terça-feira, 21 de outubro de 2014

CINEMA EM TIRAS - POLTERGEIST, O FENÔMENO - PARTE 2




Elenco



  • Craig T. Nelson ... Steve Freeling
  • JoBeth Williams ... Diane Freeling
  • Beatrice Straight ... Dr. Lesh
  • Dominique Dunne ... Dana Freeling
  • Oliver Robins ... Robbie Freeling
  • Heather O'Rourke ... Carol Anne Freeling
  • Michael McManus ... Ben Tuthill
  • Virginia Kiser ... Mrs. Tuthill
  • Martin Casella ... Marty
  • Richard Lawson ... Ryan
  • Zelda Rubinstein ... Tangina Barrons
  • Lou Perryman ... Pugsley
  • Clair E. Leucart ... Bulldozer Driver
  • James Karen ... Frank Teague
  • Dirk Blocker ... Jeff Shaw









CONTINUA...

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

FILHO DE CHRISTOPHER REEVE ANUNCIA PROGRESSO NO TRATAMENTO CONTRA LESÃO MEDULAR



PARTICIPAÇÃO DE CHRISTOPHER REEVE EM SMALLVILLE

    Dez anos após a morte do eterno Super Homem Christopher Reeve, seu filho mais velho Matthew anunciou grande novidade no tratamento contra lesão medular e desejou que seu pai estivesse vivo para ver.
    À revista People ele comentou que é difícil não pensar no pai  e como seria se ele estivesse lá. Também apresentou, pela primeira vez, o avanço no tratamento de dois homens por meio da terapia de “estimulação epidural”. Até eles então acreditavam que jamais poderiam se movimentar da cintura e do pescoço para baixo, mas agora já podem movimentar a cintura, os dedos e as pernas.
    Apesar da perda, Matthew comentou que as pesquisas não teriam avançado tanto, se não fosse por seu pai.

MATTHEW REEVE
     Segundo a revista, após ficar paralisado devido a uma queda de cavalo, Chistopher e sua mulher Dana Reeve – morta em 2006 por um câncer na garganta –, trabalharam para melhorar a vida de seis milhões de pessoas com paralisia através do Chistopher & Dana Reeve Foundation.
    Matthew ainda contou sobre o envolvimento da  família em dar continuidade aos projetos dos pais.
   – É uma grande honra continuar o que eles começaram. Eu não chegarei perto de ser produtivo como ele foi, em termos de arrecadar dinheiro e reunir esforços, mas é uma causa que está próximo do meu coração.
    Agora ele espera dar um passo ainda maior e arrecadar a quantia de US$ 15 milhões para levar o tratamento para mais 36 homens e mulheres para a próxima fase da pesquisa, que acontece na Universidade de Louisiana, no Kentuky.

Fonte:Olhar Direto

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

CINEMA EM TIRAS - POLTERGEIST, O FENÔMENO - PARTE 1



    
          
          Poltergeist (Poltergeist - O Fenômeno, no Brasil) é um filme de 1982,  do gênero terror, escrito e produzido por Steven Spielger e dirigido por Tobe Hooper.  
 

      Os efeitos especiais ficaram a cargo da Industrial Light & Magic, e trilha sonora foi composta por Jerry Goldsmith.  



         Steven (Craig T. Nelson)) e Diane Freeling (Jobeth Williams), um jovem casal da Califórnia, juntamente com os filhos Dana (Dominique Dunne),  Robbie (Oliver Robins) e a pequena Carol Anne (Heather O'Rourke), representam a típica família norte americana da década de oitenta.

         Tudo começa com a menina conversando com o aparelho de TV e móveis que se movem sozinhos, até que em uma noite, durante uma tempestade, Carol Anne desaparece dentro do armário de seu quarto. Por acaso, em um canal de TV sem sinal, a família pode ouvir sua voz e se comunicar com a garota. Os Freeling procuram uma equipe de parapsicólogos e uma poderosa médium para trazer Carol Anne de volta, mesmo tendo que enfrentar um mundo desconhecido, espíritos furiosos e manifestações demoníacas dentro da própria casa, que esconde um segredo terrível.

FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/ 










 CONTINUA...

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

ESTUDANTES CRIAM CONCEITO DE APP QUE TRADUZ LÍNGUA DE SINAIS EM PALAVRAS AUDÍVEIS



    Nos expressamos através de gestos e cada país possui suas particularidades com relação aos significados deles, mas alguns são tão universais que podem ser entendidos em qualquer lugar do mundo.

   Mas, particularmente os gestos da língua de sinais, em sua grande maioria, só são usados e entendidos por pessoas com deficiência auditiva, o que impossibilita que várias conversas interessantes possam acontecer entre eles e qualquer outra pessoa que queira conversar.

   Pensando nisso, um grupo de estudantes de marketing da Berghs School of Communication desenvolveu o conceito de um app que traduz os gestos em palavras em tempo real, com a ajuda de uma espécie de munhequeira colocada mais acima do pulso, capaz de fazer a análise dos gestos, num processo chamado de eletromiografia. É através desse processo que os movimentos são traduzidos em palavras audíveis.

    O novo do app foi batizado de Google Gestures.
FONTE: http://notisurdo.com.br/

quarta-feira, 15 de outubro de 2014

LENDAS URBANAS - A MULHER DA ESTRADA




      Essa lenda surgiu  em meados dos anos 50/60 devido ao grande crescimento de rodovias que se deu nesses anos. Na maioria das vezes, a lenda fala de uma mulher loira (que pode ser trocada por uma índia ou prostituta) que fica na beira da estrada pedindo carona para os motoristas que passam, quando um resolve parar (muitas vezes caminhoneiros) ela conduz a pessoa até um cemitério próximo, chegando lá a bela mulher desaparece deixando o motorista sem entender nada, logo depois ele a reconhece na foto de uma das lápides. Em outras versões ela simplesmente desaparece dentro do próprio veículo, depois o motorista descobre pelos moradores das redondezas que a moça havia sido atropelada há muitos anos naquela mesma estrada.

      Algumas vezes, antes de desaparecer, o espírito da mulher pede ao motorista que ele construa uma capela no lugar onde ele a encontrou para que assim ela possa finalmente descansar em paz. Há ainda versões em que ela se deita com o motorista que quando acorda no dia seguinte descobre que ela simplesmente desapareceu sem deixar vestígios de sua existência. Uma versão mais sangrenta diz que a loira, antes de desaparecer, seduz o motorista que quando tenta beijá-la, acaba perdendo a língua.
      Outras versões dessa lenda se passam em cidades grandes e são protagonizadas por motoristas de táxi, nelas o taxista recebe uma passageira muito bela e jovem, ela pede uma corrida até um cemitério qualquer da região, chegando lá ela dá ao motorista o endereço de sua casa e diz que lá ele irá receber seu pagamento, no dia seguinte, quando o motorista vai receber o dinheiro, o pai da menina lhe diz que é impossível sua filha ter feito essa corrida, afinal, ela havia morrido há muitos anos. O taxista, sem entender nada, fica ainda mais confuso ao reconhecer numa foto a menina que ele conduziu no dia anterior.

FONTE: http://ahduvido.com.br/

terça-feira, 14 de outubro de 2014

PELA PRIMEIRA VEZ, PESSOA COM DEFICIÊNCIA ESTAMPARÁ CAPA DA MEN'S HEALTH





    Pela primeira vez na história da revista Men’s Health, um homem com deficiência física é premiado com o título de Ultimate Men’s Health Guy. O título é dado ao leitor que representa melhor as ideias da revista norte-americana. Além disso, essa é a primeira nos 26 anos da publicação que um homem com deficiência estampa a capa da revista.

    O veterano de guerra Noah Galloway, de 32 anos, que hoje aparece na revista, perdeu parte da perna esquerda e o antebraço esquerdo em serviço. As lesões foram causadas enquanto estava servindo o exército dos EUA no Iraque, em 2005.


    Na época, o veículo militar de Galloway passou sobre um artefato explosivo improvisado, que foi o bastante para atirar o Humvee pelos ares. Após o acidente, o soldado, que havia deixado seu país pela segunda vez para servir o exército, entrou em depressão e começou a beber. Galloway era um atleta nato, desde a adolescência ele se empenhava em praticar execícios físicos. No entanto, além de entrar em depressão, ele começou a ganhar peso.


