quarta-feira, 10 de abril de 2013

ESPANHA TEM PRIMEIRA VEREADORA COM SÍNDROME DE DOWN


Por Eva Martin

      Valladolid terá a primeira vereadora municipal com síndrome de Down da Espanha, segundo anunciou nesta quarta-feira o
prefeito de Castilla y León, Francisco Javier León de la Riva.
      A futura vereadora, que estava em 18 º na lista das últimas eleições, entra em substituição de Jesus Garcia Galvan, que está prestes a deixar o cargo.
      “Até o momento, a candidata número 18  do PP municipal, Angela Bacharel, trabalha como assistente administrativa na cidade de Valladolid.”
      Nesta entrevista abaixo,  concedida à repórter Eva Martin, realizada no final das últimas eleições municipais, Angela Bacharel justificou a sua decisão de participar do pleito: “é para que as pessoas a percebam que nós, pessoas com deficiência, podemos tudo, temos muita força de vontade”.
      “Esta é a opinião de Angela Bacharel, a primeira pessoa com síndrome de Down que participou das recentes eleições nas listas do PP em Valladolid.
      Embora não tenha saído no jornal nem aparecido nos cartazes eleitorais da última eleição, pode-se dizer que ela é a política com quem mais se identificam as pessoas com deficiência intelectual, por sua firmeza de ideias e forma natural de expressá-las.
      Angela Bacharel é um exemplo de inclusão na sociedade. Como todos os adultos espanhóis, pode exercer o seu direito de participar de listas de partidos políticos se tem habilidades e competência para isso. E nesse caso ela é um “vulcão” de otimismo e compromisso com os seus pares. Participa na política apenas para que a sociedade conheça mais as pessoas com deficiência intelectual e para que as barreiras mentais que existem  desapareçam.
      Depois de seu dia de trabalho e antes do penúltimo comício com candidatos do PP tomei um café com ela e sua mãe, dois exemplos de mulheres lutadoras.

Angela, você sente orgulho de ter entrado nas listas de um partido?
      Sim, e gostei muito de fazer a campanha. Fiquei super contente de ter podido participar da lista. O prefeito disse que fui um exemplo de esforço e superação … Fiquei emocionada quando me disseram que fazia parte da lista do partido.

Gosta de política?
      Não

Então … por que você decidiu dar este passo?
      Para as pessoas perceberem que as pessoas com deficiência podem tudo, têm muita força de vontade.

Imagino que esta passagem ”temporária” pela política tenha sido uma experiência inesquecível. Você recomendaria a outras pessoas com deficiência intelectual que também o fizessem?
      Claro. Elas podem.

O que você acha que você pode oferecer ao partido?
      Eu acho que se deve trabalhar mais questões das pessoas com deficiência, como o emprego (pensa alguns minutos e repete enfaticamente). Emprego.

O que você acha que pode melhorar na sua cidade para as pessoas com deficiência?
      Participarmos mais e sermos mais ouvidos. Nós poderíamos melhorar ainda mais a acessibilidade dos locais como museus, transporte … também organizar mais atividades para nós na área de lazer e esporte.

Nas organizações de pessoas com deficiência optamos por uma sociedade justa, mas a realidade é que a sociedade discrimina as pessoas com deficiência pelo fato de terem uma deficiência …
      Sim, sim. Acho que sim.

Como você acha que poderia ser mudar a sociedade?
      Educação.
      A educação e a formação são dois pontos que Angela destacou várias vezes nesta entrevista em que ele termina com um provérbio que ela segue e recomenda a todos “não se preocupe, ocupe-se.”

Fonte: Down21 e FEAPS Castilla y León

terça-feira, 9 de abril de 2013

CINEMA EM TIRAS - PSICOSE - PARTE 5

     

     

