quinta-feira, 18 de maio de 2017
quarta-feira, 17 de maio de 2017
O QUE ACONTECERIA SE OS HUMANOS SUMISSEM DE REPENTE...
Na falta de pessoas para realizar as manutenções e alimentar os maquinários com combustível, a maioria das plantas de fornecimento de energia — incluindo as de energia eólica e até as nucleares — deixariam de funcionar e, portanto, não demoraria até que o planeta mergulhasse na escuridão.
As usinas hidrelétricas continuariam funcionando por algum tempo — mas, sem as manutenções necessárias em sua estrutura, as barragens de contenção das represas eventualmente entrariam em colapso, liberando a água — que alagaria vastas regiões e as transformaria em áreas pantanosas.
Sem energia, as estações de metrô e túneis subterrâneos que existem pelo mundo começariam a ficar inundados — pela falta de funcionamento dos sistemas que realizam o bombeamento da água.
Os bichinhos de estimação que tivessem o azar de ficar trancafiados nas residências começariam a morrer de fome e sede apenas alguns dias depois do desaparecimento dos humanos. O mesmo aconteceria com milhões de animais que são mantidos em fazendas e granjas.
E os que conseguissem escapar teriam que lutar para sobreviver e correriam o risco de ser devorados por animais maiores do que eles. Após algumas semanas, não restaria muitos bichinhos de pequeno porte para contar história.
Os parasitas que têm os seres humanos no cardápio — como os piolhos, por exemplo — entrariam em extinção cerca de um ano depois de nós desaparecermos da face da Terra.
FONTE: MEGACURIOSO
terça-feira, 16 de maio de 2017
TRIBOS INDÍGENAS TIRAM A VIDA DE BEBÊS COM DEFICIÊNCIA
Matar um filho que tenha nascido com uma deficiência física é algo inaceitável para a sociedade, considerado um crime, além de ser uma crueldade sem precedentes. Contudo, para cerca de 13 etnias indígenas do Brasil isso é uma tradição, ou seja, os índios têm o hábito de sacrificar a vida das crianças que nascem com problemas físicos ou genéticos.
Esse tipo de prática acontece desde os primórdios da história do Brasil, bem antes de os portugueses chegarem às nossas terras. Os recém-nascidos são analisados depois do parto e, caso apresentem alguma deficiência física, eles acabam mortos.
Apesar de ser uma prática desumana, ela não é considerada crime para as comunidades indígenas, já que a Constituição brasileira garante aos índios o direito ao infanticídio. Isso acontece porque as tradições indígenas são respeitadas e, para eles, sacrificar o filho com deficiência é como um gesto de amor, já que, teoricamente, serviria para proteger a criança dos possíveis sofrimentos de uma vida com limitações.
Já existem alguns projetos de lei em discussão para tentar abolir essa prática do Brasil. Entretanto, a maior parte dos antropólogos afirma que os políticos não devem interferir na cultura indígena.
Esse tipo de prática acontece desde os primórdios da história do Brasil, bem antes de os portugueses chegarem às nossas terras. Os recém-nascidos são analisados depois do parto e, caso apresentem alguma deficiência física, eles acabam mortos.
Apesar de ser uma prática desumana, ela não é considerada crime para as comunidades indígenas, já que a Constituição brasileira garante aos índios o direito ao infanticídio. Isso acontece porque as tradições indígenas são respeitadas e, para eles, sacrificar o filho com deficiência é como um gesto de amor, já que, teoricamente, serviria para proteger a criança dos possíveis sofrimentos de uma vida com limitações.
Já existem alguns projetos de lei em discussão para tentar abolir essa prática do Brasil. Entretanto, a maior parte dos antropólogos afirma que os políticos não devem interferir na cultura indígena.
FONTE: http://www.sitedecuriosidades.com/
segunda-feira, 15 de maio de 2017
DAJO, O ALFINETEIRO
Na década de 1940, Dajo era conhecido por suas performances de palco, onde permanecia parado enquanto seu assistente o atravessava com lâminas de esgrima, uma a uma. O show era assustador, mas Dajo nunca vacilou, nunca mostrou a menor dor.
Os médicos resolveram estudar o caso de Dajo. Ele então foi convidado para exames médicos e para a surpresa dos Dajo estava muito bem. Com a lâmina da esgrima atravessada no peito, Dajo se dirigiu até um laboratório para exames de raios-X, onde constataram que não se tratava de uma trapaça. A esgrima de fato atravessou seu abdômen, passando próxima a seus órgãos internos sem danificá-los.
Apesar de sua incomum habilidade, Dajo acabou vacilando em uma de suas apresentações e morreu aos 35 anos com uma ruptura de sua veia aorta, após uma apresentação onde engoliu uma espada de aço afiada.
FONTE: http://rockntech.com.br/
domingo, 14 de maio de 2017
TIETA
O canal Viva desde o dia 01 de maio vem reprisando a novela "Tieta", da Rede Globo.
A novela, exibida originalmente entre agosto de 1989 e março de 1990, foi um dos maiores sucessos da emissora carioca de todos os tempos.