    Em 2010, o soldado se olhou no espelho e resolveu voltar a malhar. Após 4 anos de dedicação, ele voltou a ter o corpo definido, a manter a mente sob controle e foi premiado com a capa da revista Men’s Health.

FONTE: DEFICIENTE CIENTE

sexta-feira, 10 de outubro de 2014

A DESCOBERTA DA ARCA DE NOÉ - PARTE 4




O Dilúvio existiu?

A inundação catastrófica citada na Bíblia que teria acabado com toda a vida na Terra é também presente em muitas culturas antigas (algumas até anteriores ao Antigo Testamento): Sumérios, gregos, hindus, babilônicos, escandinavos, gauleses e até entre os chineses. No entanto, apesar do Dilúvio ser citado há tantos milênios e em tantos povos diferentes, os arqueólogos ainda não encontraram nenhuma evidência de que isso tenha realmente acontecido.


Falsas descobertas

A farsa do achado da Arca de Noé criada pelos exploradores chineses não foi a primeira e nem será a última desse tipo. Em 1993, por exemplo, o documentário “A Incrível Descoberta da Arca de Noé” foi ao ar pela rede de TV CBS mostrando que a humanidade finalmente teria encontrado a bendita arca. Naquele mesmo ano, George Jammal, uma das supostas testemunhas oculares da expedição, assumiu ao jornal Long Beach Press que o documentário era mesmo uma fraude.  
        Na versão em inglês do Wikipédia podemos ler outros embustes elaborados em diversas datas, desde 1917 a 1993. Sabemos que a Wikipédia não é uma fonte confiável, mas todos os casos citados no artigo possuem links para matérias de jornais e de livros que comprovam as falsas descobertas da Arca de Noé.

Conclusão

A descoberta da Arca de Noé por exploradores chineses é farsa! A invenção da descoberta foi criada apenas para aumentar o interesse no turismo local.


quinta-feira, 9 de outubro de 2014

NANISMO - PRECONCEITO É DESAFIO PARA OS ANÕES





    A baixa estatura pode ser sinal de várias doenças, a maioria delas relacionadas à subnutrição. Há um grupo, porém, que já nasce sem qualquer chance de chegar a uma altura normal. São as pessoas com nanismo genético, gente que não chega a ter 1,40m. A ciência já conseguiu mapear as desordens cromossômicas responsáveis pela maioria dos casos de malformação, mas ainda é muito difícil reverter o quadro. Enquanto isso, os pequenos procuram levar a vida como qualquer outro cidadão, algo que já não seria fácil devido à falta de adaptação do mundo e que pode ser ainda mais complicado por conta da resistência ao diferente — que o diga o engenheiro eletricista Haroldo Wasser Gomes, de 38 anos. Há quatro, nasceu sua filha, Milena, diagnosticada com acondroplasia, o tipo mais comum de nanismo. “Até então, eu tinha uma referência muito pejorativa desse tema, achava que essas pessoas só serviam para o circo”, reconhece. “Fiquei triste no começo, mas bastou conhecer outros pequenos para transformar a minha maneira de encarar o assunto”, conta. 

    Milena é a primeira da família de Gomes e de sua mulher, Paula, a nascer com a mutação genética que causa o problema. Ainda na barriga da mãe, bebês com a doença sofrem alterações que provocam falhas na produção de células essenciais ao alongamento dos ossos (veja infografia ao lado).

 

    “Em boa parte dos casos, ocorre um acidente genético aleatório, sem qualquer relação com a herança familiar. Isso só passa a interferir em indivíduos gerados por pessoas que têm o nanismo”, esclarece Salmo Raskin, diretor da Sociedade Brasileira de Genética Médica. Foi o que aconteceu com a família da atriz Priscila Menucci, 36 anos. Ela casou-se com outro pequeno e está prestes a dar à luz o segundo filho com nanismo. “Muitos médicos disseram que eu não poderia ser mãe, até que um ginecologista resolveu fazer os exames para confirmar essa ideia. Ele descobriu que meu útero é do tamanho normal e eu tive duas gestações absolutamente normais”, conta a atriz. O caçula nasce nesta semana.