      É aconselhável a um bom seriado que ele parta de uma premissa razoável: conhecida, desejada, crível (se for o caso) e geralmente também parta de algum modismo ou alguma carência da mídia (neste caso se ele der certo ele lançará o modismo).      
      Por quê premissa melhor do que PSICOSE? É arriscado se mexer com algo tão sério? Sim, fãs torcerão o nariz lembrando do fiasco que foi a refilmagem de 1998, mas o fato é que sem medo, a obra prima máxima do cinema de suspense ganha seu prequel, sua sequência-que-vem-antes em forma de seriado. Embarcando no modismo Hitchcockiano (que já nos rendeu filme pra cinema e pra TV no ano passado) e mostrando que de quando em quando as coisas são redescobertas e reinventadas, a série pretende contar a adolescência do jovem Norman Bates ao lado da mãe, justamente quando compram o motel do título (por favor, não me envergonhe achando que motel nos EUA é a mesma coisa que motel no Brasil) e se mudam para a pequena cidade de White Pine Bay após a morte do marido e pai. E um "psicótico" (desculpem o trocadilho) slogan: O melhor amigo de um garoto é sua mãe.
      Foi no início do ano que as primeiras imagens, teasers e o burburinho começou. Facebook e Youtube bombaram com as fotos de Norman Bates adolescente e os videos que iam sendo distribuídos só iam aumentando a curiosidade dos fanáticos por Psicose, cinema de suspense e, claro, Alfred Hitchcock.
      Aproveitando-se do lançamento, o canal A&E colocou no ar um site que permitia que, através do aplicativo GetGlue, os fãs fizessem check-in em cada um dos 12 quartos do hotel.
      Um bom seriado, precisa em seu primeiro episódio de elementos que mostrem a que ele veio e que agradem àquele público que ele pretende conquistar.
      Sem rodeios, sem meias palavras. No primeiro episódio já nos confrontamos com a mãe docemente manipuladora de Norman, sua devoção por ela, seus sintomas de uma culpa que conheceríamos depois. Passado nos tempos atuais mas ainda assim contando a história anterior à do filme de 1960, o jovem convive com iPhones, carros modernos, baladas eletrônicas e garotas saidinhas, enquanto ajuda a mãe a escapar de um estupro, esconder o corpo e as evidências. É, seco assim, mas de forma brilhante.
      Um bom elenco e uma boa equipe técnica também são indicados para o sucesso de um novo seriado.      Elenco? Vera Farmiga (a mesma de Amor Sem Escalas que continua linda e agora tem um ar de doçura e perversidade que se misturam) e Freddie Highmore (sim, o menininho de A Fantástica Fábrica de de Chocolates versão 2005, agora já bem crescidinho) se encarregam em papéis que transbordam sinceridade.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

08 DE ABRIL - DIA NACIONAL DO BRAILLE



      O “Dia Nacional do Braille” tem como objetivo ser um momento de reflexão e discussão onde a educação, a empregabilidade e a inclusão social das pessoas cegas e com baixa visão sejam avaliadas e novos rumos sejam apontados a fim de que a sociedade crie seus mecanismos para favorecer o desenvolvimento intelectual, profissional e social dos deficientes visuais no Brasil. 
      “Louis Braille foi um jovem brilhante que ao inventar um sistema de leitura e escrita para as pessoas cegas mudou a vida destas pessoas em todo o mundo. O Sistema Braille garante maior independência, autonomia e segurança, fatores indispensáveis à auto-estima de todo ser humano”, comenta Regina Fátima Caldeira de Oliveira, coordenadora da revisão braille da Fundação Dorina Nowill para Cegos


Sobre o Dia Nacional do Braille – A data de 8 de abril, em vigor deste 2010, foi escolhida em homenagem ao dia de nascimento de José Álvares de Azevedo, o primeiro professor cego brasileiro. Cego desde o nascimento, ele estudou o método em Paris. De volta ao Brasil, passou a ensiná-lo e a difundi-lo, e recebendo o título honorífico de "Patrono da Educação dos Cegos no Brasil".

Sistema Braille -  É um sistema de leitura para cegos por meio do tato, criado pelo francês Louis Braille, que perdeu a visão aos 3 anos de idade. Braille apresentou a primeira versão do seu sistema de escrita e leitura com pontos em relevo para a utilização do deficiente visual em 1825. Sua escrita é baseada na combinação de 6 pontos, dispostos em duas colunas de 3 pontos, que permite a formação de 63 caracteres diferentes que representam as letras do alfabeto, números, simbologia aritmética, fonética, musicográfica e informática.

