quarta-feira, 31 de agosto de 2016

CRIATIVIDADE É TUDO...





       O jovem Thai Anucha "Cha" Saengchart faz sucesso na internet com suas fantasias inusitadas. Ao contrário do que nós estamos acostumados a ver, seus cosplays não envolvem muitos acessórios caros, mas sim criatividade:











FONTE: MEGACURIOSO

segunda-feira, 29 de agosto de 2016

MENINO DE 4 ANOS COM APARÊNCIA DE IDOSO ABANDONA A ESCOLA POR CAUSAR MEDO




    Bayezid Hossain tem apenas 4 anos, mas aparenta ser muito mais velho. O garoto mora em Magura, no sul de Bangladesh.

     Ele sofre de progéria, também conhecida como síndrome de Huntchinson-Gilford, que é extremamente rara e causa um envelhecimento precoce.

    A aparência idosa faz com que as crianças tenham medo de se aproximar de Bayezid, que largou a escola por conta disso. Algo lastimável, já que o menino tem uma inteligência acima da média para a sua idade.

     Essa doença inspirou o escritor F. Scott Fitzgerald a escrever “O Curioso Caso de Benjamin Button”.

     Os acometidos por essa síndrome raramente ultrapassam os 13 anos de idade. Eles morrem de ataque cardíaco ou de acidente vascular cerebral ainda na infância.



     Os pais do garoto são primos, o que levou a vizinhança a acusá-los de não serem dignos de ter uma criança. A mãe, Tripti Khatun, tem apenas 18 anos; família agora vive com os pais de seu marido, Lovelu Hossain, que tem 22.

     Bayezid adora brincar com sua bola e desmontar seus brinquedos para remontá-los. Mas ele faz isso sozinho, já que as outras crianças têm medo dele.

     Os pais do garoto alegam já ter gasto o equivalente a R$ 20 mil em médicos e curandeiros.

     Eles têm vontade de ter outros filhos, mas ficam com medo de ele nascer com a mesma síndrome de Bayezid.

     Além disso, eles acreditam que não estão recebendo o melhor tratamento do mundo por serem pobres. Entretanto, a doença ainda não tem cura.



FONTE: MEGACURIOSO




domingo, 28 de agosto de 2016

FIGURAS MITOLÓGICAS - PANDORA



    Pandora, na mitologia grega, é considerada como a mulher que, como Eva nos mitos bíblicos, é criada para tentar e seduzir o homem, provocando sua destruição. Ela era a filha mais velha de Zeus, a portadora de todos os dons. Ao completar nove anos, ela teria sido presenteada pelo pai com um colar antes pertencente a Prometeu. Este, ao roubar dos deuses o fogo, doando-o à Humanidade para que esta sobrevivesse, foi punido pelo deus dos deuses.


   

      Preso por correntes ao Monte Cáucaso, com seu fígado devorado por um abutre diariamente por trinta mil anos, Prometeu, antes de ser punido, preveniu seu irmão, Epimeteu, que recusasse todo presente vindo de Zeus. Não foi, porém, levado a sério por seu familiar, que logo aceitou Pandora como esposa. Há várias versões desta história, mas a essência é basicamente a mesma.

       Algumas dizem que a famosa caixa pertenceria à mulher, que nela guardaria suas lembranças, tornando-se prisioneira de uma delas, a tristeza de ter o colar de Prometeu destruído. Não conseguindo se libertar desta maldição, ela teria se suicidado aos 36 anos. Nesta mesma linha, alguns sustentam que a moça teria levado consigo, no casamento, um recipiente contendo todas as desgraças que poderiam destruir a humanidade, tais como a velhice, o trabalho, a doença, a loucura, a mentira e a paixão. Epimeteu teria, por curiosidade, aberto a peça, involuntariamente liberando no mundo estes terríveis males. Dentro deste receptáculo teria restado apenas a esperança, única dádiva ali presente.

      Outras histórias afirmam que a caixa pertenceria a Epimeteu. Hipnotizado pela beleza de Pandora, ele teria adormecido profundamente, quando então ela teria desvelado o conteúdo da arca e assim dado fim à chamada Idade de Ouro da Humanidade. O termo ‘Caixa de Pandora’ representaria, assim, o terrível desejo de conhecimento do homem, desmedido, sem limites, o mesmo que perpassa Adão e se concretiza no ato de Eva, com a conseqüente expulsão do Paraíso, ou seja, o pagamento de um preço terrível pela sede de ver sempre mais além.