    Os especialistas ainda não conseguiram definir qual o tipo de nanismo de Priscila, que tem 91cm. O marido dela, com 1,30m, e o filho de 5 anos são acondroplásicos, e toda a família tem a saúde perfeita. O mesmo não ocorre em outras anomalias que causam baixo crescimento. Na osteogênese imperfeita, por exemplo, mais conhecida como síndrome dos ossos de vidro, partes do esqueleto ficam, além de curtas, frágeis. O drama desses pacientes foi retratado no filme Corpo fechado, onde o personagem vivido por Samuel L. Jackson sofreu dezenas de fraturas ao longo da vida. “Nesse caso, o defeito ocorre na produção de colágeno, uma proteína que garante a resistência dos ossos”, detalha Raskin.

    As anomalias genéticas também podem afetar a produção de hormônios, o combustível que o corpo utiliza para crescer. Há dezenas de patologias provocadas por esse tipo de problema. Uma das principais é a síndrome de Turner, que ocorre quando há apenas um cromossomo X na mulher, em vez de dois. “A mutação atrapalha a formação do ovário da menina, que já nasce com baixa estatura. A doença pode ser suavizada com a administração de hormônios do crescimento, mas, em muitos casos, a jovem tem dificuldades para desenvolver caracteres sexuais secundários”, explica o diretor da Sociedade Brasileira de Genética Médica.

    Esse é, inclusive, um dos desafios que a medicina enfrenta para ajudar pessoas com nanismo. Se o defeito atinge a produção de apenas uma proteína, é possível que isso seja contornado com medicamentos. “O problema é que, frequentemente, há mais de um gene alterado e, em outras situações, nós ainda não sabemos como a proteína se comporta”, diz Salmo Raskin. Ele e outros especialistas lembram que nanismo não é a mesma coisa que ser baixinho. “Muita gente aparece no consultório se queixando de baixa estatura, sem considerar seu histórico familiar. Não é doença ter 1,60m. O nanismo só passa a ser considerado em pessoas com menos de 1,40m, 1,30m”, comenta o endocrinologista Marcello Bronstein, do Hospital das Clínicas de São Paulo, um dos maiores estudiosos do tema no país.

Mundo de gigantes
    Para os que cresceram apenas até 1 metro e bem pouco, o cotidiano exige certo jogo de cintura. A começar pela convivência escolar. “Antes de Milena começar no colégio, conversamos com a professora e com a orientadora educacional. Fomos bem francos sobre as possibilidades, especialmente no que se refere a jogos e brincadeiras com crianças maiores”, conta Haroldo Gomes. Esse acerto também foi feito quando Priscila estava no ensino fundamental. Ela lembra que não deixou de praticar nenhuma atividade física, somente permanecia na quadra por menos tempo que as colegas.

    Dentro de casa, a família de Priscila optou por manter as coisas no tamanho normal. “Temos alguns interruptores mais baixos, mas é só. O resto é feito com banquinho. Foi uma escolha, porque lá fora os lugares não são adaptados, a gente é que precisa se virar”, diz. A dificuldade existe para todas as pessoas com necessidades especiais, mas pode ser ainda mais crítica para quem tem nanismo. Priscila não consegue usar o caixa eletrônico para cadeirantes, por exemplo. “Eu alcanço as teclas, mas não vejo a tela por causa do reflexo. Infelizmente, tenho que dar minha senha para os auxiliares do banco.”

    Essas situações, contudo, não são o pior. “A principal barreira é a cultural. É preciso expor um modelo positivo da pessoa com nanismo, ao contrário do que aparece frequentemente, com pequenos sendo palhaços ou abusados por pessoas maiores”, diz Haroldo Gomes. Priscila concorda. “O mundo pode se adaptar, a gente briga, entra na Justiça. O mais difícil de mudar é o ser humano, ensinar o respeito pela diferença do outro.”

FONTE: http://www.em.com.br/