segunda-feira, 15 de junho de 2015

GAROTA COM SÍNDROME DE DOWN INSPIRA INTERNET COM SONHO DE SER MODELO


 
    Com apenas 18 anos, Madeline Stuart já exibe uma história incrivelmente inspiradora. Nascida em Brisbane, em Australia, ela quer mudar a maneira como a sociedade entende o termo “beleza”: porque sim, ela tem Síndrome de Down. E sim, quer ser uma modelo — e por que não?
 
 
 
    Em uma constante batalha com seu peso desde pequena, Madeline perdeu recentemente 18 quilos graças a atividades como dança e natação. De acordo com a mãe da garota, Rosanne, sua mudança de estilo de vida lhe deu energia e confiança. Madeline, segundo ela, quer usar essa nova atitude para persistir no seu sonho de ser modelo — e então usar a carreira no mundo da moda como ferramenta de conscientização.
 
 
 
    “Modelar ajudará a mudar a forma como a sociedade vê as pessoas com Síndrome de Down. Exposição irá ajudar a criar aceitação“, a garota escreveu em sua página no Facebook. “É tempo de entenderem que pessoas com Síndrome de Down podem ser sexys, bonitas e deveriam ser celebradas“, a mãe de Madeline contou ao Buzzfeed.
 
 
    “Os médicos me disseram que ela não conquistaria nada“, Rosanne desabafou. “Mas as coisas estão mudando todos os dias e as pessoas aceitam o que eles ainda não entendem“, ela acrescenta. “As pessoas precisam ver como ela brilha, como a sua personalidade simplesmente se destaca. Pessoas com Síndrome de Down podem fazer qualquer coisa. Eles só precisam de seu próprio espaço“.
 
FONTE: REVISTA VEJA

domingo, 14 de junho de 2015

E SE OS PERSONAGENS DE "GAME OF THRONES" FOSSEM DESENHADOS PELA DISNEY?





Se você é fã de "Game of Thrones", então você provavelmente deve concordar que não há nada menos provável do que ver o sanguinolento seriado se transformando em um daqueles desenhos encantados da Disney, não é mesmo? Mas, e se...

Pois a dupla de brasileiros Anderson Mahanski e Fernando Mendonça do Combo Estúdio criou uma série ilustrações na qual os dois imaginam diversos personagens de "Game of Thrones" como se eles tivessem sido desenhados pelo pessoal da Disney. O resultado, além de divertido, é simplesmente incrível, e você pode conferir as imagens a seguir:


Arya Stark e Sandor Clegane




Bran Stark e Hodor



Lorde Varys




Tyrion Lannister



Cersei Lannister



Brienne de Tarth e Jaime Lannister



Daenerys Targaryen



Caminhante Branco

FONTE: MEGA CURIOSO

sábado, 13 de junho de 2015

PALESTRA "ASPECTOS PRÁTICOS DA DEFICIÊNCIA EM SALA DE AULA" - VI SEMINÁRIO ESTADUAL DE EDUCAÇÃO DA UERGS - CRUZ ALTA



    Pelo terceiro ano consecutivo fui a Cruz Alta compartilhar experiências com professores e alunos de pedagogia sobre inclusão. Desta vez, não fui falar especificamente da minha coleção de livros, mas sim, sobre aspectos práticos da deficiência em sala de aula.
 
    Na palestra, que durou em torno de uma hora e meia, abordei temas como os principais tipos de deficiência física  em sala de aula, recursos utilizados por alunos com deficiência e o que uma escola necessita para ser acessível e inclusiva.
 
    Como sempre, uma ótima troca com os profissionais da educação que cada vez mais buscam o aperfeiçoamento neste tema tão instigante e polêmico que é a inclusão de alunos com deficiência em sala de aula.
 
