sexta-feira, 31 de agosto de 2012

DEZ CURIOSIDADES SOBRE AS PARALIMPÍADAS - PARTE 4


7- ‘Tapper’

      Um dos elementos mais importantes nas competições de natação com atletas cegos é o “tapper”, um assistente do nadador. Um deles é posicionado em cada ponta da piscina com um bastão longo equipado com uma bola de espuma ou material macio na ponta.
      Estes bastões tocam a cabeça do nadador para avisar quando eles se aproximam do fim da piscina, para evitar que eles batam na parede.
      “Tocamos o nadador quando eles estão entre dois ou quatro metros do fim da piscina”, disse à BBC Marcelo Sugimori, um dos dois tappers da equipe Paralímpica do Brasil.
      Sugimori era o tapper de sua irmã, Fabiana, medalha de ouro nos 50 metros freestile em Atenas, em 2004. Agora ele trabalha com outros dois nadadores cegos e parcialmente cegos.
      “É preciso muito treinamento e muita confiança”, acrescentou.

8- Guias e corredores

      Corredores cegos ou parcialmente cegos podem competir com um guia. Geralmente eles correm junto com os atletas, em alguns casos atados por um cordão ao atleta e funcionam como os olhos do corredor.
      O guia fala com o atleta durante a corrida explicando onde eles estão, alertando sobre curvas e orientando se o atleta deve acelerar ou não. Cada um, atleta e guia, tem uma faixa exclusiva para correr.
      Em algumas categorias, como T12, de atletas com alguma visão, os corredores podem escolher se querem ou não o guia.
      A maioria das corredoras tem guias masculinos, já que um guia precisa ter a habilidade de correr mais rápido que a atleta.
      A regra de ouro é que o guia não pode cruzar a linha de chegada antes do atleta, pois o atleta poderá ser desclassificado.
      No entanto, não são apenas corredores que usam os guias. Salto triplo e salto em distância também usam guias, mas estes não correm. Eles apenas gritam os comandos para direcionar os atletas no salto.

FONTE: Deficiente Ciente

DEZ CURIOSIDADES SOBRE AS PARALIMPÍADAS - PARTE 3


4- Mesmos esportes, porém diferentes

      Existem esportes que apenas portadores de deficiência participam, mas a maioria dos eventos Paralímpicos podem ser reconhecidos por quem acompanha os Jogos Olímpicos.
      Natação, ciclismo e atletismo ocorrem de uma forma parecida com os Jogos Olímpicos, porém divididos em várias modalidades diferentes (atletas com próteses, cadeiras de rodas ou guias humanos, por exemplo).
      O futebol para cegos é outro exemplo e tem várias diferenças: a bola tem um guizo para que os atletas sigam o som, dois times de cinco jogadores cada disputam o jogo em uma quadra.
      A área de jogo é menor e cercada, para evitar que a bola saia de campo e também para refletir os sons da bola e dos passos, o que ajuda na orientação dos jogadores.
      O goleiro não é cego mas não tem permissão para sair de sua área. Um “guia”, que também não é cego, fica atrás do gol direcionando os jogadores.
      Os jogadores usam comunicação sonora com termos específicos com gritos como “voy”, palavra em espanhol que significa “vou”, que funciona como um aviso que um jogador vai para cima de outro. E, para que tudo funcione, a torcida tem que ficar em silêncio.

5- Esportes exclusivamente Paralímpicos

      Um dos esportes exclusivos dos Jogos Paralímpicos é o goalball, jogado por dois times com três jogadores cegos ou com deficiências visuais de cada lado. A quadra é retangular e tem marcações táteis.
      O objetivo é atirar uma bola pesada, que tem guizos para orientação dos atletas, na rede do time adversário, enquanto a defesa tenta bloquear o avanço do time adversário com o próprio corpo.
      Outro esporte exclusivo é a bocha, praticado de forma competitiva em mais de 50 países. Disputada em uma quadra fechada, pode ser jogada individualmente, em pares ou equipes.
      Os atletas rolam, atiram ou chutam as bolas para fazer com que elas cheguem perto do alvo.
      Este jogo foi introduzido originalmente para pessoas com paralisia cerebral. Mas, com o passar dos anos, também incluiu jogadores com outros tipos de problemas motores.

6- Acessibilidade

      Foram necessários cinco dias para transformar a Vila Olímpica de Londres em uma Vila Paralímpica.
      A capacidade de receber cadeiras de rodas nos locais de jogos foi aumentada com a remoção ou transferência de cadeiras. Torcedores cegos vão receber guias em áudio e os que tiverem problemas de audição ficarão sentados em locais com uma visão direta de telões.
      Chris Holmes, diretor de integração paralímpica, afirmou que tudo já tinha sido planejado na Vila Olímpica para receber os Jogos Paralímpicos, com banheiros acessíveis, sinalização e pisos adaptados.