Abaixo, algumas curiosidades sobre a novela:
Betty Faria contou que os direitos da obra de Jorge Amado foram comprados com o intuito de ser realizada uma produção independente. A ideia inicial era fazer uma minissérie, dirigida por Roberto Talma, para ser exibida na TV Globo. Segundo a atriz, foi ela quem negociou a compra dos direitos diretamente com Jorge Amado. Como ainda estava no elenco da novela O Salvador da Pátria (1989), que antecedeu Tieta, sua entrada na trama só aconteceu por volta do capítulo 20.
Betty Faria recorreu aos ensinamentos da fonoaudióloga Glorinha Beutenmüller para compor Tieta. Para dar conta dos atributos físicos da personagem de Jorge Amado, a atriz contou com a ajuda de um personal trainer, exercitando a musculação para ganhar um corpo mais desenhado.
O autor Aguinaldo Silva comemorou o fato de ter conseguido abordar na novela o tema da pedofilia – por meio da trama envolvendo o coronel Artur da Tapitanga (Ary Fontoura) e suas “rolinhas” – sem que os telespectadores ficassem chocados.
Aguinaldo Silva ressaltou que, em Tieta, pretendeu fazer uma metáfora sobre a volta da liberdade de expressão na novela brasileira. No capítulo em que Tieta (Claudia Ohana) é expulsa de casa pelo pai, Zé Esteves (Sebastião Vasconcelos), ele arranca aquele dia do calendário e diz: "Faz de conta que esse dia nunca aconteceu". O dia marcado na folhinha é 13 de dezembro de 1968, data em que foi promulgado o AI-5.
Segundo Aguinaldo Silva, muitas tramas que não existiam no original de Jorge Amado foram criadas na novela, para dar conta de uma produção de quase 200 capítulos. O autor afirmou que o romance, como foi escrito, renderia apenas uma minissérie de, no máximo, 30 capítulos.
Reynaldo Boury, diretor da novela, contou que Tieta começou a ser produzida a 40 dias de sua estreia. Isto porque a novela prevista para entrar no horário das 20h seria Barriga de Aluguel, de Gloria Perez, que já estava em produção e prestes a ser gravada. Mas José Bonifácio de Oliveira Sobrinho, o Boni – então vice-presidente de operações da TV Globo –, reprogramou Barriga de Aluguel para as 18 horas, e ordenou a produção de Tieta.
Tieta marcou a estreia de Ricardo Linhares como coautor de novelas – até então, ele trabalhava como colaborador.
FONTE: http://memoriaglobo.globo.com/
sábado, 13 de maio de 2017
sexta-feira, 12 de maio de 2017
quinta-feira, 11 de maio de 2017
BEBÊ JOHNSON'S COM SÍNDROME DE DOWN
O novo bebê Johnson's é lindo, como todos os outros, e tem síndrome de Down. A marca divulgou sua nova campanha para o Dia das Mães nessa terça-feira (9) e o vídeo já tem quase 10 mil compartilhamentos no Facebook, mostrando o quanto a representatividade é importante.
O bebê Lucca tem 1 aninho e é a primeira criança com síndrome de Down a estrelar uma campanha da marca. O vídeo foi feito pela Agência DM9.
FONTE: http://www.otempo.com.br/
quarta-feira, 10 de maio de 2017
PROPAGANDAS DE OUTROS TEMPOS - MAMANDO LEITE MOÇA
Leite condensado substituindo leite materno???
Nossa, por onde será que anda a geração que mamou Leite Moça?
terça-feira, 9 de maio de 2017
YEH HSIEN, A CINDERELA MAIS ANTIGA DO MUNDO
Ao que se sabe, esta é a mais antiga história da Cinderela escrita no mundo. Cinderela é um dos contos folclóricos mais conhecidos em todos os países e dela têm sido coligidas, estudadas e comparadas pelos entendidos centenas de versões.
A versão chinesa é tirada de "Yuyang Tsatsu", um livro de mágicas e contos sobrenaturais e de fundo histórico. outrossim, escrito por Tuan Ch'eng-shih que morreu em 863 da era cristã. A história lhe foi contada por uma velha serva da família que provinha de Yungchow (moderna Nanning) em Kwangsei, e que descendia dos povos das cavernas (aborígines) daquele distrito.
Certa vez, antes de Ch'in (222-206 a.C.) e Han havia um chefe das cavernas da montanha a quem os nativos chamavam chefe Wu. Ele se casou com duas mulheres uma das quais morreu deixando-lhe uma menina chamada Yeh Hsien. Essa menina era muito inteligente e habilidosa no bordado a ouro e o pai amava-a ternamente, mas, quando êle morreu, viu-se maltratada pela madrasta que seguidamente a forçava a cortar lenha e mandava-a a lugares perigosos para apanhar água em poços profundos.
Um dia, Yeh Hsien pescou um peixe com mais de duas polegadas de comprimento e que tinha as barbatanas vermelhas e os olhos dourados. Trouxe-o para casa e o pôs numa vasilha com água. Cada dia o peixe crescia mais e tanto cresceu que, finalmente, a vasilha não lhe serviu mais e a menina o soltou numa lagoa que havia por trás de sua casa. Yeh Hsien costumava alimentá-lo com as sobras de sua comida. Quando ela chegava à lagoa, o peixe vinha até a superfície e descansava a cabeça na margem, mas se alguém se aproximasse não aparecia.
