la, logo se apaixonou pelo tímido Connor. Ela só não sabia que Luke e Connor eram a mesma pessoa, Gemma Barker - uma amiga dela. Gemma vivia 6 personagens diferentes.

      Gemma foi presa há dois dias, condenada a dois anos e meio, por fraude e violência sexual. Ela vivia seis identidades diferentes, além da original. Nesta quarta-feira, Jessica, da cidade de Weybridge, na Inglaterra, resolveu falar sobre o relacionamento com a impostora, que era amiga dela. Jessica diz que não reconheceu amiga.

      - Tudo em Luke e Connor era diferente. Era como se eles fossem pessoas diferentes até no beijo - contou a jovem de 18 anos, em entrevista ao jornal “The Sun” - Ninguém sabe o que é descobrir que a pessoa que você ama e quer passar o resto da sua vida não é real. Gemma e Jessica: caso inusitado
      A inglesa disse que Connor e Luke se vestiam e até falavam de maneiras distintas. Ela sequer desconfiou que os dois eram a mesma pessoa, muito menos que eram Gemma. Jessica só descobriu a farsa quando Connor adormeceu ao lado dela, depois de apalpá-la e beijá-la diversas vezes na cama. Gemma foi presa.

      Jessica desconfiou que quem estava dormindo ali era na verdade Aaron - outro personagem de Gemma que dizia ser irmão gêmeo de Connor.

      A jovem ficou enojada por ter dormido com o suposto irmão do namorado e chegou a tentar o suicídio.
      Gemma estava caracterizada de Aaron quando foi presa. A polícia só teve certeza de que se tratava de uma garota quando revistaram Gemma, já na delegacia. E só depois da prisão Jessica descobriu a mentira que estava vivendo.

      - Eu sei que as pessoas ficam se perguntando como eu não percebi que era ela. Mas Gemma foi muito inteligente, e eu ingênua - desabafou Jessica - Ela queria ser atriz e deveria ter levado o Oscar por isso - ironizou.

      Jessica cresceu com Gemma. As duas estudavam na mesma escola, em turmas diferentes. Jessica estudava com com uma outra vítima de Gemma, que não pode ser identificada por ser menor de idade. Além de Connor, Aaron e Luke, Gemma criou outros três personagens. Ela fez perfis falsos em redes sociais e a partir deles enviava mensagens para as vítimas.

 
Gemma




Fonte: Extra Online e The Sun

domingo, 11 de março de 2012

EQUOTERAPIA

     
      A Equoterapia, constitui um tratamento complementar de apoio a reabilitação física e intelectual às pessoas com deficiências físicas, intelectuais e/ou psicológicas, que utiliza o cavalo como instrumento de trabalho em uma abordagem, multi e interdisciplinar. É um trabalho que segue paralelo à fisioterapia, fonoaudiologia e outras atividades, podendo ser aplicada a partir de um ano e meio de idade.

      Ao andar, o cavalo faz com que a pessoa que o monta execute, mesmo que involuntariamente, movimentos tridimensionais horizontais (direita, esquerda, frente e trás) e verticais (para cima e para baixo). Após 30 minutos de exercício, o paciente terá executado de 1,8 mil a 2,2 mil deslocamentos, que atuam diretamente sobre o seu sistema nervoso profundo, aquele responsável pelas noções de equilíbrio, distância e lateralidade. Ou seja, o simples andar do animal faz dele uma máquina terapêutica capaz de garantir ao deficiente uma capacidade motora que não possuía e, assim, restituir-lhe, pelo menos em parte, as funções atrofiadas pelo comportamento físico.

      Os benefícios da interação entre o homem e o cavalo é algo antigo. Já em 377 A.C. Hipócrates, o chamado Pai da Medicina, conceituava a equitação como meio de regeneração da saúde.
 