FONTE: Deficiente Ciente

PAI FAZ UM DESENHO POR DIA PARA AJUDAR TRATAMENTO DO FILHO



      Diego Lins, 28 anos, diretor de arte de uma agência em João Pessoa, na Paraíba, colocou sua criatividade a serviço da cura do filho. Gabriel, 3 anos, tem hipermetropia. Como não respondeu ao tratamento apenas com óculos, o oftalmologista receitou o uso de tampões no olho direito, por 45 dias, cinco horas por dia. 
      Ao saber do diagnóstico, o menino se revoltou. "Ele foi logo tirando os óculos e dizendo para o médico 'não precisa, já estou enxergando tudo'", conta o pai, que também apresenta o programa "Arquibancada e Sol" em uma TV local de João Pessoa.
      Gabriel se recusava a ir à escola de tampão. Sabendo disso, o pai, conversando com um colega de trabalho, lembrou-se do agente Nick Fury, herói dos quadrinhos. Um dos mais importantes personagens do universo Marvel, Nick usa um tapa-olho. Diego imprimiu várias imagens do agente e mostrou-as para o filho. Depois, assistiu ao filme "Os Vingadores", em que Nick é uma das figuras centrais.
      Com isso, venceu a primeira resistência. Mas Gabriel ainda relutava, achando que ia doer. "Minha esposa explicou que não doía nada, enquanto eu desenhava uma caveira no tampão". Assim, Gabriel finalmente aceitou o tratamento. "Ele chegou na escola dizendo que era o líder dos Vingadores", diverte-se Diego.
      Agora, todos os dias Gabriel pede um desenho novo. "Já fiz um olho especial, enorme; um olho de tigre e um de zumbi", diz Diego. "Ele mesmo vem com as ideias depois da escola", completa o pai, disposto a fazer os 41 desenhos que faltam até o fim do tratamento.

DEZ CURIOSIDADES SOBRE AS PARALIMPÍADAS - PARTE 2


2- COI e CPI, entidades diferentes

      O Comitê Olímpico Internacional (COI) e o Comitê Paralímpico Internacional (CPI) são entidades diferentes.
      Os primeiros Jogos Paralímpicos Internacionais ocorreram em Roma, uma semana depois dos Jogos Olímpicos de 1960, que ocorreram na capital italiana.
      Mas em 1968, a Cidade do México, sede dos jogos daquele ano, se recusou a ser a sede dos Jogos Paralímpicos e eles foram realizados em Tel Aviv. A partir daquele ano, os Jogos Paralímpicos ocorreriam em cidades diferentes dos Jogos Olímpicos.
      Nos jogos de 1988, a cidade de Seul assumiu a realização também dos Paralímpicos e, desde então, os dois jogos ocorrem na mesma cidade. Em 2001 este arranjo foi oficializado e as cidades que querem sediar os jogos precisam se candidatar para os dois.

3- Classificações

      Nos Jogos Paralímpicos um corredor cego não vai competir contra alguém que tenha paralisia cerebral. Mas, uma pessoa com paralisia cerebral poderá competir com alguém que tenha problemas de crescimento.
      Os atletas precisam passar por testes de função e movimento com um profissional de medicina esportiva para receberem a classificação para jogar.
      Natação, por exemplo, tem 14 classes. As variações classificadas como S1 a S10 cobrem problemas físicos, com o nível 10 sendo o que tem menos problemas e estas variações vão desde pessoas amputadas e que sofreram trauma na coluna indo até pessoas com nanismo.
      As variações entre S11 e S13 se referem a atletas com problemas visuais e S14 para os que possuem deficiências intelectuais.
      E as categorias se dividem ainda mais quando se levam em conta estilos de natação, como nado costas ou borboleta.
      Um dos efeitos destas divisões e subdivisões é que na natação dos Jogos Paralímpicos serão distribuídas um total de 148 medalhas de ouro. Muito mais comparadascom as 34 dos Jogos Olímpicos.


