quinta-feira, 6 de junho de 2013

HISTORICANDO - LEONARDO DA VINCI - PARTE 3

     


      Em 1476, Leonardo da Vinci, juntamente com mais três alunos do ateliê de Verrocchio, foram acusados de sodomia; segundo a acusação referente a Leonardo, ele teria tido relações homossexuais com Jacopo Saltarelli, um jovem de 17 anos muito popular à época em Florença como prostituto. Diante, no entanto, da falta de provas concretas que confirmassem semelhante acusação, Leonardo foi absolvido. 
       Em 1478 foi-lhe encomendada a pintura de um retábulo para a Capela de São Bernardo, e a Adoração dos Magos, em 1481, para os monges de San Donato a Scopeto.
      Foi nesta época que Leonardo da Vinci escreveu uma carta a Ludovico, citada frequentemente, na qual ele descreve as coisas diversas e maravilhosas que ele conseguia realizar no campo da engenharia, e informando o seu senhor que ele também podia pintar.
      Leonardo continuou a trabalhar em Milão, entre 1482 e 1499. Recebeu a encomenda de pintar a Virgem dos Rochedos para a Confraria da Imaculada Conceição, e a Última Ceia para o mosteiro de Santa Maria delle Grazie.
      Trabalhou em diversos projetos para Ludovico, incluindo o preparo de carros alegóricos e desfiles para ocasiões especiais  e o projeto de uma cúpula para a Catedral de Milão.  Ao retornar para Florença, em 1500, foi recebido, juntamente com sua família e criadagem, pelos monges servitas do mosteiro de Santissima Annunziata, onde tinha à sua disposição um ateliê. Foi ali que, de acordo com Vasari, ele criou o desenho da Virgem, o Menino, Sant'Ana e São João Batista - uma obra que conquistou tanta admiração que homens e mulheres, jovens e velhos vinham vê-la, em massa, como se estivessem frequentando um grande festival.

Adoração dos Magos

FONTE: Wikipedia

terça-feira, 4 de junho de 2013

PHOTOGRAPHIC MUSEUM 3







FONTE: http://www.photographicmuseum.com/

HISTORICANDO - LEONARDO DA VINCI - PARTE 2



      Na sua adolescência, Leonardo foi fortemente influenciado por duas grandes personalidades da época, Lourenço de Médici e o grande artista Andrea del Verrocchio.
      Em 1469, com dezessete anos, Leonardo passou a ser aprendiz de um dos mais bem-sucedidos artistas de seu tempo, Andrea di Cione, conhecido como Verrocchio (Olho verdadeiro). O ateliê de Verrocchio estava no centro das correntes intelectuais de Florença, o que garantiu ao jovem Leonardo uma educação nas ciências humanas   
      Leonardo foi exposto desde cedo a uma vasta gama de técnicas, e teve a oportunidade de aprender desenho técnico, química, metalurgia, mecânica, carpintaria, a trabalhar com materiais como couro e metal, fazer moldes, além das técnicas artísticas de desenho, pintura, escultura e modelagem.
      Boa parte da produção de pinturas do ateliê de Verrocchio era feita por seus funcionários. De acordo com Vasari, Leonardo colaborou com Verrocchio em seu O Batismo de Cristo, pintando o jovem anjo da esquerda, que segura a túnica de Jesus de maneira tão superior ao seu próprio mestre que Verrocchio teria decidido nunca mais pintar. Isto provavelmente é um exagero; mas um exame atento da pintura mostra que existem diversos retoques feitos sobre a têmpera utilizando a nova técnica de pintura a óleo, como o cenário, as rochas que podem ser vistas ao fundo e boa parte da figura do próprio Jesus, todas testemunhas da mão de Leonardo.
      O próprio Leonardo pode ter sido o modelo para duas obras de Verrocchio, incluindo a estátua de bronze de David, no Bargello, e o Arcanjo em Tobias e o Anjo.

O batismo de Cristo

FONTE: Wikipedia

segunda-feira, 3 de junho de 2013

NÃO SE ESQUEÇA!







