sábado, 21 de janeiro de 2017

SURFISTA BRASILEIRO CEGO SURFA "ESCUTANDO O MAR"




      A cegueira poderia ser um obstáculo que separaria o capixaba Derek Rabelo, 23 anos, e o surfe. Poderia, mas não foi. Desde o nascimento, esteve ligado ao esporte. O nome foi escolhido pelo pai – que também é surfista – para homenagear o havaiano e campeão mundial Derek Ho.
      Derek nasceu cego por conta do glaucoma e, apesar disso, sempre teve o incentivo do pai para se dedicar ao surf. Aos 17 anos, transformou a esperança do pai em realidade. “Meu pai me disse: ‘se você tem um sonho, você tem que acreditar em si mesmo, ou você não pode fazê-lo’”, conta Derek. O pai costumava ir com Derek ao mar todas as manhãs e teve a iniciativa de colocá-lo em um curso de surfe.

      O segredo para superar a falta de visão, aponta Derek, é aproveitar a força dos outros sentidos. “Eu escuto e sinto o mar. Cada parte de uma onda faz barulhos diferentes, então eu decido de que lado da onda eu devo navegar”, relatou o tabloide britânico Mirror.

      “Eu acredito que todos nós temos sentidos dados por Deus que devem ser utilizados com paixão e perseverança”, ensina Derek. O capixaba, inclusive, estrela o documentário Além da Visão, que mostra a sua rotina e sua dedicação ao surf. O reconhecimento mundial do brasileiro ocorreu em 2012, ao surfar em Pipeline, no Havaí, considerada área de uma das ondas mais perigosas do mundo.

sexta-feira, 20 de janeiro de 2017

ET DE VARGINHA




      No dia 20 de janeiro de 1996, o Brasil conhecia o suposto caso do um ser extraterrestre que teria sido avistado na cidade de Varginha, em Minas Gerais. O “Incidente de Varginha” ou “ET de Varginha”, como ficou conhecido pela imprensa, foi uma possível aparição de objetos voadores não identificados e de captura de criaturas alienígenas. Tudo começou quando três garotas afirmaram ter visto uma criatura com pele marrom, viscosa, grandes olhos avermelhados e uma cabeça volumosa com protuberâncias.
      Outras testemunhas na ocasião também disseram ter visto um OVNI. O Corpo de Bombeiros e Polícia Militar do local negaram todas as informações e uma pesquisa da Universidade de São Paulo concluiu que não há provas de que tenha ocorrido a visita de seres extraterrestres a Varginha.
      Mesmo assim, a história virou uma lenda urbana e o "ET de Varginha" entrou para o folclore nacional. De acordo com uma investigação de 1997, um grande mal entendido teria dado origem ao “ET de Varginha”. De acordo com o laudo, as garotas, na realidade, se depararam com um cidadão popularmente conhecido como Mudinho, que vivia com sua família em frente ao terreno do suposto avistamento. Este homem, que tem deficiência mental, tem o hábito de ficar agachado coletando pequenos objetos do chão. No dia do incidente, Mudinho poderia estar sujo de lama por causa das fortes chuvas e teria assustado as garotas que o teriam confundido com uma "criatura alienígena". Apesar de a presença alienígena ter sido descartada, a cidade de Varginha recebe muitos turistas por conta da história. Inclusive, um dos pontos turísticos da cidade é uma enorme caixa d água no centro, em formato de nave espacial.

FONTE: http://seuhistory.com/

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017

DROT PARK - PRACINHA NO CEMITÉRIO




      O local que vamos descrever a seguir só podia ser assombrado! Ele fica em Huntsville, no Alabama, e se trata de um parquinho que foi construído em um recanto do Cemitério de Maple Hill. Agora, diga aí, caro leitor... Quem é que monta um playground dentro de um cemitério e espera que ele não seja associado com histórias de terror? Aliás, que ideia! Um espaço de brincadeiras entre lápides?
      As sepulturas infantis não ficam muito longe, e é claro que o parquinho foi apelidado pela população de Huntsville de “Playground das Crianças Mortas”. Para piorar, dizem que um serial killer que apavorou a região nos anos 40 depositou os corpos de suas vítimas em um campo que fica no local.

FONTE: MEGACURIOSO

TOP 10 MITOS POPULARES QUE TODO MUNDO ACREDITA



1 – Vacina pode causar gripe – Muitas pessoas acreditam, ou já acreditaram, que tomar vacina causa gripe. Na verdade, a vacina estimula a produção de anticorpos no organismo injetando vírus mortos no corpo para alertar o sistema imunológico. A vacina pode até causar mal-estar, mas não causa a doença.