FONTE: Deficiente Ciente

BEBÊS PODEM AJUDAR PESQUISADORES A ENTENDER O AUTISMO


      Com apenas cinco meses de vida, o britânico Ricky Kimber está participando de um experimento que pode ajudar a compreender o desenvolvimento do autismo. Os resultados obtidos a partir dos sensores colocados na criança devem dizer aos cientistas como os bebês aprendem ao ver outras pessoas fazendo coisas. O objetivo é que o estudo, realizado na Durham University, proporcione um melhor entendimento de como as crianças aprendem desde muito cedo, além de auxiliar no diagnóstico precoce do autismo. As informações são do site do jornal britânico Daily Mail.
      Na segunda-feira, Rachel Mitchell e Doug Kimber levaram o filho, Ricky, para participar da pesquisa. “O laboratório é totalmente amigável para crianças, não é como pensamos tradicionalmente, cheio de tubos e fios”, conta a mãe. “Ficamos muito felizes com a participação do Ricky. Idealmente, nos gostaríamos que os pais de bebês com idade entre duas e três semanas, que tiveram parto natural, nos procurassem”, afirmou a pesquisadora Katharina Kaduk, ressaltando que eles começariam a participar quando estivessem com 10 semanas.
      A universidade espera recrutar pelo menos 40 bebês para os testes. As crianças – que ficam com os pais o tempo todo – devem ‘andar’ em uma banheira usando seu “reflexo de caminhar”. Elas, então, assistem a imagens de computador de pessoas caminhando, enquanto sua atividade cerebral é monitorada, para mostrar como o cérebro reage ao ver alguém andando.
      Os resultados serão comparados aos de bebês que não têm nenhuma experiência em caminhar, para verificar se isso faz alguma diferença de como crianças aprendem sobre outras pessoas. Os testes são inofensivos, indolores e não invasivos, e nenhuma das crianças vai ser clinicamente testada para autismo. “Nós simplesmente registramos o que o bebê está fazendo e o que acontece no seu cérebro”, descreve o psicólogo Vincent Reid, da Durham University, que está liderando o estudo.
      Reid espera que os resultados possam ajudar a detectar o autismo em crianças ainda muito jovens. “Enquanto não há cura para o autismo, a intervenção pode minimizar a condição. Atualmente, o autismo não é detectado até que as crianças tenham em torno de três anos de idade. Essa pesquisa deve ajudar a compreender como seria possível detectar a doença mais cedo”, explica.
      “Como os bebês aprendem melhor é algo que interessa a pais e educadores, e pode prover uma compreensão melhor sobre como o cérebro reage à informação social, algo que é fundamental na detecção precoce do autismo”, afirma.

quinta-feira, 30 de agosto de 2012

DEZ CURIOSIDADES SOBRE AS PARALIMPÍADAS


      Até sua última edição, em 2008, as Paralimpíadas, jogos esportivos envolvendo pessoas com algum tipo de deficiência, eram chamadas no Brasil de Paraolimpíadas. No entanto, em novembro do ano passado, durante o lançamento da logomarca dos Jogos Paralímpicos de 2016, no Rio, o nome dos jogos perdeu a letra “o” e passou a ser chamado de Paralimpíadas a pedido do Comitê Paralímpico Internacional.
      A intenção foi igualar o nome ao uso de todos os outros países de língua portuguesa: Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste, onde já se usava o termo Paralimpíadas. Além disso, a palavra “olimpíadas” é referente à outra organização esportiva, o Comitê Olímpico Internacional.
      A palavra vem do inglês “paralympic”, que mistura o início do termo “paraplegic” e com o final de “olympics” para designar o atleta paralímpico. (Fonte: G1)
     Os Jogos Olímpicos de Londres atraíram a atenção internacional e foram considerados um sucesso. Com isso, a partir do dia 29/08, com o início dos Jogos Paralímpicos, a expectativa volta a aumentar.
      A BBC Brasil preparou um guia com dez curiosidades e as principais diferenças entre os dois eventos.

1- Anéis olímpicos
      Apesar de soar parecido, e a palavra Paralímpico terminar em “olímpico”, estes jogos não são Olímpicos e os clássicos anéis olímpicos não são o símbolo destes jogos.
      No lugar, há o Agitos, três arcos em vermelho, verde e azul que representam o lema Paralímpico, “espírito em movimento”

FONTE: Deficiente Ciente

DANIEL DIAS CONQUISTA PRIMEIRO OURO NAS PARALIMPÍADAS DE LONDRES


      O nadador Daniel Dias assegurou nesta quinta-feira à noite a primeira medalha de ouro do Brasul nas Paralimpíadas de Londres. O atleta campineiro venceu os 50 m livre S5 com direito à quebra do recorde mundial com o tempo de 32s05. O nadador de 24 anos ficou à frente do espanhol Sebastián García (33s44) e do americano Roy Perkin (33s69), medalhistas de prata e bronze, respectivamente. Passada a conquista do primeiro ouro do Brasil em Londres, Daniel tem grandes chances de aumentar o número nas outras sete provas que disputará no evento.
      O país obteve outra medalha no Centro Aquático, com o nadador André Brasil, que levou a prata nos 200 metros medley SM10, com um tempo de 2min12s36. Ele começou bem na tentativa de superar seu desempenho nos Jogos de Pequim, em que conquistou cinco medalhas, quatro de ouro e uma de prata, justamente nos 200 medley.
      Em sua prova, André foi superado apenas pelo canadense Benoit Huot, que com um tempo de 2min10s01 bateu o recorde mundial na distância.