      Este mito revela a presença feminina na Terra como a fonte de todas as aflições do Homem. Essa narrativa foi transmitida aos nossos dias graças à obra do poeta grego Hesíodo, Os Trabalhos e os Dias, no século VIII a.C. Segundo este autor, Pandora não é uma mulher má, mas o instrumento necessário e belo para a própria segurança da Humanidade, pois ela teria impedido, ao fechar a caixa antes de ser liberta a esperança, ou de acordo com outras traduções, a ‘antecipação’, que o Homem prevesse seu sofrimento futuro, o que se transformaria em eterno martírio.

sábado, 27 de agosto de 2016

O PEQUENO PRÍNCIPE - CURIOSIDADES





    O livro O Pequeno Príncipe foi escrito pelo francês Antoine Marie Jean-Baptiste Roger, conde de Saint-Exupéry ou Antoine de Saint-Exupéry.

    O jornalista, escritor e aviador Antoine de Saint-Exupéry nasceu em Lyon, em 29 de junho de 1900.

    Além de O Pequeno Príncipe, escreveu Correio do Sul (1 926), Voo Noturno (1931), Terra dos Homens (1 939) e Piloto de Guerra (1 942). Quase toda a sua obra foi inspirada em sua experiência como aviador.

    Antoinde de Saint-Exupéry faleceu aos 43 anos durante uma missão aérea. Seu avião desapareceu depois de partir da ilha da Córsega. Os restos da aeronave só foram encontrados décadas depois. O corpo do piloto nunca foi achado.

FONTE:http://www.maiscuriosidade.com.br/

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

JAPÃO TEM CAPITAL TODA ADAPTADA PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA




   
    Às vezes, pode parecer difícil tornar um ambiente acessível, as adaptações parecem exigir atitudes muito complicadas ou um gasto gigantesco. Porém, o Japão mostrou que isso pode ser feito tanto com recursos altamente tecnológicos quanto através de práticas simples.

    Existem alguns ajustes que já são feitos no Brasil, como semáforos sonoros para pessoas com deficiência visual. Contudo, o Japão dá uma lição de inclusão e respeito em vários pontos de sua capital.

    Em Tóquio há um barulhinho que é emitido em alguns locais da cidade para orientar os pedestres. O som do “cuco” indica que está seguindo para região norte-sul, já o “piu” do passarinho aponta a direção leste-oeste.

    Os locais públicos são sempre acessíveis, além de informações em braile e pisos táteis, possuem rampas de acesso por toda parte e banheiros adaptados. As calçadas são planas e sem buracos para que cadeirantes possam circular com autonomia.

    No transporte público, o exemplo é ainda maior. O piso dos ônibus é baixo, facilitando o uso de rampas simples que dispensam o elevador hidráulico. No metrô, o atendimento é especial: ao passar na catraca, a PcD é recebida por um funcionário que pergunta onde será o desembarque. Assim, ele pode ligar para a estação de destino, disponibilizando alguém para aguardar essa pessoa. Em alguns vagões, nem há necessidade de usar a rampa de acesso, pois praticamente não há vão entre o trem e a plataforma.

    O fato é que a tecnologia, sozinha, não tem poder para modificar uma realidade, mas através de uma consciência de respeito ao próximo e de suas necessidades, é possível usá-la a favor de uma sociedade mais inclusiva.

Por Renata Lins / Fonte: Jornal Nacional


quinta-feira, 25 de agosto de 2016

VIDA ÍNTIMA DOS ESCRITORES - VICTOR HUGO



    Reza a lenda que, quando Victor Hugo morreu, todas as prostitutas, em luto, ofereceram seus serviços de graça aos cidadãos de Paris. O escritor, poeta e dramaturgo francês colecionou várias amantes ao longo da vida. Nenhuma, porém, foi como Juliette Drouet, que o acompanhou em quase 20 anos de exílio. Outra grande amante respondia pelo nome de Leónie Briard, que foi presa ao ser flagrada na intimidade com Hugo.



quarta-feira, 24 de agosto de 2016

GETÚLIO VARGAS




    Getúlio Dornelles Vargas nasceu na cidade de São Borja, na região oeste do estado do Rio Grande do Sul. Detalhe: São Borja é a cidade do também ex-presidente João Goulart.

    Como boa parte das famílias portuguesas que colonizaram o Rio Grande do Sul, a família Vargas é origem açoriana.




    Ele era formado em direito. Bacharelou-sem em 1 907 e trabalhou primeiramente como promotor público em Porto Alegre.

    Getúlio tinha apenas 1,60 metros e fazia questão de ser fotografado de modo que parecesse mais alto.