2 – Nós usamos apenas 10% dos nossos cérebros – Esse mito é muito famoso, mas não é verdadeiro. A capacidade cerebral é muito explorada e nós usamos muito bem os nosso cérebros.



3 - Açúcar deixa crianças hiperativas – Isso também não é verdade. Um estudo publicado em 1994 no Journal of Abnormal Child Psychology indicou que o açucar não altera o humor e a energia das crianças.



4 - Goma de mascar fica no estômago por 7 anos – O chiclete não é digerível, mas isso não significa que ele fique preso no sistema digestivo.



5 - Você deve tomar pelo menos 2,5 litros de água por dia – Esse mito também é famoso. Os seres humanos já ingerem muita água vinda dos alimentos e não precisam beber o líquido propriamente dito.



6 - A Muralha da China pode ser vista do espaço - Muita gente acredita nesse mito, mas fotos via satélite confirmaram que é impossível diferenciar a muralha.



7 - Estalar os dedos causa artrite – Estalar os dedos não desgasta os músculos e não causa artrite.



8 - Água de torneira é ruim – A água da torneira tem um tratamento adequado e é semelhante à água engarrafada.



9 - Engolimos cerca de 8 aranhas por ano durante o sono – É mentira que quem dorme de boca aberta engole aranhas sem saber.



10 - Ventiladores podem matar - Este mito é famoso na Coreia do Sul. Dizem que, se funcionar por muito tempo, o ventilador acaba com o ar do ambiente e pode matar as pessoas por asfixia.

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

LEI INCLUI PESSOAS COM DEFICIÊNCIA EM COTAS DE CURSO TÉCNICO E SUPERIOR FEDERAL



 
      O presidente Michel Temer sancionou no dia   28 de dezembro uma lei que inclui pessoas com deficiência na lei que determina as cotas nas universidades federais e nos cursos técnicos de nível médio federais. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União no dia 29 de dezembro.
 
       A lei sobre cotas, publicada em 2012, institui que 50% das vagas das universidades federais sejam destinadas a alunos que tenham concluído o ensino médio integralmente em escola pública. No caso dos cursos técnicos de nível médio, a reserva de 50% das vagas é garantida para alunos que tenham cursado o ensino fundamental em escola pública.
 
       Dentro dessas vagas reservadas, metade deveria ser destinada a estudantes com renda familiar igual ou menor que 1,5 salário-mínimo per capita. Além disso, a porcentagem de vagas para pretos, pardos e indígenas deveria seguir a porcentagem dessas populações em cada estado.
 
       A lei publicada nesta quinta-feira inclui as pessoas com deficiência nessa regra. Ou seja: a partir de agora, as vagas de universidades e cursos técnicos federais reservadas para alunos de escola pública - que correspondem a 50% do total - devem seguir a proporção de pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência observada em cada estado.
 
       Anteriormente, a regulamentação já permitia que as universidades federais instituíssem reservas de vagas para pessoas com deficiência, mas isso era opcional e essas vagas seriam adicionais em relação à cota garantida pela lei.
 
       Segundo a nova lei, o programa especial de acesso às instituições de educação superior para pretos, pardos, indígenas e pessoas com deficiência deverá ser revisado em um prazo de 10 anos.
 
FONTE: G1

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

ERROS ORTOGRÁFICOS MAIS COMUNS NO MUNDO DO TRABALHO


“Segmento” / “Seguimento”

Erro: O seguimento de mercado mostrou-se propício a investimentos.


 Forma correta:
O segmento de mercado mostrou-se propício a investimentos.


 Explicação: Segmento é sinônimo de seção, parte. Seguimento é o ato de seguir. (Ex: O projeto de implantação da ciclovia não teve seguimento.).


“Por hora” / “Por ora”

Erro: O diretor afirmou que, por hora, não poderia responder.


 Forma correta:
O diretor afirmou que, por ora, não poderia responder.


 Explicação:
A expressão “por hora” refere-se a tempo. “Por ora” expressa o sentido de “por enquanto”.


“Meu óculos” / “meus óculos”

Erro: Ele havia esquecido seu óculos no restaurante.


 Forma correta:
Ele havia esquecido seus óculos no restaurante.


 Explicação: As palavras ligadas ao substantivo “óculos” devem ser flexionadas para o plural.


“Onde” / “Em que”

Erro: Participei da reunião onde foram tomadas várias decisões sobre os benefícios dos trabalhadores.


 Forma correta: Participei da reunião em que (ou na qual) foram tomadas várias decisões sobre os benefícios dos trabalhadores.


 Explicação: A palavra onde é um advérbio de lugar e, portanto, só deve ser usada referindo-se a lugar. Em outros sentidos, utilize a expressão em que ou no/a qual.