FONTE: Site desvendandooautismo

sábado, 10 de março de 2012

MAMMA MIA! - SUGESTÃO DE FILME


     
      Mamma Mia! conta a história de Sophie, uma garota de 20 anos prestes a se casar, que vive com a mãe, Donna Sheridan, dona de um pequeno hotel na ilha de Calicos, na Grécia, e que não conhece seu pai. Achando o diário da mãe, descobre que ela teve um relacionamento com três homens diferentes Sam Carmichael, Bill Andersson e Harry Bright, num curto período de tempo, meses antes de seu nascimento e que pode ser filha de qualquer um dos três. Resolve então convidá-los todos para o casamento ,sem que sua mãe saiba,para tentar descobrir qual deles é seu verdadeiro pai, que nem Donna sabe ao certo, e ter seu desejo, de que ele a leve ao altar,cada um dos supostos pais,tem vidas diferentes...
      Sam Carmichael - um arquiteto norte-americano que teve um caso de amor com Donna vinte anos atrás.
Bill Andersson - um escritor e aventureiro sueco, também um dos antigos amores de Donna.
      Harry Bright - um banqueiro britânico, também caso amoroso de Donna na mesma época, que mais tarde descobriu-se homossexual.
      Mamma Mia é um musical que inclui, na trilha sonora , grandes sucessos do ABBA como "Super Trouper", "Dancing Queen", "Knowing Me, Knowing You", "Thank You for the Music", "Money, Money, Money", "The Winner Takes It All", "Voulez-Vous", "I Have a Dream" e "SOS", além da canção título.

Pais – USA
Língua – Ingles
Ano - 2008
Duração – 108 min


FONTE: http://glsfilme.blogspot.com/

sexta-feira, 9 de março de 2012

VAGAS PARA PCDs

            
           Repassando mais um email da Egalitê:
           Encaminhamos algumas oportunidades de trabalho, específicas para Pessoas com Deficiência (PCD), com processo seletivo ao longo do mês de Março de 2012.
            Relembrando que todas as empresas parceiras da Egalitê buscam a contratação efetiva, com carteira de trabalho assinada, benefícios e salários de acordo
com o padrão do mercado.


Interessados, favor entrar em contato ou enviar e-mail através dos dados abaixo:
Site Egalitê: www.egalite.com.br
Telefone: (51) 3062.4500
E-mail:  CV@egalite.com.br  

Segue abaixo a descrição das vagas com definição de cargos/salários/cidades:

NOME VAGA: Técnico em Segurança do Trabalho
Nâ ° de VAGAS: 3
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 1.100,00 + Benefícios

NOME VAGA: Aux. Mecânica Industrial
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 750,00 + Benefícios

NOME VAGA: Aux. Eletrônica 
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL R$ 750,00 + Benefícios

NOME VAGA: Aux. Mecatrônica
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL R$ 750,00 + Benefícios

NOME VAGA: Aux. Administrativo (ISO) + Pacote Office
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL R$ 1000,00 + Benefícios

NOME VAGA: Técnico em Informatica
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL R$ 1100,00 + Benefícios

NOME VAGA:  Assistente Administrativo
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 1.080,00

NOME VAGA:  Assistente Administrativo Vendas
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 1.080,00

NOME VAGA: Auxiliar de Financeiro
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 847,00 + Benefícios

NOME VAGA: Atendente Pós Venda (Tele atendimento)
Nâ ° de VAGAS: 10
CIDADE: Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 670,00 + Benefícios (6 horas)

NOME VAGA: Auxiliar de Pintura
Nâ ° de VAGAS: 5
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 750,00 + Benefícios

NOME VAGA:  Assistente Administrativo
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 800,00

NOME VAGA: Auxiliar de Montagem
Nâ ° de VAGAS: 10
CIDADE: Grande Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 750,00 + Benefícios

NOME VAGA: Operador de Processos Industriais I
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 805,00 + Benefícios

NOME VAGA: Operador de Processos Industriais II
Nâ ° de VAGAS: 2
CIDADE: Porto Alegre
FAIXA SALARIAL: R$ 869,00 + Benefícios (Tarde/Noite)

Site Egalitê: www.egalite.com.br
Telefone: (51) 3062.4500
E-mail:  CV@egalite.com.br  

Atenciosamente,

Gustavo Albuquerque
(51) 3062.4500 / 9993.5945

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Sobre o Dia Internacional da Mulher...

