quinta-feira, 22 de novembro de 2012
terça-feira, 20 de novembro de 2012
23,9% DOS BRASILEIROS DECLARAM TER ALGUM TIPO DE DEFICIÊNCIA
Mais de 45,6 milhões de brasileiros declararam ter alguma deficiência, segundo dados do Censo Demográfico 2010, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O número representa 23,9% da população do país. A deficiência visual foi a que mais apareceu entre as respostas dos entrevistados e chegou a 35,7 milhões de pessoas. Pelo estudo, 18,8% dos entrevistados afirmaram ter dificuldade para enxergar, mesmo com óculos ou lentes de contato.
No recorte da pesquisa divulgado nesta sexta, o IBGE também analisou dados sobre imigração e migração, nupcialidade, fecundidade e mortalidade infantil, educação, trabalho, rendimento, tipos de domicílios e deslocamento.
Entre as pessoas que declararam ter deficiência visual, mais de 6,5 milhões disseram ter a dificuldade de forma severa e 6 milhões afirmaram que tinham dificuldade de enxergar. Mais de 506 mil informaram serem cegas.
A deficiência motora apareceu como a segunda mais relatada pela população: mais de 13,2 milhões de pessoas afirmaram ter algum grau do problema, o que equivale a 7% dos brasileiros. A deficiência motora severa foi declarada por mais de 4,4 milhões de pessoas. Destas, mais de 734,4 mil disseram não conseguir caminhar ou subir escadas de modo algum e mais de 3,6 milhões informaram ter grande dificuldade de locomoção.
Cerca de 9,7 milhões declaram ter deficiência auditiva (5,1%). A deficiência auditiva severa foi declarada por mais de 2,1 milhões de pessoas. Destas, 344,2 mil são surdas e 1,7 milhão de pessoas têm grande dificuldade de ouvir.
A deficiência mental ou intelectual foi declarada por mais de 2,6 milhões de brasileiros.
FONTE: G1 BRASIL
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
MODELO ALBINA COMBATE PRECONCEITO EM SEMANA DA MODA AFRICANA
Na confusão de um camarim durante a Africa Fashion Week, realizada na semana passada em Joanesburgo, na África do Sul, uma mulher sentava-se em um canto, quieta. No entanto, em meio ao vai e vem de modelos e estilistas de várias partes do continente africano, ninguém chamava mais a atenção no recinto do que a silenciosa supermodelo americana Diandra Forrest.
Cerca de uma em cada 17 mil pessoas no mundo nasce com o distúrbio genético que afeta Diandra, o albinismo. Ele é caracterizado pela ausência total ou parcial de pigmentação na pele, cabelos e olhos, e também pode estar associado a problemas de visão.
Sem qualquer pigmentação em seus cabelos ou pele, a novaiorquina que cresceu no Bronx, bairro de maioria negra, está acostumada a ser notada.
Em alguns países africanos, particularmente no leste do continente, albinos correm risco de sequestro e mutilação. Segundo crenças populares, as partes de seus corpos contribuem para tornar certos rituais e poções mágicas mais poderosos.
Diante dessa realidade terrível, Diandra tem consciência de que sua presença na Africa Fashion Week teve um papel mais importante, ao desafiar os conceitos tradicionais de beleza.
"É muito importante para mim estar aqui porque quero mudar a forma como as pessoas veem meninas com albinismo no continente", disse a modelo à BBC.
"Cresci achando que minha vida era dura, com as crianças rindo de mim o tempo todo. Eu voltava para casa chorando", ela recordou.
'Chocada'
"Mas isso não é nada em comparação com o que as pessoas como eu enfrentam por aqui, particularmente nas áreas rurais".
"Mas isso não é nada em comparação com o que as pessoas como eu enfrentam por aqui, particularmente nas áreas rurais".
"Quando descobri que em países como a Tanzânia albinos como eu correm o risco de ter seus membros amputados para o comércio fiquei tão chocada! Pessoas como eu vivem cada dia de suas vidas com medo. É terrível".
Nas passarelas internacionais, no entanto, Diandra Forrest está lançando uma tendência.