    Obrigado a toda organização do VI Seminário Estadual de Educação da UERGS.

sexta-feira, 12 de junho de 2015

ESCLEROSE LATERAL AMIOTRÓFICA (E.L.A)

 
 
    É uma doença degenerativa que afeta os neurônios do trato córticoespinal e do corno anterior da medula espinal, produzindo sinais e sintomas tanto de comprometimento de neurônio motor superior (NMS – sinais positivos: espasticidade e hiperreflexia) quanto de neurônio motor inferior (NMI – sinais negativos: hipotonia, arreflexia, atrofia muscular e fasciculações). A doença afeta preferencialmente pacientes do sexo masculino e, em geral, após os 40 anos de idade.
 
    Os sinais clínicos mais proeminentes são fraqueza, atrofia e fasciculações nos membros, de início assimétrico. Posteriormente, os músculos bulbares e respiratórios são também afetados. Os pacientes não apresentam comprometimento sensitivo, autonômico ou visual. Os nervos que controlam os movimentos oculares e os segmentos sacrais  inferiores da medula espinal, que controlam os esfíncteres, não são afetados. As funções corticais superiores não são comprometidas. Atrofia e fasciculação da língua e de músculos distais das mãos estão frequentemente presentes. A espasticidade dos membros inferiores é também uma característica comum.
 
    A E.L.A é uma doença progressiva de rápida evolução, com o óbito ocorrendo em geral de 2 a 5 anos após seu início. A insuficiência respiratória é a principal causa de óbito.
 
    A fisioterapia motora é indicada em uma fase inicial visando a manutenção do maior grau de independência possível. A fisioterapia respiratória deve ser iniciada precocemente e intensificada com a progressão da patologia, buscando fortalecer a musculatura respiratória, auxiliar na higiene brônquica e, consequentemente, minimizar as complicações respiratórias.

FONTE: https://tathianatrocoli.wordpress.com/
FOTO: http://www.jornalacidade.com.br/

quinta-feira, 11 de junho de 2015

GRANDES PERSONAGENS DA LITERATURA - ANA TERRA

    Ana Terra é o nome de uma personagem que integra o primeiro volume da trilogia O Tempo e o Vento, obra-prima do escritor brasileiro Erico Verissimo, protagonista do primeiro drama por que passa a família de pioneiros gaúchos na saga histórica e regionalista que se desenvolve onde hoje é o território do Rio Grande do Sul.
    A obra costuma ser dividida em sete volumes, dos quais o primeiro, integrante portanto de O Continente, é intitulada justamente de Ana Terra, à qual segue-se Um Certo Capitão Rodrigo – ambas com unidade temática que permitiu-lhes a publicação em volumes separados pela então ainda gaúcha Editora Globo, em 1971 e 1970, respectivamente.
    Ana é filha de Henriqueta e Maneco Terra, pioneiro dono de uma estância no ermo dos pampas gaúchos. Eram moradores da cidade paulista de Sorocaba, que migraram para o Rio Grande - chamado de "Continente" - quando os estancieiros foram conquistando as terras aos índios e espanhóis.
    A história de Ana começa quando ela já tem vinte e cinco anos e continuava solteira.
Erico Verissimo
    Ana Terra descobre, nas terras de seu pai, Maneco Terra, um índio ferido, de tez relativamente clara (Pedro Missioneiro). Olhado com desconfiança pelos Terra, o índio se recupera e acaba permanecendo na fazenda como uma espécie de agregado. Ana se apaixona por Pedro Missioneiro, quando a sua gravidez é descoberta, este é assassinado pelos irmãos da protagonista.
Ana tem um filho, que dá o nome do pai: Pedro Terra. Este é o gérmem da família que atravessará os séculos até as transformações vividas na metade do século XX, quando termina a obra.
FONTE: WIKIPÉDIA

quarta-feira, 10 de junho de 2015

FORA DA TV, GUILHERME KARAN SOFRE COM DOENÇA DEGENERATIVA



    Segundo informações do jornal Extra, ator Guilherme Karan, 57, está internado há um ano no Hospital Naval Marcílio Dias, no Rio de Janeiro, em tratamento contra a síndrome Machado-Joseph – doença degenerativa que já provocou a morte de sua mãe e de seus dois irmãos. Karan fez sucesso em novelas da TV Globo, como “América” (2005), a última que participou, “O Clone” (2001), “Perigosas Peruas” (1992) e outras. O ator continua lúcido e recebe um salário da emissora carioca.
 