      Desencontros, mitos e fantasias. Quantas vezes não ouvimos contar que o Dia Internacional da Mulher foi criado em homenagem a operárias têxteis mortas em um incêndio em 1857, em Nova York. Ou talvez em 1908 ou 1910. Ou mesmo que a comemoração, decidida em 1910 na conferência de mulheres socialistas, escolheu o dia 8 de março para lembrar as operárias mortas em um incêndio. Como vimos acima, a criação do Dia Internacional das Mulheres não tem qualquer vinculação com eventos de greves ou de incêndio ocorrido nos Estados Unidos. Algumas feministas européias na década de 1970 já levantavam dúvidas sobre essas versões e foram sugerindo pesquisas que pudessem desvendar as histórias repetidas sem qualquer evidência.
      Em 1911, ocorreu em Nova York um incêndio em uma fábrica têxtil onde morreram mais de uma centena de trabalhadores, em sua imensa maioria mulheres. Um evento trágico e importante para a história do movimento dos trabalhadores nos Estados Unidos. Nesta data, entretanto, as militantes socialistas já haviam aprovado a criação do Dia Internacional das Mulheres. E o incêndio tampouco ocorreu na data do dia 8 do mês de março. Ao misturar, contar e recontar histórias também se escondeu uma história política, das militantes socialistas. Recuperar os elos perdidos dos fatos e da história enriquece a luta das mulheres. O ciclo de lutas, numa era de grandes transformações sociais, até as primeiras décadas do século XX, tornaram o Dia Internacional das Mulheres o símbolo da participação ativa das mulheres para transformarem a sua vida e transformarem a sociedade.

quarta-feira, 7 de março de 2012

OS GRANDES LÍDERES - SPARTACUS


      Espártaco (ou Spartacus) colocou em risco a república romana ao liderar uma revolta de escravos. Enfrentou as legiões por dois anos e só foi derrotado pela intervenção das tropas experientes do general Pompeu.

      Nascido na Trácia, no nordeste da
Grécia, provavelmente em 113 a.C., foi pastor e soldado romano. Após desertar, tornou-se chefe de uma quadrilha. Em 73 a.C., foi preso e vendido em Cápua, no sul da península Itálica, a uma escola de gladiadores do lanista (negociante e treinador de gladiadores) Lêntulo Baciato, ex-legionário e ex-gladiador. Segundo o historiador grego Plutarco, Espártaco revoltou-se contra a humilhação e injustiças cometidas por Lêntulo e fugiu com outros cativos.

      Roma enviou tropas para acabar com a rebelião, mas elas foram derrotadas pelos fugitivos. A notícia da revolta se espalhou e vários escravos se uniram aos rebeldes refugiados no monte Vesúvio (um vulcão, em Nápoles).

      O governo romano enviou então o pretor Cláudio Glaber, com 3 mil homens, para neutralizar a revolta. Glaber fechou a única saída das escarpas do Vesúvio. Como não queria passar pela humilhação de lutar contra escravos, o pretor planejou matá-los de fome. Mas Espártaco desceu a montanha com cordas e atacou de surpresa. Os romanos fugiram, abandonando as armas.

      A cada vitória, o contingente rebelde recebia a adesão de agricultores pobres, desempregados e outros escravos. O avanço de um outro pretor, Públio Varino, foi detido pelas táticas de guerrilha dos gladiadores. No final de 73 a.C., o exército de Espártaco já contava com cerca de 100 mil homens.