Como outros nomes do mundo da moda, o estilista sul-africano Jacob Kimmie, radicado na Grã-Bretanha, ficou impressionado quando viu Diandra.
"Ela não parece ser desse mundo, tinha de tê-la no meu desfile", ele disse.
"É verdade que usar modelos albinas é o quente no momento. Mas espero que o impacto de se usar pessoas que têm aparência muito diferente seja inspirar uma mudança a longo prazo".
A modelo sul-africana Refilwe Modiselle, uma albina que cresceu em Soweto, cidade contígua a Joanesburgo, concorda.
Ela iniciou sua carreira aos 13 anos de idade. Hoje, é garota propaganda da grife sul-africana Legit. E conta que o albinismo costumava ser visto de forma negativa, mas está se tornando parte da norma.
"Realmente sinto que o trabalho que Diandra e eu estamos fazendo é o início de uma mudança verdadeira".
Feitiçaria
No entanto, na província sul-africana de Kwazulu Natal, cerca de um dia de distância da passarela da Africa Fashion Week, a família de um menino albino desaparecido há mais de um ano teme que ele tenha sido sequestrado por pessoas envolvidas em bruxaria.
No entanto, na província sul-africana de Kwazulu Natal, cerca de um dia de distância da passarela da Africa Fashion Week, a família de um menino albino desaparecido há mais de um ano teme que ele tenha sido sequestrado por pessoas envolvidas em bruxaria.
Mais recentemente, em Meru, na Tanzânia, o corpo de um albino com idade estimada em torno de 30 anos foi descoberto em junho. Várias partes de seu corpo estavam faltando.
As partes do corpo dos albinos são usadas em poções "medicinais" ou enterradas sob prédios comerciais. Segundo a crença, elas trazem prosperidade.
Seria uma modelo em uma passarela realmente capaz de mudar essa realidade? Peter Ash, autor de um relatório sobre albinismo encomendado pela ONU em 2012, responde que sim.
"Quanto mais pessoas com albinismo são retratadas de forma positiva, melhor. Realmente ajuda", ele disse.
"O problema principal que encontramos é uma aceitação tácita da violência contra pessoas com albinismo porque elas são vistas como subumanas, uma representação do demônio, ou como portadoras de uma maldição".
"Então é crucial que sociedades africanas comecem a ver modelos positivos para que possamos mudar esse tipo de pensamento".
Preconceito
O relatório da ONU cita estimativas da ONG de apoio a albinos Under the Same Sun, segundo as qual 71 pessoas com albinismo teriam sido mortas e 31 teriam sobrevivido a ataques na Tanzânia entre 2006 e 2012. Em Burundi, 17 albinos foram mortos. No Quênia, sete. Na Suazilândia, três.
O relatório da ONU cita estimativas da ONG de apoio a albinos Under the Same Sun, segundo as qual 71 pessoas com albinismo teriam sido mortas e 31 teriam sobrevivido a ataques na Tanzânia entre 2006 e 2012. Em Burundi, 17 albinos foram mortos. No Quênia, sete. Na Suazilândia, três.
Frequentemente, os casos não são denunciados ou investigados, disse Nomasonto Mazibuko, da Society for Albinism, uma associação de albinos da África do Sul.
Ela acha, no entanto, que a mudança tem de partir do próprio continente.
"O ponto crucial é que as pessoas não veem albinos como seres humanos. Cabe a nós na África falar sobre isso e trabalhar para combater o preconceito".
A voz de Mazibuko vai subindo de volume enquanto ela fala: "Não podemos ficar quietos, não podemos continuar escondidos". "E qualquer garota com albinismo que está andando nas passarelas internacionais ou nas ruas com a cabeça erguida é um exemplo muito necessário".
A modelo Modiselle espera poder ser um desses agentes catalizadores, inspirando a sociedade sul-africana e o continente como um todo.
"Sou o símbolo de unidade racial. Sou uma garota negra que vive na pele de uma pessoa branca", ela disse à BBC. "Eu gostaria de ser conhecida por ser uma modelo, e por todas as minhas outras realizações, não por ser albina".