    Era um incorrigível apreciador de charutos, chegando a fumar oito por dia.

    Não era ambidestro, mas costumava fazer muitas coisas com a mão esquerda (erguer copos, segurar chicotes etc).



    Getúlio não era uma pessoa muito religiosa. Pelo contrário. Considerava o cristianismo “contra a natureza humana”, e afirmava ser ele “inimigo da civilização”.

    Mesmo depois de casado, Getúlio costumava frequentar uma casa de diversões masculinas de Porto Alegre chamada Clube dos Caçadores – ou Centro dos Caçadores. Além de cassino, o clube oferecia mulheres de diversas nacionalidades para o “entretenimento” de seus frequentadores.

    Participou da cerimônia de coroação da rainha Elizabeth II, que recebeu de presente um colar e um par de brincos de brilhantes.

    O governo de Getúlio entregou a militante política judia Olga Benário ao regime nazista. Foi também responsável pela perseguição de diversos intelectuais, entre eles Monteiro Lobato e Graciliano Ramos.

    O revólver usado por Getúlio para se suicidar foi um Colt calibre 32.  A arma continua em poder da família, passando de geração em geração.



    A morte súbita de Getúlio provocou grande comoção nacional. A população formou uma longa fila para se despedir do presidente. Houve choro, convulsões, desmaios e tumultos. Calcula-se em mais de 100 mil o número de pessoas que acompanhou o velório.

FONTE: MAIS QUE CURIOSIDADES

terça-feira, 23 de agosto de 2016

O DESTINO DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ROMA ANTIGA



    Crianças malformadas, ou consideradas como anormais e monstruosas, eram, com freqüência cada vez maior, expostas em cestinhas enfeitadas com flores nas margens mais distantes do rio Tibre.


    O que podia acontecer com elas? Os escravos e as famílias plebéias mais pobres, que muitas vezes viviam de esmolas, apossavam-se dessas crianças, criando-as para mais tarde explorarem o compadecido e por vezes culpado coração romano, obtendo esmolas volumosas.


    Há uma interessante e quase desconhecida obra do pai do filósofo Sêneca, ou seja, de Sêneca, o "Mestre da Retórica", intitulada "Controvérsias" que, em seu capítulo IV ("Sobre os Mendigos Aleijados") discute detalhadamente esse assunto, falando inclusive sobre a verdadeira chantagem que era feita por meio de crianças mendigas com marcantes lesões, que batiam às portas de famílias patrícias e cujos membros muitas vezes imaginavam que aquela criança ou algum outro jovem que pedia esmolas poderia ser um filho ou parente exposto anos antes nas margens do rio Tibre.


    Além de esmolar nas ruas, praças e portas dos templos da cidade, o destino das pessoas com deficiência mais severa podia ser bem mais acabrunhador. Muitos homens cegos eram usados como remadores nas travessias do rio Tibre. Adolescentes cegas eram colocadas em prostíbulos. Segundo o historiador Durant, "existia em Roma um mercado especial para compra e venda de homens sem pernas ou sem braços, de três olhos, gigantes, anões e hermafroiditas" ("História da Civilização", de Will Durant).



segunda-feira, 22 de agosto de 2016

DOROTHY COUNTS, A ESTUDANTE QUE DESAFIOU O RACISMO NOS ESTADOS UNIDOS



   
    Na manhã do dia 4 de Setembro de 1957, Dorothy Counts, que tinha 15 anos na época, foi a primeira negra a frequentar uma escola de brancos.

    O vestido de Dorothy foi feito por sua avó especialmente para seu primeiro dia de aula. Cuspiram nele. Centenas de alunos seguiram e acompanharam sua chegada à escola. De vez em quando alguns jogavam coisas em sua direção enquanto outros faziam gestos obscenos. Os estudantes gritam para ela voltar para casa. Dorothy foi em frente sem reagir.

    Este absurdo momento de violência prosseguiu nos dias seguintes. Foram 4 dias de perseguições e insultos. Jogavam lixo durante a sua refeição e seu armário era saqueado. Depois surgiram ameaças telefônicas agravando ainda mais a situação. Por fim, os seus pais consideraram que a sua vida poderia estar em risco e optaram por tirá-la da escola.

   
    Pode parecer pouco mas os quatro dias em que Dorothy tentou frequentar a Harry Harding High School foi de grande importância para o Movimento dos Direitos Civis e fim da segregação racial nos Estados Unidos.



DOROTHY COUNTS AOS 71 ANOS