Sobre Louis Braille - Em 1825 o jovem francês Louis Braille apresentou a primeira versão do seu sistema de escrita e leitura em relevo para a utilização da pessoa cega. Baseado na combinação de seis pontos dispostos em duas colunas de três pontos o Sistema Braille permite a formação de 63 caracteres diferentes, que representam as letras do alfabeto, números, simbologia aritmética, musicográfica e, recentemente, da informática. Esse sistema se adapta a leitura tátil, pois os pontos em relevos devem obedecer à medidas padrão, e a dimensão da cela braille deve corresponder à unidade de percepção da ponta dos dedos.

      Natural de Coupvray, pequena aldeia a leste de Paris, Louis Braille nasceu em 4 de janeiro de 1809. Ficou cego em 1812, aos três anos, após se acidentar na oficina do pai. Ao tentar perfurar um pedaço de couro com uma sovela, aproximou-a do rosto, e acabou por ferir o olho esquerdo. A infecção se expandiu e atingiu o outro olho, deixando-o completamente cego. Para desenvolver um sistema de leitura e escrita para pessoas cegas, ele utilizou como base o sistema de Barbier, utilizado para a comunicação noturna entre os soldados do exército francês. Em 1837, Louis Braille apresentou a versão final do sistema que, embora tenha levado algumas décadas para ser aceito na França, antes do final do século XIX já havia se difundido pela Europa e por outras partes do mundo.

domingo, 7 de abril de 2013

CINEMA EM TIRAS - PSICOSE - PARTE 4


Psicose - 1998 (remake)

      Refilmagem do clássico de 1960, de Alfred Hitchcock. Em Phoenix, Arizona, Marion Crane (Anne Heche), secretária de uma imobiliária, rouba 400 mil dólares do seu patrão. Com este dinheiro, ela sonha recomeçar sua vida com o homem  que ama e, quando ruma ao seu encontro, acaba se perdendo e decide pernoitar em um velho motel administrado por Norman Bates (Vince Vaughn).

      Só que Marion não sabe que Norman é totalmente insano, e ele termina por esfaqueá-la enquanto ela está no chuveiro, matando-a. Norman se livra do corpo sem saber do dinheiro roubado, mas um detetive particular, que está encarregado do caso, acaba conhecendo o namorado de Marion e sua irmã e os três, ignorando que ela já está morta, tentam encontrá-la. Mas Norman Bates está no caminho deles.

Curiosidades

- Esta refilmagem foi feita buscando ser bem fiel ao filme original de Hitchcock. Suas cenas, diálogos e situações são quase as mesmas do filme de 1960. O diretor Gus Van Sant comprou a versão original de Psicose em DVD e passou a dirigir seu filme tendo o original como base. Se no filme de Hitchcock havia algum erro, como uma porta abrindo sem chave, Gus Van Sant decidia por filmar também com este erro, na intenção de fazer com que o seu Psicose fosse o mais parecido possível com o original.










CONTINUA...

sábado, 6 de abril de 2013

O QUE É AUTISMO? POR DR. DRAUZIO VARELLA

      


    Autismo é um transtorno global do desenvolvimento marcado por três características fundamentais:
  • Inabilidade para interagir socialmente;
  • Dificuldade no domínio da linguagem para comunicar-se ou lidar com jogos simbólicos;
  • Padrão de comportamento restritivo e repetitivo.
      O grau de comprometimento é de intensidade variável: vai desde quadros mais leves, como a síndrome de Asperger (na qual não há comprometimento da fala e da inteligência), até formas graves em que o paciente se mostra incapaz de manter qualquer tipo de contato interpessoal e é portador de comportamento agressivo e retardo mental.
      Os estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. A tendência atual é admitir a existência de múltiplas causas para o autismo, entre eles, fatores genéticos e biológicos.


Sintomas
      O autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente. O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos. De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:
  1. ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;
  2. o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;
  3. domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.
      Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.

Diagnóstico
      O diagnóstico é essencialmente clínico. Leva em conta o comprometimento e o histórico do paciente e norteia-se pelos critérios estabelecidos por DSM–IV (Manual de Diagnóstico e Estatística da Sociedade Norte-Americana de Psiquiatria) e pelo CID-10 (Classificação Internacional de Doenças da OMS).


Tratamento
      Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar.
      Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. Alguns podem beneficiar-se com o uso de medicamentos, especialmente quando existem co-morbidades associadas.