“É proibido” / “É proibida”

Erro: É proibido a entrada de pessoas não autorizadas.


 Forma correta:
É proibida a entrada de pessoas não autorizadas. ou É proibido entrada de pessoas não autorizadas.

 Explicação:
Deve-se fazer a concordância somente quando o substantivo estiver acompanhado, por exemplo, de artigo, pronome demonstrativo, pronome possessivo.


FONTE: http://exame.abril.com.br/

segunda-feira, 16 de janeiro de 2017

O MISTÉRIO DOS MENINOS SOLARES



      Um caso bastante intrigante vem chamando a atenção de médicos internacionais: a condição de saúde dos meninos solares, dois irmãos paquistaneses que vivem normalmente durante o dia, mas ficam totalmente paralisados durante a noite.

O caso dos meninos Shoaib e Abdul é raro na medicina. Segundo os médicos, os dois irmãos não se movimentam, não falam, não comem e não abrem os olhos depois que o Sol se põe.

      A comunidade médica internacional nunca viu um estado clínico semelhante a este. Shoaib Ahmed e Abdul Rasheed têm, respectivamente, 9 e 13 anos de idade. Eles receberam o apelido de meninos solares justamente porque durante o período de luz solar eles são normais e fazem coisas que qualquer criança faria, como correr e brincar. Contudo, ao anoitecer, os meninos entram em um estado vegetativo.

      Cerca de 13 institutos internacionais já foram acionados para ajudar a explicar a condição física dos meninos, entre eles a Clínica Mayo e o Instituto Hopkins, dos Estados Unidos, mas até agora ninguém conseguiu encontrar uma razão lógica para o problema. Os médicos avaliam principalmente o fato de que sem a luz solar os dois meninos começam a apresentar perda de controle das extremidades do corpo.

      De acordo com Javed Akram, professor de medicina no Instituto Paquistanês de Ciências Médicas, o caso é um verdadeiro desafio para a ciência. Diversos testes já foram feitos para tentar determinar o motivo do estado vegetativo dos garotos. Os tratamentos médicos estão sendo pagos pelo Estado paquistanês.





      A família afirma que os meninos solares são assim desde que nasceram. Eles vivem na região da cidade de Quetta, capital da província de Baluchistan. Os pais dos garotos são primos de primeiro grau e tiveram seis filhos.

      Shoaib e Abdul estão em observação em Islamabad, capital do Paquistão. Amostras de sangue foram recolhidas e enviadas para especialistas.

sábado, 14 de janeiro de 2017

GRANDES ESCRITORES: ALEX HALEY




      Alexander Murray Palmer Haley (Alex Haley) (Ithaca, 11 de agosto de 1921 - Seattle, 10 de fevereiro de 1992) foi um escritor estadunidense. É conhecido principalmente por seus relatos sobre a escravidão

      Sua obra mais conhecida é "Roots: The Saga of an American Family", publicado em 1976. O romance foi adaptado duas vezes para a televisão. Suas obras se baseiam principalmente nas histórias de sua própria família, dando uma interpretação da viagem de um Africano Kunta Kinte para a América durante o período da escravidão.

      O sucesso da primeira obra foi fundamental para que Haley pudesse continuar escrevendo sobre a mesma temática. A história rendeu debates incessantes na televisão sobre a questão do preconceito contra negros nos EUA. Os debates aconteceram até a década de 1990.


      Alex Haley usa de sua genealogia para traçar a história da escravidão através de suas "negras raízes".

      Inicia com a história de seu quinto avô Kunta Kinte no século XVIII, que vivia em uma tribo na África Gâmbia Africa Ocidental, onde foi capturado por traficantes de escravos. Antes do ocorrido, o autor relata os costumes da tribo, a educação das crianças a divisão do poder e as tradições. Depois, denuncia os horrores vividos pelos escravos nos navios negreiros. Mulheres eram estupradas pelos traficantes, a ponto de seus órgãos ficarem em carne viva, outros eram jogados no mar para aliviar a fome dos tubarões.



      Quando seu quinto avô chega à América do Norte é vendido, foge várias vezes até ter metade de seu pé amputado. Quando finalmente muda de dono, passa a ser o caseiro da casa grande e se casa com a doméstica. O casal tem uma filha, que ao tentar fugir com o namorado, é vendida para uma outra família. A menina é estuprada pelo novo patrão e o autor novamente relata em detalhes todos os passos da escravidão negra nos Estados Unidos.

      Foram 20 anos de pesquisa que trouxeram à luz, denúncias da escravidão, desmascarando a própria história, cheia de ideologias e de vencedores.

      Alex Haley também descendia do clã Kinte.

FONTE: WIKIPEDIA