FONTE:
Reportagem da BBC News, em 'Bengala Legal'.
Kate Forbessexta-feira, 9 de novembro de 2012
TRAJE ESPECIAL AUXILIA TRATAMENTO DE CRIANÇAS COM PARALISIA
Crianças com paralisia cerebral têm oportunidade única em Salvador. A cidade é pioneira na América Latina a oferecer acesso gratuito à adeliterapia, um dos mais eficientes tratamentos de reabilitação disponíveis.
Desde 2010, a adeliterapia ocorre no Núcleo de Atendimento à Criança com Paralisia Cerebral (NACPC), em Santo Agostinho, região das Sete Portas. O NACP é o único centro na América Latina a oferecer o tratamento.
A técnica consiste no uso de um traje especial, o adele suit, criado a partir de um equipamento utilizado por astronautas russos. Ela minimiza os efeitos da diminuição da gravidade no corpo.
Com o tempo, cientistas perceberam que o traje poderia ser adaptado para a reabilitação de pessoas com deficiência, em especial aquelas com paralisia cerebral.
Funcionamento – O adele suit é um sistema de ganchos e elásticos combinados a uma roupa especial. É formado por colete, joelheira, short, touca, cotoveleira, luvas e calçado adaptado.
Por conta da doença, a criança traz certos vícios neurológicos que alteram a postura e a movimentação do tronco e dos membros. O traje facilita o alinhamento biomecânico do corpo e traz o tronco para um posicionamento mais funcional.
“Existem elásticos de várias espessuras e adequamos de acordo com o paciente. A depender de onde sejam encaixados, promovem um estímulo para cada quadro”, explica a médica, fundadora e coordenadora clínica do NACPC Daniela Matsuda.
Dessa forma, a roupa recondiciona o cérebro a enviar os estímulos certos ao corpo. O comportamento adequado passa a ser, aos poucos, automatizado como o normal.
Benefícios – O tratamento é dividido em módulos de 25 sessões, em cinco semanas. Cada sessão de duas horas inclui massoterapia, exercícios e, em média, 30 minutos com o traje. O tempo parece curto, mas produz resultados impressionantes já na primeira semana de tratamento.
“O grande trunfo é a questão do impacto. Uma criança que faz dois módulos consegue obter um resultado de reabilitação que levaria anos na fisioterapia comum”, afirma o fundador e médico da clínica do NACPC, Pedro Guimarães.
O tratamento é ideal para pacientes que residem em outros municípios. “Um paciente de outra cidade pode vir, fazer seu módulo e voltar, atingindo um nível de reabilitação improvável na fisioterapia diária”, assegura Guimarães.
Em termos de benefícios clínicos, o traje auxilia na resistência à fadiga, orientação no espaço, equilíbrio, tônus muscular e movimentação.
“Cada avanço já é um estímulo para as crianças que estão sempre acompanhadas pela família. Assim, mães e filhos se motivam e vibram a cada conquista”, afirma a coordenadora do serviço de fisioterapia, Daniela Caribé.
Rafael Cruz, 18 anos, comprova na prática a eficiência da adeliterapia. Depois de dois módulos, ele já pode se locomover sozinho, com a ajuda de muletas, sem a necessidade de se apoiar nos braços da mãe, Ana Lúcia. “Ele melhorou muito a postura e hoje anda bem melhor”, garante a mãe.
Viviane Menezes, relações-públicas da instituição, acompanha o desempenho de Rafael desde que ele passou a ser atendido pelo núcleo, há quatro anos.
“Quando Rafa passou a andar sozinho, começou também a ser mais desinibido, mais alegre. Ele está na adolescência, uma fase mais sensível, e essa conquista ajudou muito a aumentar sua autoestima”, acrescenta.
Rafael, com muito bom humor, tem lá suas reclamações. “A roupa é quente”, diz. Depois completa com um sorriso: “Mas eu me sinto melhor”.
A utilização do traje adeli implica o acompanhamento de, no mínimo, dois fisioterapeutas e um médico. “É preciso avaliar cada caso individualmente e detalhadamente, porque há certas condições de saúde que podem tornar sua utilização prejudicial”, assinala a fisioterapeuta Daniela Caribé.