Recomendações
  • Ter em casa uma pessoa com formas graves de autismo pode representar um fator de desequilíbrio para toda a família. Por isso, todos os envolvidos precisam de atendimento e orientação especializados;
  • É fundamental descobrir um meio ou técnica, não importam quais, que possibilitem estabelecer algum tipo de comunicação com o autista;


  • Autistas têm dificuldade de lidar com mudanças, por menores que sejam; por isso é importante manter o seu mundo organizado e dentro da rotina;
  • Apesar de a tendência atual ser a inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares, as limitações que o distúrbio provoca devem ser respeitadas. Há casos em que o melhor é procurar uma instituição que ofereça atendimento mais individualizado;
  • Autistas de bom rendimento podem apresentar desempenho em determinadas áreas do conhecimento com características de genialidade.




  • Fonte: Dr. Drauzio Varella

    sexta-feira, 5 de abril de 2013

    CINEMA EM TIRAS - PSICOSE - PARTE 3



    10 FILMES QUE PRESTAM HOMENAGEM A ALFRED HITCHCOCK


    Psicose (1998): Refilmagem, quadro a quadro e em cores, do clássico de 1960, realizada pelo cultuado dietor americano Gus Van Sant. Vince Vaughn vive Norman Bates e Anne Heche é Marion.



    Alta Ansiedade (1977): Muito divertida comédia de Mel Brooks que faz citação a vários filmes de Hitchcock, entre eles Um Corpo que Cai, Os Pássaros e Intriga Internacional.



    Um Crime Perfeito (1998): Adaptação de Disque M para Matar, por Andrew Davis, estrelada por Gwyneth Paltrow, Michael Douglas e Viggo Mortensen.



    Paranoia (2007): Apesar de não assumido, é evidente o decalque de Janela Indiscreta nesta trama de D.J. Caruso sobre rapaz (Shia LaBeouf) que acredita ser seu vizinho um serial killer.



    Disque M para Matar (1981): Remake sem maior repercussão protagonizado por Angie Dickinson e Christopher Plummer. Direção de Boris Sagal.



    Janela Indiscreta (1998): Christopher Reeve e Daryl Hannah estrelam a refilmagem produzida para a televisão e dirigida por Jeff Bleckner.



    Os Pássaros 2 (1994): Produção para a TV que encena um novo ataque das aves surtadas. Rick Rosenthal e Alan Smithee são os diretores. A curiosidade é a participação de Tippi Hedren, protagonista do filme original.



    Psicose 2, 3 e 4: Anthony Perkins voltou a viver o maluco Norman Bates em três sequências, lançadas em 1983, 1986 (dirigida por ele próprio) e 1990.





















    CONTINUA...

    quinta-feira, 4 de abril de 2013

    HAND TALK - MÃOS QUE FALAM

         
    Foi pensando em prover o acesso ao conhecimento para os surdos e deficientes auditivos que os sócios Ronaldo Tenório, Carlos Wanderlan e Thadeu Luz idealizaram o Hand Talk – Mãos que falam – solução digital que converte textos, imagens e áudios para LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais.
    A maioria dos surdos não consegue ler nem escrever corretamente o português e dependem exclusivamente da LIBRAS para se comunicar. Essa deficiência implica na dificuldade de integração dessa camada social na educação, trabalho, lazer e em atividades cotidianas. Dentro desse contexto, o Hand Talk surge como uma ferramenta que alia tecnologia ao processo de inclusão social dessas pessoas.
    Através do projeto, o usuário poderá converter imagens, textos de livros, jornais, revistas, SMS e sites para a LIBRAS, além de poder entender normalmente o que as outras pessoas estão falando através da ferramenta de conversão de áudio para LIBRAS. Tudo isso com o auxilio de um intérprete virtual, o Hugo, que é a grande estrela do Hand Talk, pois o personagem 3D segue as mais modernas tendências de interação social, tornando a experiência do utilizador rica e interativa.
    Além do aplicativo que será lançado em breve, a Hand Talk também possibilita a tradução em tempo real de conteúdo de sites, além de soluções personalizadas para totens de acessibilidade e qualquer outro veículo de mídia.
    E o projeto já está sendo reconhecido internacionalmente. Hand Talk  foi eleito o melhor aplicativo do mundo no WSA-MOBILE, em Abu Dhabi.