      Os revoltosos se dividiram. Uma parte permaneceu no Sul da península Itálica. Espártaco e outro grupo foram para o Norte. O plano era atravessar os Alpes e chegar à Gália e depois, à sua terra natal, a Trácia. Dois cônsules foram destacados para atacá-los.

      Gélio Publícola foi para o Sul. E Lêntulo Clodiano foi interceptar a coluna ao norte. No Monte Gargano, na Apúlia, Gélio venceu os 20 mil rebeldes, liderados por Crixo, que morreu na batalha. O cônsul partiu então para ajudar Lêntulo, mas os escravos destruíram os dois exércitos romanos.

      O governador da Gália Cisalpina, Cássio Longino, atacou Espártaco com 10 mil homens em Mutina (atual Módena), mas também foi derrotado. Espártaco poderia continuar a viagem para o norte, mas decidiu voltar para o sul, talvez para atacar Roma, que tinha dois de seus principais generais em campanhas distantes: Pompeu, na Espanha, e Lúculo, na Trácia. O Senado romano destacou Marco Crasso para combatê-lo.

      Evitando a capital, Espártaco venceu outras duas colunas romanas e continuou no rumo sul. O objetivo era chegar ao mar e atravessar para a Sicília. Foi feito um acordo com piratas, mas os espiões de Crasso descobriram o plano e subornaram os corsários.

      Espártaco tentou negociar sua rendição, mas Crasso negou-lhe esse direito. Sem outra saída, o rebelde atacou o exército romano no norte da Lacânia, em 71 a.C.

      Plutarco conta que Espártaco tentou matar Crasso, mas não conseguiu chegar até o general. O exército dos rebeldes foi derrotado e os seis mil combatentes que sobreviveram foram crucificados ao longo dos 200 quilômetros da Via Ápia, de Cápua, perto de Nápoles, a Roma, de modo a atemorizar outros escravos e impedi-los de qualquer movimento rebelde.


segunda-feira, 5 de março de 2012

MÁQUINA DO TEMPO - FLORIPA - ILHA DO DESTERRO

      Aí algumas fotos antigas da Ilha do Desterro... Sim, era assim que Florianópolis era conhecida antigamente.

ANTES












AGORA, 26 DE FEVEREIRO DE 2012


foto by Will Stevan


Estátua do governador Hercílio Luz, que construiu a primeira ponte a ligar o continente a Florianópolis.




domingo, 4 de março de 2012

MUITO TRI

Aqui em Porto Alegre, muito tri significa "muito legal"!




Bom domigno a todos e a todas!!!

ARRÃN, CLAUDIA, SENTA LÁ

video

Muito engraçado esse vídeo! Sinal de que tudo melhora com o tempo... ou não - eheheh!

Confusão nos primeiros segundos...  A Xuxa pedindo para as crianças sentarem.
Aos 36 segundos uma menina junta um papel do chão e mostra para Xuxa. No papel está escrito Claudia. Xuxa então fala a famosa frase “arãn, Claudia, senta lá”... tipo, arãn o quê? eheheh!

Aos 40s dá para perceber que ela está bem irritada, pedindo a ajuda das crianças. "Por favor, ajuda eu..."
1m8 segundos ela arrasta uma menina pelo braço.
Clima tenso. As crianças se olham assustadas.
1m28s ela diz que não se responsabiliza pelas crianças, e que elas vão se machucar...
A "brincadeira" parece enfiada goela abaixo...
3min 10s ela pede desculpas por gritar com as crianças

3m38s ela começa  a falar do disquinho onde tem Sergio Reis, Xuxa, Pelé, etc... as crianças não estão nem aí para o tal disquinho, mas aos 3m57 todo mundo começa a dançar q nem robozinhos.

UM POR TODOS, TODOS POR UM: EMOCIONANTE


Fonte: http://www.campograndenews.com.br/

      Algumas histórias são boas de contar e outras ainda melhores pela emoção que faz até quem é repórter há 20 anos sentir o olho lacrimejar. Na noite de quinta-feira(16.02), alunos do curso de Engenharia Ambiental da UFMS produziram uma dessas notícias.

