terça-feira, 12 de maio de 2015
segunda-feira, 11 de maio de 2015
domingo, 10 de maio de 2015
IMAGENS HISTÓRICAS SOBRE A MATERNIDADE

Um triste retrato da miséria vivida na região do Chifre da África protagonizados por mãe e filho em estado de desnutrição avançada.

Mãe esconde o rosto de vergonha depois de colocar seus filhos à venda, Chicago, Estados Unidos, 1948.

Mãe e filha judias humilhadas entre agressões físicas e verbais por alemães durante a Segunda Guerra Mundial, 1941.

Lina Medina, a mãe mais jovem já comprovada na história da medicina. Teve seu primeiro filho aos cinco anos de idade. Seu filho, Gerardo, foi criado pelo irmão mais velho de Lina e foi levado a acreditar que ela era sua irmã. Ela ficou conhecida por nunca revelar o nome do pai da criança, 1939.

Mãe com seus filhos em uma fotografia que hoje em dia parece perturbadora. Se trata de uma prática comum na Era Vitoriana, no final do século 19: nos primórdios da fotografia o desejo de ter retratos das crianças sem qualquer adulto junto a elas levou a um método inusitado que consistia em cobrir as mães com cortinas como forma de confundir com parte do cenário.

Uma mãe atravessa um rio com seus filhos em fuga a um bombardeio dos Estados Unidos, 1965.
sábado, 9 de maio de 2015
ATROFIA MUSCULAR ESPINHAL
A atrofia muscular espinhal
(SMA) é uma doença de herança autossômica recessiva, que atinge as células do
corno anterior da medula, caracterizada por fraqueza muscular progressiva e
atrofia muscular com prejuízo de movimentos voluntários como segurar cabeça,
sentar e andar. O aparecimento da fraqueza varia desde antes do nascimento até
a adolescência ou início da idade adulta.
A SMA é dividia em 4 tipos:
- Tipo I (Doença de Werdnig-Hoffmann): é a mais grave, podendo apresentar sintomas desde a vida intrauterina, os quais incluem comprometimento respiratório, disfagia, fraqueza.
- Tipo II (Intermediária): as alterações surgem entre 6 meses e 2 anos de idade, sendo que algumas crianças conseguem ficar sentadas e raramente ficam em pé
- Tipo III (Doença de Kugelberg-Welander): conhecida como a forma juvenil, apresenta sintomatologia entre 2 e 17 anos de idade, comprometendo os membros superiores. As alterações da doença são menos graves e a progessão é lenta.
- Tipo IV (Adulta): é o tipo menos grave de SMA, acomentendo individuos entre 30 e 40 anos de idade, sendo a apresentação da doença lenta e insidiosa.
A doença é causada por uma deleção ou mutação homozgótica do gene 1 de sobrevivência do motoneurônio (SMN1), localizado na região telomérica do cromossomo 5q13, sendo que o número de cópias de um gene semelhante a ele (SMN2), localizado na região centromérica, é o principal determinante da severidade da doença.
Especificamente, 98% dos pacientes com SMA tipo I (Werdnig-Hoffmann) têm a deleção; 92% dos pacientes com SMA tipo II (intermediária) têm a deleção e 88% dos pacientes com SMA tipo III (Kugelberg-Welander) têm a deleção.
(Com informações Gizmodo/Centro de genomas)
sexta-feira, 8 de maio de 2015
SURDO CRIA BRAÇO MECÂNICO COM SUCATA APÓS TER BRAÇO AMPUTADO
Assim como o Homem de Lata, do clássico Mágico de Oz, José Arivelton Ribeiro também tem seu corpo “composto” por lataria. O que os separa é que, ao contrário do personagem, o cearense está longe de precisar de um coração. No caso da vida real, foi ele quem criou o próprio braço mecânico, sem a ajuda de nenhuma Dorothy, e sim da internet.
Em uma casa humilde, José Ari, atualmente viúvo, mora junto com a mãe, o irmão e a filha Sara. Os três auxiliam o familiar apenas com a comunicação para quem não sabe a linguagem de sinais. De acordo com a família, o cearense é completamente independente. “Quando não tem gente em casa, ele se vira. Ele não gosta que ninguém fique atrás dele, querendo ajudar”, garante o Rusivelton.
Depois de fazer pesquisas na internet, Ari resolveu construir um braço mecânico, na tentativa de suprir suas necessidades. A peça foi feita há um ano e dois meses, mas ainda será adaptada. A prótese do braço direito pesa 5kg.
Feito peça por peça com sucata, parafusos, ligas de borrachas, panelas velhas e até cabos de freio de bicicleta, o homem se baseou no tamanho do braço do irmão para construir o próprio. Para usar o equipamento, ele utiliza uma meia no braço para se proteger de possíveis ferimentos.
Os movimentos do “braço de lata” foram fundamentados nos ligamentos de um braço de verdade. O sistema é aparentemente simples. Para mexer os dedos, José Ari movimenta os ombros. Se alonga os ombros, a mão abre. Se curva os ombros, a mão fecha. É dessa forma, que ele consegue desenvolver atividades simples, como cortar pão, pegar uma chave e até dirigir seu próprio carro.