    Fonte: Web Friend

    quarta-feira, 3 de abril de 2013

    CINEMA EM TIRAS - PSICOSE - PARTE 2



       Curiosidades sobre o filme:


    Possíveis escaladas
    • Várias atrizes estiveram cotadas para o papel de Marion Crane: Eva Marie Saint, Piper Laurie, Martha Hyer, Hope Lange e Lana Turner.
    Como veio ao mundo
    • Uma modelo nua foi utilizada por Hitchcock em algumas das cenas do chuveiro, na intenção de criar realismo.
    Jogo de contrastes em P&B
    • Psicose foi filmado em preto e branco por opção do próprio Alfred Hitchcock, que considerava que a cores o filme ficaria "ensanguentado" demais.
    Baseado no livro
    • Alfred Hitchcock comprou anonimamente os direitos do livro de Robert Bloch, por apenas US$ 9 mil. Logo após distribuiu várias cópias do livro, mantendo sempre segredo sobre o final da história.
    Reaproveitando atores
    • Para economizar nos custos de produção, Hitchcock resolveu por utilizar em Psicose boa parte do elenco de sua série exibida na TV americana.
    Sucesso comercial
    • Psicose custou apenas US$ 800 mil e faturou mais de US$ 40 milhões nas bilheterias.
    Sangue doce
    • Para criar o sangue na cena do chuveiro foi utilizada calda de chocolate.
    Efeito de sonoplastia
    • O som ouvido do facão sendo fincado no corpo de Marion é, na verdade, o som de um facão encravando em um melão.
    Sequências:
    • Seguido por Psicose 2 (1983), Psicose 3 (1986) e Psicose 4 - A Revelação (1990). Apenas o primeiro filme foi dirigido por Alfred Hitchcock.
    Remake polêmico:

          Foi refilmado em 1998 por Gus Van Sant, tendo também recebido o nome Psicose.
     







                                                                                CONTINUA... 

    terça-feira, 2 de abril de 2013

    02 DE ABRIL - DIA INTERNACIONAL DO AUTISMO



         
          Alice é uma menina autista que vai parar no País da Inclusão, um lugar onde todos possuem livre acesso e onde o preconceito a pessoas com deficiência não tem vez.

    - Imagem de "Alice no País da Inclusão", de Cristiano Refosco

    segunda-feira, 1 de abril de 2013

    CINEMA EM TIRAS - PSICOSE - PARTE 1


          Psycho (no Brasil, Psicose; em Portugal, Psico) é um filme  de 1960, dos gêneros suspense e terror, dirigido por Alfred Hitchcock.
          Hitchcock comprou anonimamente os direitos do livro de Robert Bloch, que deu origem ao roteiro do filme: ele pagou onze mil dólares e depois comprou todas as cópias disponíveis no mercado para que ninguém o lesse e, consequentemente, seu final não fosse revelado.
    Psicose custou 800 mil dólares e faturou 50 milhões de dólares nas bilheterias do mundo inteiro.
          Psicose começa com a secretária Marion dando um desfalque de 40 mil dólares na imobiliária onde trabalha. É uma tarde quente de sexta-feira e ela pede licença ao patrão para sair mais cedo, e leva consigo o pacote contendo o dinheiro, certa de que seu crime somente seria percebido após o final de semana. Com pouco mais de dois dias para fugir, Marion sai dirigindo sem destino pelas estradas. Cansada, vai parar no Motel Bates, um lugar decadente, que quase fechou suas portas após o desvio da autoestrada. Lá, é recepcionada por um simpático mas estranho e tímido rapaz, Norman Bates, totalmente dominado pela mãe. Após um bate-papo e um rápido sanduíche, acontece o inesperado: Marion é brutalmente esfaqueada enquanto toma banho, numa das cenas mais famosas de toda a história do cinema.


    Elenco

    Ator/Atriz Personagem
    Janet Leigh
    Marion Crane
    Anthony Perkins
    Norman Bates
    Vera Miles
    Lila Crane
    John Gavin
    Sam Loomis
    Martin Balsam
    Detective Milton Arbogast
    John McIntire
    Xerife Al Chambers
    Simon Oakland
    Dr. Fred Richmond
    Vaughn Taylor
    George Lowery
    Frank Albertson
    Tom Cassidy
    Lurene Tuttle
    Eliza Chambers








       CONTINUA...