      No Teatro Glauce Rocha, os rapazes da turma emocionaram os convidados ao aparecerem carecas na cerimônia de colação de grau, uma homenagem ao colega também sem cabelos, mas por consequência da quimioterapia.

      Há menos de um mês, Jaito Mazutti Michel, 24 anos,descobriu um tumor no joelho, maligno. As aulas na faculdade já haviam terminado e só quando os colegas se reuniram para o ensaio da formatura confirmaram a doença.

      “Um foi contando para o outro pelo telefone, mas a ficha só caiu quando a gente viu ele debilitado e careca. Como muita gente vai embora depois da formatura, resolvemos fazer essa despedida como forma de desejar boa sorte”, contou o colega Leandro de Oliveira.

      A ideia de se solidarizar com a careca de Jaito veio de supetão. Assim que ele virou as costas, os 23 homens da turma resolveram fazer a homenagem. Depois do ensaio, seguiram para o Salão do Gaúcho, perto da universidade, e um a um o grupo foi raspando o cabelo.

      Tudo foi gravado e transformado em um clipe ao som de Jack Jhonson.
      Na noite da colação, veio a surpresa. Jaito entrou por uma porta lateral, por conta da dificuldade de locomoção, já que esta usando muletas.

      Na entrada principal, os meninos sorriam a cada passada de mão na careca. “Nossa, eu só fiquei sabendo da homenagem agora. Eles são lindos”, disse surpresa a coordenadora do curso, Paula Loureiro.

      Sentado ainda entre as cadeiras da platéia, com cara de quem não sabe de nada, Jaito só descobriu a malandragem dos colegas quando a mestre de cerimônias anunciou o clipe.

      A introdução do amigo no vídeo, explicando o motivo da ida em massa ao salão naquele mesmo dia, arrancou a primeira lágrima do homenageado que ao ver as imagens reproduzirem o desapego as madeixas de alguns mais cabeludos que os outros caiu no choro, levando junto a família inteira e quem estava por perto.

      A plateia ficou muda, sem saber que a tal doença falada no clipe era algo tão perigoso como o câncer. Ao fim do clipe, depois de limpar o rosto molhado e reposicionar os óculos no rosto, Jaito foi chamado para subir ao palco e sentar em uma das cadeiras destinadas aos formandos e, provavelmente, poucos foram tão aplaudidos quanto ele no dia da formatura.

      A cerimônia seguiu com a entrada dos colegas sem cabelo ao chamado do cerimonial, todos com sorriso aberto para Jaito, que retribuiu no mesmo tom e com serenidade.

      Na fila, um dos formandos tinha uma carga extra de emoção. Guilherme, o irmão do homenageado, também se formou ontem. Os dois começaram a faculdade juntos em 2007, apesar da diferença de 2 anos. Escolheram algo louvável nos dias atuais, a engenharia que cuida do meio ambiente.

      O pai agrônomo influenciou e acompanhou a formatura dos dois filhos sempre com os olhos marejados e as duas mãos juntas apoiadas a boca, como fazem todos os emocionados.

      Guilherme sentou ao lado do irmão e era o braço na hora que exigia os formandos em pé. “A gente ligado e quando fiquei sabendo do diagnóstico, perdi o chão”, lembrou Guilherme.

      Jaito sempre foi o festeiro da turma, o piadista, personalidade lembrada pela colega Izabella Grubert durante o discurso da oradora. No primeiro ano de curso os dois “ficaram”, contou a jovem e depois viraram amigos, dividindo as responsabilidades da comissão de formatura. “Sabe aquele tipo de pessoa doce, que vive sorrindo, que sempre tem uma piada para dizer ou uma festa para arrumar? Esse é o Jaito”, comentou.