    O ator, que preferiu a reclusão, vive sob os cuidados do pai, o almirante Alfredo Karan, em um apartamento dentro da unidade hospitalar, com tudo o que ele precisa, inclusive TV. De um tempo pra cá, o ator aceitou receber visitas de amigos mais chegados.
 
    Em entrevista ao jornal, a atriz Tessy Callado falou sobre o amigo: “Quando ele ainda estava na casa do pai, só eu podia subir para visitá-lo. E nossos encontros sempre foram de muita alegria. Jamais falamos sobre a doença dele. O que levamos para o Guilherme é a alegria de viver. Enquanto tanta gente está aí reclamando, existe alguém que luta para se manter feliz”. E relembrou a visita da atriz Alice Borges: “Ele ficou tão feliz em vê-la, lembrou todos os espetáculos em que a viu, a primeira vez dela no palco”.
 
    “Conversamos em inglês muitas vezes. O Guilherme continua antenadíssimo, sabe de tudo o que acontece no planeta”, contou.
 
    “A doença faz perder movimentos, deglutição, fala, mas a cabeça permanece lúcida. É de cortar o coração saber que meu filho percebe o que ocorre com seu corpo”, disse o pai.
 
    Guilherme Karan, assim como os três irmãos, herdou a doença da mãe. “Eu conto com Deus e minha fé. Tudo o que não queria é que meus filhos sofressem. Mas essa doença é minha sina”, falou o pai do ator.
 
Fonte: Notícias Bol

terça-feira, 9 de junho de 2015

AS PESSOAS QUE PENSAM QUE SÃO FEITAS DE VIDRO

 
 
    Existem pessoas que acreditam que são feitas de vidro — e que, portanto, podem se estilhaçar facilmente. Basicamente, os afetados se convencem de que se transformaram em vidro e, apesar de serem capazes de desempenhar qualquer atividade, se tornam extremamente cautelosos e evitam o contato com outros indivíduos para evitar o risco de quebrar seus frágeis membros.
 
    De acordo com a BBC, esse distúrbio psiquiátrico foi descrito pela primeira vez durante a Idade Média e, assim como ocorreu com diversos casos de histeria coletiva, o problema se tornou bem popular na época. Um dos afetados mais ilustres foi o Rei Carlos VI de França, que não permitia que ninguém o tocasse por medo de que ele se quebrasse em centenas de pedacinhos — e vivia enrolado em cobertores para se proteger.
 
Carlos VI da França
 
 
    Existem descrições do problema em várias enciclopédias médicas que circulavam pela Europa. Inclusive há uma referência literária sobre o distúrbio em “O Licenciado Vidraça”, de 1613, um dos relatos que compõem as “Novelas Exemplares” de Miguel de Cervantes — o mesmo autor de “Don Quixote” —, no qual o herói da trama é envenenado e desenvolve a ilusão. Até mesmo Descartes divagou sobre o problema em seu “Meditações sobre Filosofia Primeira”.
 
    Após 200 anos de popularidade, os casos de pessoas que achavam que eram de vidro começaram a desaparecer, e a partir do século 19 os registros de indivíduos afetados pelo distúrbio foram se tornando gradativamente mais raros. Uma das teorias é a de que o vidro era um material novo, quase místico, quando o distúrbio surgiu. Mas, com o tempo, ele foi se tornando cada vez mais ordinário, mudando a percepção que a sociedade tinha dele.
 