O irmão conta que essa não é a sua primeira prótese. Ele já havia feito outra antes, mas não tão desenvolvida. Funcionava como uma espécie de gancho. “Meu irmão nasceu assim e sempre foi difícil pra ele conseguir interagir com a sociedade, mas ele sempre deu um jeito. Eu o uso como uma motivação todos os dias, ele é quem me coloca pra frente”, finaliza.
José Ari consegue levar uma vida normal. Trabalha, faz qualquer tarefa doméstica e ainda encontra uma maneira para jogar vídeo-game. Além do braço, ele cria outros artefatos, como um abajur, feito com garrafas de bebidas alcoólicas encontradas nas ruas. Um belo invento, mas nada como o incrível braço de lata.
FONTE: Fonte: Tribuna do Ceará
quinta-feira, 7 de maio de 2015
A REALIDADE DOS CONTOS DE FADAS: UMA ANÁLISE SOCIAL - CINDERELA
No conto da Cinderela, o seu famoso sapato de cristal se tornou parte de uma das versões deste conto para dar um final feliz a protagonista, que nem sempre vivenciou algo do tipo. A história da Cinderela é bem antiga, versões deste conto foram encontrados na China antiga antes de Cristo, contudo as versões de Perrault, dos Grimm e da Disney são as mais conhecidas e famosas. A Cinderela também pode ser encontrada sob o nome de a Gata Borralheira, a qual narra a história de uma jovem e bonita mulher sofredora que procura a felicidade.
"Num dos primeiros contos do ciclo de Cinderela, a heroína torna-se empregada doméstica, a fim de impedir o pai de forçá-la a se casar com ele. Em outro, a madastra ruim tenta empurrá-la para dentro de um fogão, mas incinera, por engano, uma das mesquinhas irmãs postiças". (DARNTON, 1986, p. 28).
Em algumas das versões europeias do conto, a Cinderela era uma jovem que passa a viver com a família da sua madrasta após a morte de seu pai, contudo sua madrasta e suas três filhas eram mulheres cruéis com Cinderela, a maltratando com profundo desprezo. Ela passa a viver como uma empregada ou uma serviçal no contexto da época. Tal história procurava retratar a realidade de algumas filhas que passavam a viver com suas madrastas, já que nesta época o índice de mortalidade era grande, sendo assim era comum haver muitos viúvos e viúvas, e nem sempre estes homens e mulheres eram gentis com os filhos de seus cônjuges. Assim, o incremento da fada, do sapato de cristal, do baile, do príncipe encantado, se tornou meios para que as mulheres pudessem ter a esperança de que a vida poderia ficar melhor, terem um sonho pelo qual lutar. Em algumas versões da história, a madrasta e suas filhas possuem um final bem cruel.
quarta-feira, 6 de maio de 2015
CRIANÇAS CONTAM DE UMA FORMA VERDADEIRA COMO É CONVIVER COM UM COLEGA COM AUTISMO
Nem é preciso falar, as crianças são formidáveis! Em uma escola decidiram perguntar para algumas crianças, como é conviver com um amiguinho autista.
Elas deram diversas respostas, uma mais interessante do que a outra!
Assista a seguir e veja o que elas contaram e os ensinamentos que podem nos dar:
FONTE: www.megacriativo.com
terça-feira, 5 de maio de 2015
segunda-feira, 4 de maio de 2015
domingo, 3 de maio de 2015
ORIGENS E SIGNIFICADOS DOS NOMES DAS CAPITAIS BRASILEIRAS - PARTE 4
Rio de Janeiro – Cidade nomeada por ter sido descoberta no dia 1º de janeiro de 1502 por Américo Vespúcio, e por julgar-se que a baía da Guanabara fosse a foz de um rio. Na geografia da época, os portugueses não distinguiam estuários de baías, além de estarem acostumados ao formato da baía do Tejo em Lisboa, que se assemelha ao da Guanabara.
Salvador (Bahia) - Referência a um dos nomes cristãos-católicos de Deus; o nome inteiro da cidade era "Mui Leal Cidade de São Salvador da Bahia de Todos os Santos". Em inglês, é comum que a cidade seja chamada Salvador de Bahia para não confundir com SanSalvador, capital de El Salvador, na América Central.
São Luís (Maranhão) - Homenagem tanto a São Luís (santo que foi rei francês e lutou nas cruzadas) quanto ao então rei de França, Luís XIII, na época em que os franceses fundaram a cidade (como França Equinocial, por situar-se perto do equinócio ou linha do equador).
São Paulo – Foi assim batizada pelo colégio (monastério) jesuíta de São Paulo de Piratininga. Durante os primeiros três séculos, a cidade era conhecida como Piratininga — que por sua vez deriva de pirá (peixe) + tininga (seco), de onde "peixe seco", em referência ao rio Tietê — e à capitania de São Paulo.
Teresina (Piauí) - Homenagem à imperatriz Teresa Cristina, esposa de D. Pedro II.
Vitória (Espírito Santo) - Referência à resistência dos colonizadores portugueses contra as investidas dos temiminós e tupinambás contra as primeiras tentativas de povoamento.
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