      No discurso, a voz faltou várias vezes, mas Izabella conseguiu dizer que “quando nossos filhos, no futuro, assistirem ao clipe e perguntarem porque todos estavam carecas, vamos dizer que para um amigo se sentir melhor, fazemos qualquer coisa”.

      Depois de virar o centro da cerimônia, com jeito tímido, Jaito agradeceu. “Não suspeitei de nada. É maravilhoso perceber que as pessoas gostam de você. È um momento muito difícil e tento sempre preservar o sorriso porque sei que se eu cair, minha família e meus amigos vão sofrer. Mas vamos em frente e tudo vai dar certo.”

      Jaito passou pela primeira sessão de quimioterapia e ainda vai enfrentar a segunda antes da cirurgia para retirar o tumor do joelho.

sexta-feira, 2 de março de 2012

PSICÓLOGO COM PARALISIA CEREBRAL DEFENDE INCLUSÃO ESCOLAR



      A paralisia cerebral dificulta a fala e a coordenação motora, mas não a produção intelectual do psicólogo paulistano Emílio Figueira, 42.
      A deficiência não o impede de estudar, escrever, ler, atualizar seus sete blogs e ministrar aulas on-line. Passa a maior parte do tempo em casa, no computador, no qual digita usando só a mão direita.
      Para ele, o empenho da sua família no seu desenvolvimento foi um fator que o tornou um exemplo bem-sucedido de inclusão.
      Na década de 70, inclusão não era uma palavra conhecida. O foco das instituições voltadas a deficientes era adaptá-los à sociedade.
      Hoje o modelo se inverteu: é a sociedade que deve mudar para incluir os deficientes. “Até os anos 80, éramos vistos como coitadinhos. Tudo era cultura assistencialista. Mas nos organizamos e saímos do isolamento.”
      Na adolescência, Emílio se mudou para Guaraçaí, (397 km de São Paulo), onde frequentou pela primeira vez uma escola regular. Vida normal! Nadava, jogava bola, ia a bailes. Viver entre garotos sem deficiência foi essencial ao seu crescimento, diz.
      Aos 16, teve o primeiro livro publicado, de poemas. Não parou mais: calcula ter escrito 70, metade jogou fora. A obra mais recente, “O Que é Educação Inclusiva” (Brasiliense, R$ 19), trata de um dos seus temas favoritos.
      A convivência entre pessoas com e sem deficiência traz vantagens para todos, prega. “Se você educar uma criança com deficiência entre iguais, não haverá estímulos. Mas, se ela for para uma escola normal, se autoestimulará.”
      Nas faculdades, diz ele, o pior é a falta de material adaptado, como livros em braille: “Grande parte delas faz vista grossa para isso. O caminho é fazer movimento”.
      Emílio considera a legislação brasileira sobre inclusão avançada, mas vê armadilhas na maneira como a Lei de Cotas (obriga empresas com mais de cem funcionários a reservar 5% das vagas a deficientes) vem sendo conduzida. “As empresas oferecem ou cargos baixos ou com alto nível de exigência. E dão a desculpa que há vagas, mas não há gente qualificada.”
      Apesar das suas conquistas, há muitas coisas que gostaria de fazer, mas não pode. Dirigir, por exemplo. “Falar que eu levo uma vida totalmente normal é demagogia.”
      O psicólogo conta que deseja viver uma história de amor, e a internet é sua aliada na busca. Contatos virtuais ajudam, segundo ele, a diminuir o estigma. “É possível conhecer a pessoa por dentro antes do primeiro encontro.”
      Emílio quer escrever um livro sobre sua experiência nos sites de relacionamento. “Espantei Mais Uma!” será o título. “Eu começava a conversa com as moças e na segunda mensagem já revelava minha deficiência. A maioria nunca mais me respondia. Cheguei a ter relacionamentos com duas, de uma gostei de verdade. Pensamos em nos casar, mas a família dela não deixou. Mas não me abalo fácil: continuo nos sites, tenho fé.”