    E o distúrbio do vidro não foi o único relacionado a novidades tecnológicas que surgiram ao longo da História. No século 19, quando o cimento era uma coisa nova, também foi registrado um problema mental envolvendo o material. E não precisamos voltar muito no tempo para encontrar mais exemplos: nas últimas décadas não faltaram pessoas convencidas de que organizações obscuras seriam capazes de ler mentes através de geringonças eletrônicas!
 
 
    Voltando ao distúrbio do vidro, curiosamente, apesar de os casos terem praticamente desaparecido, de acordo com a BBC, Andy Lameijn, um psiquiatra interessado no assunto, conseguiu descobrir registros a respeito de pacientes isolados pós-século 19. Um deles foi uma mulher que foi admitida em um hospital holandês nos anos 30 por acreditar que suas pernas e coluna eram de vidro.
 
    Segundo Lameijn, o medo que a mulher sentia de ter contato com outras pessoas era tão grande que ninguém podia se aproximar dela, nem mesmo as enfermeiras. Outro caso foi registrado em meados dos anos 60, mas em nenhuma das ocasiões o psiquiatra encontrou muitos detalhes sobre o que poderia ter motivado o surgimento de um distúrbio medieval em pacientes mais contemporâneos.
 
    Isso até o próprio Lameijn se deparar com um jovem diagnosticado com o problema há alguns anos. Esse rapaz relacionava sua crença de ser de vidro com a ideia de transparência — e de poder desaparecer e reaparecer segundo sua vontade. Aparentemente, o paciente havia sofrido um acidente recentemente, e sua família acabou se tornando superprotetora.
Sendo assim, Lameijn especula que uma possibilidade seja a de que o distúrbio tenha surgido como forma de o rapaz conseguir reconquistar sua privacidade e lidar com os familiares zelosos. Isso significa que, nos dias de hoje, esse tipo de problema psiquiátrico pode estar associado com as ansiedades da sociedade com respeito à vida moderna, como é o caso da fragilidade, da transparência e da conquista do espaço pessoal em um mundo superpopuloso.
 
    O medo de ser de vidro e poder se estilhaçar ainda pode ser interpretado como um temor exagerado de sofrer algum tipo de humilhação social, algo sobre o qual todo mundo sente receio. Desta forma, apesar das diferenças com respeito às motivações na Idade Média, o distúrbio — tal como outros tantos que surgiram com o passar dos séculos —, possivelmente reflete os anseios de indivíduos conforme eles se ajustam para viver em sociedade.
 
FONTE: megacurioso, BBC

segunda-feira, 8 de junho de 2015

DOENÇAS NEUROMUSCULARES

 
 
    As doenças neuromusculares (DNM) compõem um grupo de desordens, hereditárias ou adquiridas, que afetam especialmente a unidade motora (corpo neuronal na medula, nervo periférico, placa mioneural e tecido muscular). No entanto, doenças que afetam o trato córticoespinal (trato piramidal) na medula espinal, o cerebelo e as vias espinocerebelares também têm sido incluídas dentre as DNMs devido ao importante comprometimento motor que acarretam.
 
    Podemos dividir, de modo didático, as principais patologias que fazem parte das DNMs em:
 
1- Cerebelo e Vias Cerebelares
Ataxias Hereditárias (ataxia de Friedreich e doença de Machado-Joseph)
 
2- NMS e Trato Córticoespinal
Esclerose Lateral Amiotrófica
Paraparesia Espástica Familiar
 
3- NMI e Corno Anterior da Medula
Esclerose Lateral Amiotrófica
Amiotrofia Espinal Progressiva
 
4- Nervos Periféricos
Polineuropatia Periférica Hereditária (doença de Charcot-Marie-Tooth)
 
5- Junção Mioneural
Miastenia Gravis
 
6- Músculos
Miopatias
Distrofias

FONTE: https://tathianatrocoli.wordpress.com