CINEMA E DEFICIÊNCIA - POLLYANNA (1960)


      Pedi ao Joaquim Gonzalez Fortes (grande conhecedor de cinema) que fizesse uma lista de filmes cuja temática é a deficiência ou que possua algum personagem com deficiência. O resultado vou começar a postar agora no blog. São filmes de diferentes épocas, diferentes países e diferentes categorias. Valeu, Joaquim!
      Pollyanna Whittier é uma jovem órfã que vai viver em Beldingsville, Vermont, com sua única tia viva, tia Paulina. A filosofia de vida de Pollyanna é centrada no que ela chama "o Jogo do Contente", uma atitude otimista que aprendeu com o pai. Esse jogo consiste em encontrar algo para se estar contente, em qualquer situação por que passemos. Isso se originou com um incidente num Natal, quando Pollyanna, que estava achando que ia ganhar uma linda boneca, acabou recebendo um par de muletas. Imediatamente, o pai de Pollyanna aplicou o jogo, dizendo a ela para ver somente o lado bom dos acontecimentos — nesse caso, ficar contente porque "nós não precisamos delas!".
      Entretanto, até mesmo o extremamente forte otimismo de Pollyanna é posto à prova, quando ela sofre um acidente de carro e perde o movimento das pernas. A princípio ela não se inteira totalmente da situação, mas seu estado de espírito decai e muito quando, acidentalmente, ouve um especialista dizer que nunca mais voltará a andar. Depois disso, ela se prostra no leito, incapaz de achar qualquer coisa que a faça ficar contente. Então as pessoas das redondezas começam a visitar a casa de tia Polly, desejosos de fazer Pollyanna saber o quanto o encorajamento dela melhorou as suas vidas; e Pollyanna decide que ainda pode se sentir contente, porque não teria feito o que fez se não tivesse tido pernas.

Elenco

Hayley Milss (Pollyanna)
Jane Wyman (Tia Polly)
Richard Egan (Dr. Edmond Chilton)
Kevin Corcoran (Jimmy Bean)
Karl Maden (Reverendo Paul Ford)
Adolphe Menjou (Sr. Pendergast)
Agnes Moorehead (Sra. Snow)
Nancy Olson (Nancy Furman)
Donald Crisp (Prefeito Karl Warren)
Edward Platt (Ben Tarbell)
James Drury (George Dodds)

Ficha Técnica

Título Original: Pollyanna
País de Origem: EUA
Gênero: Drama
Tempo de Duração: 134 minutos
Ano de Lançamento: 1960
Direção: David Swift
Roteiro: David Swift, baseado no bestseller de Eleanor H. Porter
Produção: Walt Disney Productions

FONTE: Wikipedia, http://tup-cine2012.blogspot.com.br e Lista Joaquim Gonzalez Fortes

quarta-feira, 29 de agosto de 2012

BANHEIRO ADAPTADO VIRA DEPÓSITO DE LIXO NA CIDADE BAIXA



      Um dos poucos lugares para comer na Cidade Baixa (Porto Alegre-RS)  que possuía banheiro adaptado para pessoas com deficiência supreendeu-me de forma negativa.
      Uma cartaz indicando "depósito de lixo" foi colocado em cima do símbolo usado para garantir o direito das pessoas com deficiência. Realmente lamentável.
      Ao ser questionado quanto a atual inexistência do banheiro para pessoas com deficiência, um dos responsáveis pelo estabelecimento justificou:
      "-Estamos temporariamente sem o banheiro porque a cozinha está em reforma..."
      Ou seja... Enquanto durar a reforma da cozinha, cadeirantes não poderão usar o banheiro adaptado, que agora encontra-se fechado e servindo de depósito de lixo.

GÊMEAS SIAMESAS EM REALITY SHOW





      O programa de TV “Abby & Brittany”, estrelado por duas irmãs siamesas norte-americanas, estreou no dia 28/08 nos Estados Unidos, no canal TLC.
      “Conheçam Abby & Brittany, irmãs siamesas que estão se preparando para se formar na faculdade e começar a vida por conta própria”, diz o texto de divulgação do reality show. O programa também vai mostrar as irmãs em viagem pela Europa, com cenas na Itália e na Inglaterra.
      As irmãs de 22 anos, de Minnesota, compartilham a maior parte dos órgãos e parte inferior do corpo, e já apareceram em outros programas e documentários dos EUA. O canal TLC, responsável pelo programa, divulgou no início de agosto trechos do reality show no site oficial.




FONTE: G1