FONTE: Hospital Israelita Albert Einsten

HISTORICANDO - LEONARDO DA VINCI

     


    Quando penso em figuras históricas impressionantes, lembro sempre desse cara... Leonardo da Vinci... Anatomista, matemático, cientista, engenheiro, inventor, pintor, escultor, arquiteto, escritor, botânico, poeta e músico... E eu que sou só fisioterapeuta e escritor... eheheheh...
      Leonardo nasceu em 15 de abril de 1452, "na terceira hora da noite de um sábado", no vilarejo de Anchiano, na comuna italiana de Vinci, na Toscana, situada no vale do rio Arno, dentro do território dominado à época por Florença.
      Era filho ilegítimo de Messer Piero Fruosino di Antonio da Vinci, um notário florentino, e Caterina, uma camponesa que pode ter sido uma escrava oriunda do Oriente Médio.  Leonardo não tinha um sobrenome no sentido atual; "da Vinci" significa simplesmente "de Vinci": seu nome completo de batismo era "Leonardo di ser Piero da Vinci", que significava "Leonardo, (filho) de (Mes)ser, Piero de Vinci". O próprio Leonardo da Vinci assinava seus trabalhos simplesmente como Leonardo ou Io Leonardo ("Eu, Leonardo"); presume-se que ele não usou o nome do pai por causa do estado ilegítimo.


Casa onde Leonardo teria passado a infância

FONTE: Wikipedia

domingo, 2 de junho de 2013

CAMPANHA FRANCESA - USE CAMISINHA

NÃO SE ESQUEÇA!






FONTE: Hospital Isrealita Albert Einsten

O TURCO


      Aprendi a jogar xadrez quando estava na escola. Não queria fazer Educação Física e aí o jeito era jogar xadrez. A turma era composta por nerds, falsificadores de atestados médicos e gente que não tinha paciência pra ficar correndo atrás de uma bola que o professor soltava na quadra enquanto ia lanchar na cantina. De certa forma, era divertido. Um tabuleiro onde uma guerra entre dois exércitos era travada. Duas atenções fixas nos movimentos das peças enquanto o mundo continuava acontecendo lá fora. Era 1992. Ano em que o presidente Collor sofreu o impeachment e que a seleção masculina de vôlei ganhou medalha de ouro nos jogos olímpicos.
      Reis, rainhas, bispos, torres, cavalos e peões. Cada um com valor específico. Lembro que havia um cara cujo apelido era Lobão (por causa dos cabelos compridos) e que jogava muito bem. Me ensinou que o segredo do xadrez era conseguir prever os próximos 5 lances do adversário. Bruxaria ou técnica? Eu, sinceramente, não acreditava que ele fosse capaz de prever os movimentos. O fato é que ele era bom, pelo menos ali, entre nerds e falsificadores.
      Aí, dia desses vi na tv um programa que falava do Turco. O Turco foi uma máquina criada no século 18 pelo barão Wolfgang Von Kempelen e que jogava xadrez. Era apresentado como um espetáculo de mágica, pois parecia algo de outro mundo uma máquina que se movia e que desafiava grandes jogadores de xadrez.  Derrotou enxadristas como Napoleão Bonaparte e Benjamin Franklim e estava envolto em mistérios.
       Antes de jogar, alguém abria todo o dispositivo do Turco e mostrava que não tinha ninguém ali dentro. Porém, muito tempo depois, descobriu-se que havia um anão (atualmente pessoa com baixa estatura) muito bem escondido num dos compartimentos e que executava os movimentos. Jogar xadrez com o Lobão que era de carne e osso parecia tranquilo. Porém, jogar xadrez com uma máquina sinistra que se movia sozinha e que sugeria  trazer  consigo algo de sobrenatural ou pelo menos de misterioso, não devia ser fácil. Aí embaixo vai a foto de uma réplica do que teria sido o Turco, há mais de duzentos anos atrás. Achei sinistro.


por Cristiano Refosco

sábado, 1 de junho de 2013

MUSICAL ACESSÍVEL NO TEATRO

     

     
      O musical de rock para crianças e adolescentes “Um amigo diferente?”, encerrou sua temporada em São Paulo, com duas apresentações nesta sexta e sábado (24 e 25 de maio), no Teatro Itália.
      Considerado um marco na história do teatro infantil brasileiro por ser o primeiro a contar com total acessibilidade na comunicação com recursos de Libras, audiodescrição, legenda eletrônica programas em braile e letra ampliada e acessibilidade para pessoas com deficiência física, garantiu um público diversificado, com e sem deficiência, equiparação de acesso ao espetáculo. Encenado pelo grupo Os Inclusos e Os Sisos, projeto criado em 2003 por estudantes de artes cênicas e realizado pela ONG Escola de Gente, tem o objetivo de mobilizar governo e sociedade civil ao cumprimento das leis de acessibilidade em toda e qualquer iniciativa cultural.
      Com direção de Marcos Nauer, musicada por Maria Gadú, o espetáculo é baseado no livro homônimo de Claudia Werneck, autora e fundadora da ONG Escola da Gente. “Mais de Mais de 50 mil pessoas já assistiram por todo o país aos espetáculos tratam de inclusão, estamos elaborando uma nova peça para o ano que vem, mas isto ainda é segredo” comenta Claudia Werneck.

FONTE: Rede Saci