Entretanto, a possibilidade de a criança fazer ou não a terapia vai depender da avaliação da equipe. “Pode ser que, quando estiver mais estável clinicamente, possa fazer o tratamento”, afirma a médica Daniela Matsuda. Em dois anos, a adeliterapia já beneficiou 526 crianças e adolescentes atendidos nas dependências do NACPC.
Fonte: Portal A TARDE
terça-feira, 6 de novembro de 2012
SITE PARA TROCA DE CALÇADOS PARA AMPUTADOS
Pessoas amputadas de membros inferiores que não utilizam perna mecânica enfrentam o maior dilema na hora de comprar um calçado novo. O que fazer com pé do sapato que não será usado? Para auxiliar amputados que desejem trocar seus calçados que não são usados foi criado recentemente o blog “Pé Trocado“.
De acordo com o idealizador da comunidade, Márcio Coutinho, a ideia é que aquele pé de calçado não usado seja trocado com outros amputados de acordo com a necessidade. “O objetivo não é trocar produtos usados e sim novos, nunca usados por absoluta falta de uso”, afirma.
O site funciona como canal de interlocução e de divulgação entre os interessados, mas não se responsabiliza pelas negociações que acontecerem por meio dele. O interessado envia um anúncio com foto e dados do calçado que deseja permutar, de acordo com as condições de uso estabelecidas, e negocia diretamente com o interessado. Não há qualquer intervenção e o melhor: o site é inteiramente gratuito. Vale a pena conhecer!
IMAGENS HISTÓRICAS - MÃE LEVA FILHO MORTO ATÉ A SEPULTURA
Mãe leva seu filho morto até sepultura. Uma seca juntamente com os efeitos da guerra civil causaram uma terrível fome na Somália, que custou a vida de dois milhões de pessoas ao longo de. - 1992.
FONTE: Imagens Históricas
CINEMA E DEFICIÊNCIA - UMA LIÇÃO DE AMOR
Sam Dawson (Sean Penn) é um homem com deficiência intelectual que cria sua filha Lucy (Dakota Fanning) com uma grande ajuda de seus amigos. Porém, assim que faz 7 anos Lucy começa a ultrapassar intelectualmente seu pai, e esta situação chama a atenção de uma assistente social que quer Lucy internada em um orfanato. A partir de então Sam enfrenta um caso virtualmente impossível de ser vencido por ele, contando para isso com a ajuda da advogada Rita Harrison (Michelle Pfeiffer), que aceita o caso como um desafio com seus colegas de profissão.
FICHA TÉCNICA:
Diretor: Jessie Nelson
Elenco: Sean Penn, Michelle Pfeiffer, Dakota Fanning, Doug Hutchison, Stanley DeSantis, Brad Silverman, Loretta Loretta Devine, Laura Dern, Will Wallace, Janet Adderly, Jenna Boyd, Russ Fega, Scott Paulin, Wendy Phillips, Joseph Rosenberg, Eileen Ryan, Richard Schiff, Dianne Wiest.
Produção: Richard Solomon
Roteiro: Kristine Johnson, Jessie Nelson
Fotografia: Elliot Davis
Trilha Sonora: John Powell
Duração: 133 min.
Ano: 2001
País: EUA
Gênero: Drama
Cor: Colorido
Distribuidora: Não definida
Estúdio: New Line Productions
Classificação: Livre
SERVIÇO EM SÃO PAULO ACOMPANHA ALBINOS
Ser albino não significa apenas ter pele e olhos bem mais claros que o resto da população. A falta de melanina no organismo torna mais comum a ocorrência de problemas de saúde na pele e nos olhos. A condição rara, que afeta em média 1 entre cada 17 mil habitantes na Europa (no Brasil, ainda não existe uma estimativa), demanda cuidados médicos especiais.
Foi com o objetivo de conhecer melhor as especificidades dos albinos no Brasil que médicos da Santa Casa da Misericórdia de São Paulo criaram um serviço de atendimento especializado para essa população. Trata-se de um projeto piloto que, se tiver bons resultados, poderá ser levado para todos os serviços de saúde conveniados pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), de acordo com o dermatologista Marcus Maia, que está à frente da iniciativa.