Esse hábito curioso foi notado pela madrasta que esperou o peixe sem que este lhe aparecesse. Um dia, lançou mão de astúcia e disse à enteada: - "Não está cansada de trabalhar? Quero dar-lhe uma roupa nova." Em seguida fêz Yeh Hsien tirar a roupa que vestia e mandou-a a várias centenas de li para trazer água de um poço. A velha, então, pôs o vestido de Yeh Hsien e estendeu uma faca afiada na manga da blusa; dirigiu-se para a lagoa e chamou o peixe. Quando o peixinho pôs a cabeça fora d’água, ela o matou. Por essa ocasião, o animalzinho já media mais de dez pés de comprimento e, depois de cozido, mostrou ter sabor mil vezes melhor do que qualquer outro. E a madrasta enterrou seus ossos num monturo.
No dia seguinte, Yeh Hsien voltou e ao aproximar-se da lagoa verificou que o peixe desaparecera. Correu para chorar escondida no meio do mato e nisso um homem de cabelo desgrenhado e coberto de andrajos desceu dos céus e a consolou, dizendo: - “Não chore. Sua mãe matou o peixe e enterrou os ossos num monturo. Vá para casa, leve os ossos para seu quarto e os esconda. Tudo o que você quiser peça que lhe será concedido". Yeh Hsien seguiu o conselho e pouco tempo depois tinha uma porção de ouro, de jóias e roupas de tecido tão caro que seriam capazes de deleitar o coração de qualquer donzela.
Na noite de uma festa tradicional chinesa, Yeh Hsien recebeu ordens de ficar em casa para tomar conta do pomar. Quando a jovem solitária viu que a mãe já ia longe, meteu-se num vestido de seda verde e seguiu-a até o local a festa. A irmã, que a reconhecera virou-se para a mãe dizendo: - "Não acha aquela jovem estranhamente parecida com minha irmã mais velha ?" A mãe também teve a impressão de reconhecê-la. Quando Yeh Hsien percebeu que a fitavam, correu, mas com tal pressa que perdeu um dos sapatinhos, o qual foi cair nas mãos dos populares.
Quando a mãe voltou para casa encontrou a filha dormindo com os braços ao redor de uma árvore; assim pôs de lado qualquer pensamento que pudesse ter sido acerca da identidade da jovem ricamente vestida.
Ora, perto das cavernas, havia um reino insular chamado T'o Huan. Por intermédio de forte exército governava duas vezes doze ilhas e suas águas territoriais cobriam vários milhares de li. O povo vendeu, portanto, o sapatinho para o Reino T'o Huan, onde foi ter às mãos do rei. O rei fêz as suas mulheres experimentá-lo, mas o sapatinho era cerca de uma polegada menor dos das que tinham os menores pés. Depois fez com que o experimentassem todas as mulheres do reino sem que nenhuma conseguisse calçá-lo.
O rei, então, suspeitou que o homem que o tinha levado o tivesse obtido por meios mágicos e mandou aprisioná-lo e torturá-lo. Mas o pobre infeliz nada pôde dizer sobre a procedência do sapato. Finalmente, emissários e correios foram enviados pela estrada para irem de casa em casa a fim de prenderem quem quer que tivesse o outro sapatinho. O rei estava muito intrigado.
A casa foi encontrada, bem como Yeh Hsien. Fizeram-na calçar os sapatinhos e eles couberam perfeitamente. Depois ela apareceu com os sapatinhos e o vestido de seda verde tal como uma deusa. Mandaram contar o caso ao rei e o rei levou Yeh Hsien para seu palácio na ilha juntamente com os ossos do peixe.
Assim que Yeh Hsien foi levada, a mãe e a irmã foram mortas a pedradas. Os populares apiedaram-se delas, sepultando-as num buraco e erigindo um túmulo a que deu o nome de "Túmulo das Arrependidas". Passaram a reverenciá-las como espíritos casamenteiros e sempre que alguém pedia-lhes uma graça no sentido de arranjar ou ser feliz em negócios de casamento tinha certeza de que sua prece era atendida.
O rei voltou à sua ilha e fêz de Yeh Hsien sua primeira espôsa. Mas durante o primeiro ano de seu casamento, ele pediu aos ossos do peixe tantos jades e coisas preciosas que eles se recusaram a conceder-lhe mais desejos. Por isso o rei pegou os ossos e enterrou-os bem perto do mar, junto com uma centena de pérolas e uma porção de ouro. Quando seus soldados se rebelaram contra ele, foi ter ao lugar em que enterrara os ossos, mas a maré os levara e nunca mais foram encontrados até hoje. Essa história me foi contada por um velho servo de minha família, Li Shih-yüan. Ele descendia de um povo chamado Yungchow e sabia de muitas historias estranhas do sul.
FONTE: http://chines-classico.blogspot.com.br/
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