Hoje, o projeto Pró-Albino - como foi batizado - atende 56 albinos de São Paulo na Santa Casa. Eles são avaliados a cada três meses por Maia e pelo oftalmologista Roberto Yuiti Sano. Os especialistas cuidam para que problemas como câncer de pele, envelhecimento precoce e perda da visão não se estabeleçam nesses pacientes. Com base nos atendimentos, está sendo criado um cadastro para catalogar as principais doenças associadas à falta de pigmento.
Entre os pacientes, há desde crianças pequenas até idosos. "A ideia é pegar essa criança e oferecer a oportunidade para os pais cuidarem da forma mais adequada", observa Maia. Durante a infância, é comum que os albinos tenham dificuldades na escola por problemas de visão.
O oftalmologista Ronaldo Yuiti Sano, da Santa Casa, explica que a íris do olho do albino não tem pigmento e deixa que muita luz entre, o que faz com que eles não enxerguem corretamente. Além disso, existe uma alteração da percepção de cores, de contraste e de brilho. "O importante é fazer com que procurem cada vez mais cedo o tratamento. Hoje temos muita experiência com células-tronco que podem, futuramente, ajudar a melhorar essa falta da melanina", diz Sano.
No caso de Isabel Correia Lanzeloti, de 4 anos, os cuidados especiais começaram logo nos primeiros meses de vida. "Por causa de meu conhecimento como bióloga, entendi que tinha de buscar profissionais especializados: por isso procurei um dermatologista voltado para a prevenção contra o câncer de pele e ela recebe acompanhamento oftálmico desde que tinha 4 meses", diz a mãe, Renata Isabel Correia Lanzeloti, de 31 anos.
Renata conta que a chegada de um albino à família demanda uma estrutura especial. "Foi bastante difícil, entrei até em depressão. Não sabia como lidar com o preconceito", diz. Por causa do contraste entre a cor da pele do bebê e a dos pais, mais morenos, a família percebia insinuações de que a garota pudesse não ser filha do casal. "O preconceito, na nossa sociedade, ainda é forte. Hoje, aprendi a lidar bem com a situação."
A menina frequenta o projeto Pró-Albino e recentemente passou a receber atendimento psicológico na Santa Casa. Ela usa óculos desde os 6 meses e, a partir dos 2 anos, passou a usar lentes que escurecem ao contato com o sol. O protetor solar é repassado a cada duas horas, mesmo em dias chuvosos. Poucos minutos no sol sem a devida proteção são suficientes para o surgimento de pintas e manchas.
Para o analista de sistemas Paulo Henrique Prado Oliveira, de 29 anos, o que mais incomoda em ser albino é a visão prejudicada. "A visão é o que limita: o fato de não poder dirigir, por exemplo." Ele ficou sabendo sobre o projeto da Santa Casa nas redes sociais. Foi também pela internet que ele conheceu sua noiva, que é albina e mantém um blog informativo sobre a condição.
Na opinião da engenheira e estudante de Educação Física Andreza Cavalli, de 32 anos, o projeto Pró-Albino pode reverter o desconhecimento sobre o tema, que há mesmo na classe médica. "Muitos dermatologistas não sabem lidar com o albinismo, desconhecem a necessidade até do protetor solar."
Para sair de casa, um acessório imprescindível para Andreza é o boné, que ajuda a proteger contra a claridade. "Temos de lidar com isso, da mesma forma como o mundo não foi feito para canhotos."
De acordo com Maia, caso o projeto se expanda, vai ser mais fácil determinar a quantidade de albinos no Brasil e descobrir como se distribuem os genes relacionados à condição entre os brasileiros. "Com isso, é possível, por exemplo, exigir subsídio do governo para a fotoproteção."
por Mariana Lenharo
FONTE: http://saci.org.br
sábado, 3 de novembro de 2012
LANÇAMENTO DA COLEÇÃO "ERA UMA VEZ UM CONTO DE FADAS INCLUSIVO" - FOTOS
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